<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986</id><updated>2012-01-28T15:17:07.568-02:00</updated><category term='Enquete'/><category term='Fórum Social Mundial'/><category term='História do Jornalismo'/><category term='Notícias'/><category term='Agenda'/><category term='Artigos'/><category term='Pautas'/><category term='Entrevistas'/><category term='Amazônia'/><category term='Mudanças Climáticas'/><category term='Vídeos'/><category term='Opinião'/><category term='Envolverde 2010'/><category term='Pomoções'/><category term='Cometários do Dal'/><category term='Comentários'/><category term='Rádio Envolverde'/><category term='Código Florestal'/><title type='text'>Blog da Envolverde</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Dal Marcondes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://www.ethos.org.br/images/palestrantes_popup/img_adalberto_wodianer_marconde.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>258</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-3742515395706193973</id><published>2011-12-06T12:26:00.001-02:00</published><updated>2011-12-06T12:27:35.011-02:00</updated><title type='text'>Amazônia registra a menor taxa anual de desmatamento em 23 anos, diz Inpe</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-C7frg-ZULXw/Tt4mQeuNX0I/AAAAAAAAALo/c7w5ftlv43w/s1600/2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 264px; height: 191px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-C7frg-ZULXw/Tt4mQeuNX0I/AAAAAAAAALo/c7w5ftlv43w/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683021844354785090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;A taxa anual de &lt;span id="CHAVE_316" title="316/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;  da Amazônia atingiu seu menor índice desde o início do monitoramento  sistemático na área, em 1988, com o abate de floresta equivalente a  quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)  registraram o corte de 6.280km2 entre agosto de 2010 e julho deste ano.A  margem de erro é de 10%. Foi a terceira queda anual consecutiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Pará foi o Estado que mais desmatou no período, com 2.870 km² de florestas degradadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Mas foi em Rondônia que o ritmo das motosserras impressionou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os 869 km² desmatados representam o dobro do número registrado no  período anterior no Estado, que abriga a pressão de duas novas  hidrelétricas,Santo Antônio e Jirau, em construção no Rio Madeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Embora no topo do ranking dos Estados desmatadores,o Pará desmatou  menos que no período anterior, enquanto a taxa cresceu em Mato Grosso,  que perdeu 1.126 km² de floresta. O ritmo acelerado de abate de árvores  em Mato Grosso foi responsável por acionar um gabinete de crise, em  maio, cujo desempenho teria sido responsável pelo resultado apresentado  ontem.O anúncio foi feito com pompa,no Palácio do Planalto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Essa é a menor taxa de desmatamento da história, desde que começou esse monitoramento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   É uma taxa histórica e representativa, sinalizando que continuamos com a  nossa determinação de reduzir o desmatamento na Amazônia",disse  Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Até poucos dias atrás, o governo apostava num crescimento do &lt;span id="CHAVE_1813" title="1813/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;. Isso porque os dados apurados pelo sistema de detecção do &lt;span id="CHAVE_1885" title="1885/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt; em tempo real, chamado de Deter, apontava crescimento de cerca de 30% no abate de árvores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, a taxa anual não acompanhou  o ritmo de alertas de desmatamento porque, diferentemente de anos  anteriores, o abate de árvores ficou concentrado em grandes áreas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Sem trégua. O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante,  disse que a orientação dada ontem pela presidente Dilma Rousseff é a de  que "não se dê trégua" ao desmatamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais  Renováveis (Ibama), a ação de fiscais resultou na  apreensãode42milmetroscúbicosdetorasdeárvores, 325caminhões e 72  tratores no período.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Além disso, o governo contabilizou o embargo de 795 km² de áreas  desmatadas. São parcelas de propriedades privadas onde a vegetação  nativa se recuperará.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Simulações levadas ontem a Dilma mostram que, a partir de 2015, mantido  o ritmo de queda no desmatamento, a Amazônia passará a captar mais  carbono que emitir gases-estufa, responsáveis pelo aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   As simulações levam em conta que o ritmo das motosserras na Amazônia vai se estabilizar em torno dos 5 mil km² por ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Mercadante destacou que o governo está investindo R$ 1 bilhão em satélites que aperfeiçoarão o monitoramento das florestas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Esses satélites vão permitir ganhos significativos na capacidade gerencial de nosso território", disse o ministro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A divulgação dos novos números ocorre no momento em que se realiza a  17.ª Conferência do Clima (COP-17), em Durban, e em que é preparada a  votação do novo e polêmico Código Florestal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O governo trabalha para chegar a2020comumataxade 4mil km² de  desmatamento na região, de acordo com metas definidas em lei em 2009.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Esse é o nosso compromisso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Vamos ver como se conclui o debate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Além de combater o desmatamento, teremos um trabalho de regularizar e de plantar árvores nesse País", disse a ministra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A expectativa do ministério é de que a reforma do Código Florestal leve à recuperação de 300 mil km² de vegetação nativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-3742515395706193973?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/3742515395706193973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=3742515395706193973&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3742515395706193973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3742515395706193973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/12/amazonia-registra-menor-taxa-anual-de.html' title='Amazônia registra a menor taxa anual de desmatamento em 23 anos, diz Inpe'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-C7frg-ZULXw/Tt4mQeuNX0I/AAAAAAAAALo/c7w5ftlv43w/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6156313493796816730</id><published>2011-12-01T12:23:00.002-02:00</published><updated>2011-12-01T12:25:42.782-02:00</updated><title type='text'>Mundo perdeu 10 hectares de floresta por minuto entre 1990 e 2005, revela FAO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-94wid4bV1Bs/TteOWlLcURI/AAAAAAAAALc/21vej6hc1Qc/s1600/11.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 195px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-94wid4bV1Bs/TteOWlLcURI/AAAAAAAAALc/21vej6hc1Qc/s400/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681165973539541266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O mundo perdeu em média 4,9 milhões de hectares por ano entre 1990 e  2005, ou 10 hectares por minuto, segundo estudo baseado em imagens de  satélite divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação  e a Agricultura (FAO).&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;div id="texto"&gt;&lt;p&gt;   O documento relata que a área florestal do planeta em 2005 era de 3.690  milhões de hectares, ou seja, 30% da superfície terrestre. Desde 1990,  essa área diminuiu 72,9 milhões de hectares.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Outra das conclusões do documento é que a perda de área verde se  acelerou com o passar do tempo, já que foi de 4,1 milhões de hectares ao  ano, entre 1990 e 2000, para 6,4 milhões de hectares, entre 2000 e  2005.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os novos dados também indicam que a taxa de &lt;span id="CHAVE_691" title="691/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;  do mundo, baseada fundamentalmente na conversão de florestas tropicais  em áreas agrícolas, foi em média de 14,5 milhões de hectares ao ano,  isso entre 1990 e 2005.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "O desmatamento está privando milhões de pessoas de bens e serviços  florestais decisivos para a segurança alimentar, o bem-estar econômico e  a saúde ambiental", advertiu o diretor-geral adjunto do Departamento  Florestal da FAO, Eduardo Rojas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O diretor comentou que as novas tecnologias dos satélites possibilitam  um estudo mais eficiente da evolução das florestas do mundo. Ele  ressaltou a necessidade dos países resolverem "com urgência a perda de  valiosos ecossistemas florestais".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O estudo também evidência as "notáveis diferenças regionais" no &lt;span id="CHAVE_1420" title="1420/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;. Entre 1990 e 2005, a perda de florestas foi maior nas zonas tropicais, onde quase metade das áreas verdes já foi perdida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A maior taxa de desmatamento ocorreu na América do Sul, seguida da  África. Apesar de ter ocorrido desmatamento em todas as regiões, a Ásia  foi o único Continente que ganhou novas áreas verdes, em consequência da  extensiva plantação registrada em vários países.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Nas zonas subtropicais, temperadas e boreais, o estudo registrou um  pequeno aumento da superfície florestal durante os 15 anos do período de  estudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo a FAO, os novos resultados são de grande importância para os  países elaborarem suas políticas de uso da terra e prevenção ao  desmatamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Uol&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;          &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6156313493796816730?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6156313493796816730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6156313493796816730&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6156313493796816730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6156313493796816730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/12/mundo-perdeu-10-hectares-de-floresta.html' title='Mundo perdeu 10 hectares de floresta por minuto entre 1990 e 2005, revela FAO'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-94wid4bV1Bs/TteOWlLcURI/AAAAAAAAALc/21vej6hc1Qc/s72-c/11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-5437725073445793351</id><published>2011-12-01T12:21:00.001-02:00</published><updated>2011-12-01T12:22:53.143-02:00</updated><title type='text'>ONGs criticam Código Florestal do Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-VVMW4m2McsI/TteNtWPyYtI/AAAAAAAAALQ/eu9lFZJVvd4/s1600/9.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 159px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-VVMW4m2McsI/TteNtWPyYtI/AAAAAAAAALQ/eu9lFZJVvd4/s400/9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681165265156596434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Boletim distribuído na conferência do  clima, na África do Sul, afirma que proposta brasileira compromete ações  para reduzir emissão de poluentes&lt;/span&gt;&lt;p&gt;   Organizações ambientalistas reunidas na conferência do clima de Durban,  África do Sul, acusaram ontem o Brasil de estar acendendo uma  bomba de  carbono  com a reforma do Código Florestal, cuja votação no Senado foi  adiada para a próxima terça-feira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   As ONGs afirmaram em seu boletim Eco, distribuído no encontro na África  do Sul, que a nova lei deixará desprotegida uma área de florestas do  tamanho de França e Reino Unido somados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Isso comprometeria as metas brasileiras de redução de emissões de gases-estufa anunciadas pelo Brasil em 2009, em Copenhague.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O país se comprometeu a reduzir entre 1,16 bilhão e 1,26 bilhão de  toneladas de CO² suas emissões em 2020 em relação ao que seria liberado  se nada fosse feito. Boa parte da meta deverá ser cumprida com a redução  de 80% no desmatamento na Amazônia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Eco afirma ainda que as mudanças no código criam uma situação   embaraçosa  para o Brasil, que sediará no ano que vem a conferência Rio  +20, sobre desenvolvimento sustentável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Em Brasília, o &lt;span id="CHAVE_1149" title="1149/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;  evitou polemizar. Mas afirmou que a nova lei ajudará o Brasil a cumprir  a meta dos gases-estufa, e não o contrário. Para o governo, o código  estimulará a recuperação de parte das florestas desmatadas ilegalmente  até julho de 2008.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Brasil está trabalhando com China, Índia e África do Sul em busca de  acordo para exigir dos países ricos o financiamento do Fundo Verde  criado na conferência do ano passado, em Cancún, para solucionar as  necessidades dos países em desenvolvimento frente às &lt;span id="CHAVE_1668" title="1668/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;Solo ártico agrava efeito estufa &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A quantidade de gases-estufa liberados até 2100 pelo derretimento do  permafrost (o solo congelado do Ártico) poderá ser até cinco vezes maior  do que se imaginava. Para piorar, esses gases serão ricos em metano,  que tem um alto poder de  multiplicar  o aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A afirmação é de mais de 40 cientistas da Rede de Carbono do  Permafrost, liderados por Edward Schuur e Benjamin Abbott, em artigo  publicado na revista científica Nature.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   De acordo com a equipe de cientistas, a falta de estudos fez com que,  até agora, a quantidade certa de carbono contido no permafrost fosse  subestimada, assim como seus potenciais efeitos sobre o clima global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Durante centenas de milhares de anos, sucessivos degelos e  congelamentos prenderam uma enorme quantidade de restos de animais e  plantas sob uma camada espessa de gelo no Ártico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Agora, com o aquecimento global, esse material irá começar a se  decompor e liberar gases intensificadores do efeito estufa na atmosfera.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O grupo estima que, sob essa camada   que cobre quase 20% de todas as  terras do Hemisfério Norte   haja 1,7 bilhão de toneladas de carbono   preso .&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   É quase quatro vezes mais do que todo o carbono emitido pelas  atividades humanas em tempos modernos e o dobro do que está presente na  atmosfera agora , dizem os autores do trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   As maioria das pesquisas fala muito das emissões de desmatamento e  combustíveis fósseis. Esse artigo mostra, cada vez mais, que o  derretimento do permafrost é um fator importante para a mudança  climática , afirma o climatologista do Instituto Nacional de Pesquisas  Espaciais (Inpe) José Marengo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Gazeta do Povo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-5437725073445793351?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/5437725073445793351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=5437725073445793351&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5437725073445793351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5437725073445793351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/12/ongs-criticam-codigo-florestal-do.html' title='ONGs criticam Código Florestal do Brasil'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VVMW4m2McsI/TteNtWPyYtI/AAAAAAAAALQ/eu9lFZJVvd4/s72-c/9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4763461076602170169</id><published>2011-11-23T12:52:00.001-02:00</published><updated>2011-11-23T12:55:06.934-02:00</updated><title type='text'>Comissão de Meio Ambiente vota mudanças no Código Florestal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-CQwV4lYJH40/Ts0JMWxlRQI/AAAAAAAAALE/0WKteANqK0U/s1600/10.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 284px; height: 208px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-CQwV4lYJH40/Ts0JMWxlRQI/AAAAAAAAALE/0WKteANqK0U/s400/10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678204813060687106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Novo texto do Código deve ser votado nesta quarta (23), no Senado.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;   Na Comissão de Meio Ambiente, parte do relatório recebeu nova redação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Conciliar preservação ambiental e produção agrícola é um desafio que  está nas mãos do Congresso para o Código Florestal. O projeto está em  tramitação no Senado há seis meses, quando foi aprovado pela Câmara dos  Deputados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   As regras agradaram ao &lt;span id="CHAVE_386" title="386/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;. Já para os ambientalistas, o projeto de lei cria mecanismos que estimulam o desmatamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A CNA, Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil, se  manifestou contrária às mudanças propostas no novo relatório. A  presidente da entidade, senadora Katia Abreu, disse estar decepcionada  com o texto e considera inegociáveis pontos como a consolidação do uso  das áreas de preservação permanente para a produção de alimentos e a  conversão das multas em serviços ambientais, após a regularização das  propriedades. A senadora pretende obstruir a votação do Código da  maneira como o texto está, mas afirmou que ainda acredita em acordo.  Depois de aprovado na Comissão de Meio Ambiente, o texto do Código  Florestal vai para o plenário do Senado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: G1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4763461076602170169?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4763461076602170169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4763461076602170169&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4763461076602170169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4763461076602170169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/comissao-de-meio-ambiente-vota-mudancas.html' title='Comissão de Meio Ambiente vota mudanças no Código Florestal'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-CQwV4lYJH40/Ts0JMWxlRQI/AAAAAAAAALE/0WKteANqK0U/s72-c/10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-1662439376905847075</id><published>2011-11-22T10:35:00.002-02:00</published><updated>2011-11-22T10:42:28.824-02:00</updated><title type='text'>Gases do efeito estufa alcançam nível recorde, diz ONU</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-BygJyx1g0IQ/TsuYrQdl8CI/AAAAAAAAAK4/TmTsOK1OVgg/s1600/5.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 287px; height: 175px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-BygJyx1g0IQ/TsuYrQdl8CI/AAAAAAAAAK4/TmTsOK1OVgg/s400/5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677799624151527458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;Os gases de efeito estufa que causam as &lt;span id="CHAVE_85" title="85/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;  chegaram a níveis recordes na atmosfera e não mostram nenhum sinal de  recuo, apesar da consciência global da necessidade de mudar para fontes  alternativas de energia, alertou a agência meteorológica das Nações  Unidas nesta segunda-feira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Em seu Boletim sobre os Gases de Efeito Estufa, de periodicidade anual,  a Organização Meteorológica Mundial informou que dióxido de carbono,  metano e óxido nitroso estavam agora mais predominantes na atmosfera do  que em qualquer outro momento desde a Revolução Industrial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O efeito de aquecimento causado pelos gases de efeito estufa -- o  montante líquido de radiação entrando na atmosfera -- aumentou em 29 por  cento desde 1990 e em 1,4 por cento de 2009 a 2010, último ano para o  qual há dados disponíveis, disse a agência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Na semana passada, cientistas da ONU afirmaram que o século atual ainda  terá ondas de calor mais intensas, secas, inundações e tempestades por  causa do aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O relatório da agência mede a quantidade total de gases de efeito  estufa na atmosfera, com base em estações de monitoração em mais de 50  países. Foram consideradas as emissões e processos de absorção naturais  -- chamados "fontes e sumidouros" -- bem como as emissões causadas pela  atividade humana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O dióxido de carbono, responsável por 80 por cento do efeito do  aquecimento global ao longo das últimas duas décadas, tem aumentado  rapidamente com o uso de combustíveis fósseis. Mas quase a metade do  dióxido de carbono provocado pelo uso de combustíveis fósseis desde 1958  foi removida pelos oceanos e plantas em solo, disse o relatório.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O segundo mais importante gás de efeito estufa, o metano, vem  aumentando nos últimos cinco anos após ter ficado estabilizado entre  2000 e 2006, por razões que não são totalmente compreendidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O terceiro maior gás de efeito estufa é o óxido nitroso, que pode reter  quase 300 vezes mais calor que o dióxido de carbono. Sua principal  fonte humana é o uso de fertilizantes baseados em nitrogênio, que,  segundo o relatório, "afetaram profundamente o ciclo mundial do  nitrogênio".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O impacto do uso de fertilizantes é tão marcante que mais óxido nitroso  é detectado no hemisfério norte, onde é maior o uso de fertilizantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O relatório da semana passada dos cientistas da ONU insistiu que os  países elaborem planos de gestão de desastres por causa da ameaça do  aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   No entanto, os dados da agência de meteorologia não mostraram nenhuma  pausa no aumento dos gases de efeito estufa, e os autores do relatório  disseram que é preciso fazer mais pesquisas para ajudar a entender quais  políticas teriam mais efeito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Até agora, o impacto discernível mais claro de uma decisão política foi  a diminuição nos clorofluorcarbonetos, ou CFCs, que foram banidos  porque causaram destruição da camada de ozônio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Mas os HFCs, os químicos que substituíram os CFCs, também são gases de  efeito estufa e sua abundância na atmosfera, embora ainda pequena, está  agora aumentando a um ritmo rápido.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Reuters&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-1662439376905847075?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/1662439376905847075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=1662439376905847075&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1662439376905847075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1662439376905847075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/gases-do-efeito-estufa-alcancam-nivel.html' title='Gases do efeito estufa alcançam nível recorde, diz ONU'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-BygJyx1g0IQ/TsuYrQdl8CI/AAAAAAAAAK4/TmTsOK1OVgg/s72-c/5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-5433844987150574089</id><published>2011-11-11T12:58:00.001-02:00</published><updated>2011-11-11T13:01:36.551-02:00</updated><title type='text'>Quilombolas contribuem para a preservação de florestas, diz estudo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-oHUvWszgNJA/Tr04nYmIy_I/AAAAAAAAAKs/ZOURHG2aIX4/s1600/imagem.php.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 286px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-oHUvWszgNJA/Tr04nYmIy_I/AAAAAAAAAKs/ZOURHG2aIX4/s400/imagem.php.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673753354825157618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ONG diz que descendentes de escravos já sofrem interferência externa.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Desmatamento foi reduzido com a manutenção de comunidades no Pará.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;   Estudo realizado com 35 comunidades quilombolas instaladas na região de  Oriximiná, no Norte do Pará, aponta que a manutenção desta população  descendente de escravos em áreas da intocadas da Amazônia ajuda na  preservação da floresta e evita o &lt;span id="CHAVE_381" title="381/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt; ilegal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O levantamento aponta ainda que 8 mil moradores da região começam a  sofrer interferências externas devido a projetos de infraestrutura na  região amazônica, além de assédio de madeireiras, de acordo com a  organização Comissão Pró-Índio de São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A organização não-governamental criada em 1978, que trabalha com a  garantia dos direitos territoriais de povos indígenas e quilombolas,  defende a regularização fundiária das terras onde vivem estes moradores e  faz críticas à demora para a conclusão deste processo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Titular (as terras como pertencentes aos quilombolas) é importante, é a  base de tudo. Mas depois disto, não há fiscalização e apoio para  geração de renda, essas comunidades ficam vulneráveis às exploração dos  recursos naturais, disse Lúcia Andrade, coordenadora-executiva da  Comissão Pró-Índio. Em todo Brasil, estima-se a existência de 3 mil  comunidades quilombolas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;Cinturão-verde&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   De acordo com o relatório, as oito comunidades da Calha Norte do Pará contribuíram para a redução do &lt;span id="CHAVE_1411" title="1411/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt; da Amazônia entre 2000 e 2009. A região concentra 6.944 km² de floresta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A partir de informações do Instituto Nacional de Colonização e Reforma  Agrária (Incra), do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), e do Instituto  Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o estudo aponta que até 2000 a  região havia perdido 64 km² de mata nativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   No entanto, o último dado indicava que o ritmo de desmatamento diminuiu e a área devastada entre 2006 e 2009 foi de 6 km².&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Isto é devido ao modo que os quilombolas exploram a floresta. Eles  vivem um modelo econômico com ênfase no extrativismo e tem a castanha  como uma dos principais produtos manejados, disse Lúcia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A gente trabalha juntando tudo que cai no chão, sem precisar cortar  nada e sem prejudicar a natureza. Quanto às nossas atividades de  agricultura, cada família recebe um pedaço de terra e faz a roça deles  em duas partes. Quando eles acham que um pedaço de terra está cansado,  eles trocam de área, sem precisar derrubar a mata virgem, disse Nilza  Nira Melo de Souza, 42 anos, moradora da comunidade quilombola de  Jauari.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;Pressão externa&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Outro ponto levantado pelo estudo se refere a ameaças externas que  afligem as comunidades instaladas nos arredores dos Rios Trombetas e  Erepecuru: interesses na extração de bauxita, fosfato e ouro e projeto  de construção de centrais hidrelétricas de pequeno porte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para a organização Comissão Pró-Índio, as informações sobre os projetos  não estão sendo retransmitidas de forma clara aos quilombolas, que,  segundo a ONG, têm o direito de conhecer o que acontecerá no território  deles.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A quilombola Nilza Nira afirma que a comunidade de Jauari, onde moram  60 pessoas, será afetada diretamente pela construção de uma  hidrelétrica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Estamos nos reunindo para não permitir esta construção. Queremos manter  a nossa tradição e não modernizá-la com este impacto, explica a  moradora, que é também coordenadora da Associação dos Remanescentes de  Quilombos do Município de Oriximiná.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: G1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-5433844987150574089?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/5433844987150574089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=5433844987150574089&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5433844987150574089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5433844987150574089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/quilombolas-contribuem-para-preservacao.html' title='Quilombolas contribuem para a preservação de florestas, diz estudo'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-oHUvWszgNJA/Tr04nYmIy_I/AAAAAAAAAKs/ZOURHG2aIX4/s72-c/imagem.php.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-2702546590353909943</id><published>2011-11-09T12:17:00.002-02:00</published><updated>2011-11-09T12:21:44.643-02:00</updated><title type='text'>Coca-Cola lança embalagem ecológica no país</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-GDgqYCiy3yQ/TrqMSWVtSGI/AAAAAAAAAKg/g3pimZlCOZ4/s1600/6.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 177px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-GDgqYCiy3yQ/TrqMSWVtSGI/AAAAAAAAAKg/g3pimZlCOZ4/s400/6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673000927488723042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;span&gt;Estratégia da empresa é tornar reciclável 85% de todo o seu portfólio no  Brasil até 2014 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Os fãs de rock que estarão no festival de música SWU, que ocorre neste final  de semana em Paulínia, no interior de São Paulo, serão os primeiros consumidores  a ter contato com a embalagem mais ecológica que a Coca-Cola Brasil pretende  utilizar em seu portfólio nos próximos anos. A novidade chega ao mercado  brasileiro através da marca de água Crystal e integra a estratégia da empresa de  tornar reciclável 85% dos produtos fabricados no país até 2014. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Durante o SWU, a previsão é que 500 mil garrafas sejam comercializadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Entretanto, essa nova embalagem só chegará aos pontos de venda de São Paulo e  Minas Gerais apenas em janeiro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O motivo para a escolha desses mercados é que a fabricação e distribuição dos  produtos será realizada primeiro pela Femsa Coca-Cola, empresa responsável pelos  produtos da empresa nessa região. Segundo a companhia, São Paulo corresponde a  50% de todo o volume de água vendido pela empresa no país. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;"Nossa intenção é que essa embalagem esteja em outros mercados brasileiros a  partir do segundo semestre de 2012", afirma Anne Zehoul, gerente de marketing da  Coca-Cola Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Segundo a empresa, a nova embalagem facilita o processo de reciclagem por  possibilitar a torção do produto pelos consumidores reduzindo em até 37% o  volume da garrafa. Outros benefícios ao meio ambiente são a redução em 20% de  PET utilizado em sua fabricação e da origem de até 30% de sua matéria prima  proveniente do etanol da cana de açúcar e não do petróleo, como é usual. Segundo  a empresa, a troca reduz em 20% as emissões de dióxido de carbono na atmosfera. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Um dos benefícios do novo produto ao meio ambiente necessita da contribuição  do consumidor em torcer a garrafa, a &lt;span id="CHAVE_1842" title="1842/9 | 17707" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: navy"&gt;Coca-Cola&lt;/span&gt; Brasil lançará uma ação  publicitária que, além de divulgar o novo produto, abordará também o processo de  reciclagem da embalagem. CA campanha é da agência NBS, e terá filme, peças para  mídia exterior e ações nos pontos de venda. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;----------- &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;"É um produto que foi lançado no Japão em 2009 e que vem sendo desenvolvido  no mercado brasileiro desde o início do ano"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span&gt;Fonte: &lt;/span&gt;Brasil Econômico&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-2702546590353909943?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/2702546590353909943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=2702546590353909943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2702546590353909943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2702546590353909943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/coca-cola-lanca-embalagem-ecologica-no.html' title='Coca-Cola lança embalagem ecológica no país'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GDgqYCiy3yQ/TrqMSWVtSGI/AAAAAAAAAKg/g3pimZlCOZ4/s72-c/6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4464393527280126755</id><published>2011-11-07T12:16:00.003-02:00</published><updated>2011-11-07T12:16:29.820-02:00</updated><title type='text'>Por um jeans que gaste menos ÁGUA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="TituloNoticiaAberta" style="background-color: white; color: #1d5cb3; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: bold; line-height: 20px; margin-bottom: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #5e5e5e; font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 14px;"&gt;&lt;i&gt;O que a Levis e outras empresas americanas estão fazendo para reduzir o consumo - e garantir a própria sobrevivência&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="noticia-texto" style="background-color: white; color: #5e5e5e; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;div id="texto"&gt;Leslie Kaufman -&amp;nbsp;THE NEW YORK TIMES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-99bukHHjgiY/TrfoGLn75CI/AAAAAAAAAA8/K3jTC-CM90I/s1600/jeans03.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-99bukHHjgiY/TrfoGLn75CI/AAAAAAAAAA8/K3jTC-CM90I/s200/jeans03.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Do algodoal na Índia ao cesto de roupa suja local, uma típica calça jeans consome 3.480 litros de água durante seu ciclo de vida, diz a Levi Strauss, o suficiente para encher cerca de 15 banheiras de spas.&lt;br /&gt;Isso inclui a água que entra na irrigação da plantação de algodão, na costura da calça e na sua lavagem inúmeras vezes em casa. A companhia quer reduzir esse número - e não só para projetar responsabilidade ambiental.&lt;br /&gt;Ela teme que a escassez de água causada pelas&amp;nbsp;&lt;span id="CHAVE_627" style="color: navy; font-weight: bold;" title="627/19 | 17701"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;&amp;nbsp;possa colocar em risco sua própria existência nas próximas décadas ao tornar o algodão demasiado caro ou escasso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, para proteger seus lucros, a Levis ajudou a capitanear um programa sem fins lucrativos que ensina agricultores na Índia, Paquistão, Brasil e na África Ocidental e Central as mais avançadas técnicas de captação de água da chuva e irrigação.&lt;br /&gt;Introduziu uma marca com brim desbotado amaciado com pedras, mas não com água. E está costurando etiquetas em todos seus jeans conclamando os consumidores a lavarem menos o produto.&lt;br /&gt;As preocupações com conservação não se limitam às gigantes de vestuário: conglomerados de alimentos e bebidas, empresas de tabaco e companhias de mineração e metalúrgicas estão começando a admitir sua pesada dependência de água. A Pepsico, por exemplo, adotou um método de desinfetar garrafas plásticas com ar purificado em vez de água em uma fábrica na Geórgia.&lt;br /&gt;Enchentes. A ameaça de escassez de água foi trazida para a Levis em 2010, quando enchentes no Paquistão e campos esturricados na China destruíram culturas de algodão e fizeram os preços disparar. A companhia usa cerca de um quilo de algodão em cada calça fabricada.&lt;br /&gt;Upmanu Lall, diretor do Columbia Water Center do Instituto da Terra da Universidade Colúmbia, disse que as implicações locais das&amp;nbsp;&lt;span id="CHAVE_1957" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1957/19 | 17701"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;&amp;nbsp;ainda estão sendo elaboradas, mas que "a agricultura, que funciona melhor com um suprimento relativamente consistente de água, será a mais impactada".&lt;br /&gt;Muitos grandes produtores, como a Índia, que tem dezenas de milhares de pequenos plantadores de algodão, não têm reservatórios para armazenar água, elevando o risco de escassez.&lt;br /&gt;As companhias com operações no exterior também estão às voltas com custos crescentes de água ou com água não suficientemente limpa. Também há a ameaça de má publicidade se uma corporação for pega desperdiçando a preciosa água local.&lt;br /&gt;Não passa despercebido para fabricantes americanos e europeus que o algodão já compete com os grãos pelas terras aráveis, uma tensão que certamente aumentará na medida em que o mundo terá de alimentar sua população crescente nas próximas décadas.&lt;br /&gt;Como o algodão é cultivado em geral por uma rede difusa de agricultores bem pequenos em mais de 70 países, estimular práticas de uso eficiente da água é um desafio e tanto. O cultivo do algodão é responsável por mais de 3% do uso de água na agricultura e6%de todas as compras de pesticidas.&lt;br /&gt;Em 2005, organizações da indústria do algodão e outras não governamentais, junto com grandes companhias de varejo, como Ikea, Gap e Adidas, fundaram a organização internacional sem fins lucrativos Better Cotton Initiative para promover a conservação da água e reduzir o uso de pesticidas e as práticas de trabalho infantil no setor. A Levis aderiu em 2009.&lt;br /&gt;Um estudo independente de três anos sobre fazendas indianas revelou que as que estão adotando as técnicas reduziram o uso de água e pesticidas numa média de 32%, segundo a iniciativa. O lucro foi20%mais alto que o de um grupo de controle que usou métodos tradicionais.&lt;br /&gt;Kailash Mahall e cultiva algodão em Shelu, cerca de 150 quilômetros a leste de Mumbai, na Índia. Em um lado de sua fazenda de seis hectares, que era usado para comparar métodos, os pés de algodão são cercade30 centímetros mais altos e dão mais flores que os do outro lado.&lt;br /&gt;O campo mais vistoso tem um sistema de irrigação por gotejamento - um emaranhado de veias de plástico que direciona a água para o sistema de raízes de cada planta - que foi instalado por recomendação da Better Cotton.&lt;br /&gt;Os apagões de energia, um problema comum na Índia, são menos preocupantes agora porque a irrigação por gotejamento não requer, como os métodos tradicionais, eletricidade por um extenso período. "O primeiro leva três horas; o outro, três dias", disse Mahalle. Seu uso da água caiu cerca de 70%.&lt;br /&gt;Meta. A safra resultante dos novos métodos de cultivo é chamada agora de "algodão melhor". Os dirigentes da Levis dizem que cerca de 5% do algodão usado nos dois milhões de calças jeans que a companhia enviou para lojas neste outono americano foram cultivados pelo método sustentável.&lt;br /&gt;A companhia quer elevar essa porcentagem para 20% até 2015. A Ikea, cadeia fabricante de móveis, espera usar exclusivamente "algodão melhor" em 2015. A fabricante de calçados Adidas disse que fará o mesmo até 2018.&lt;br /&gt;Para alcançar a meta de 20%, a Levis diz que precisa mudar radicalmente a maneira como faz negócios, envolvendo-se mais diretamente com fornecedores e fazendeiros.&lt;br /&gt;Houve um tempo em que as corporações americanas preferiam não saber o que se passava em suas fábricas no exterior.&lt;br /&gt;Assim, elas poderiam alegar com convicção desconhecimento da situação quando más práticas de trabalho ou ambientais fossem descobertas.&lt;br /&gt;Em uma manhã recente na sede da Levi Strauss em San Francisco, executivos estavam tentando imaginar como capitalizar melhor seus esforços pela conservação de água. Após ser informada sobre a iniciativa do algodão pela equipe de sustentabilidade, a nova diretora de marketing, Rebecca Van Dyck, aprovou com um gesto de cabeça, depois perguntou: "Mas nossos consumidores sabem?" A companhia não revela números de vendas para produtos individuais, mas diz que os jeans que foram comercializados neste ano como "menos gastadores de água" venderam mais depressa que os normais da mesma faixa de preço. A Levis começará a divulgar seu comprometimento com o algodão melhor em vídeos em seu site e em conferências sobre sustentabilidade. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4464393527280126755?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4464393527280126755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4464393527280126755&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4464393527280126755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4464393527280126755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/por-um-jeans-que-gaste-menos-agua.html' title='Por um jeans que gaste menos ÁGUA'/><author><name>Dal Marcondes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-sVKcR2D4QBA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAM4/1T2xn39cpbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-99bukHHjgiY/TrfoGLn75CI/AAAAAAAAAA8/K3jTC-CM90I/s72-c/jeans03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-736803992800191342</id><published>2011-11-03T12:15:00.002-02:00</published><updated>2011-11-03T12:19:13.086-02:00</updated><title type='text'>ONU alerta para efeitos de problemas ambientais sobre os mais pobres</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-IcHZ4gHGIWI/TrKizpcs1EI/AAAAAAAAAKU/umMCW1TI2Yk/s1600/16.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 180px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-IcHZ4gHGIWI/TrKizpcs1EI/AAAAAAAAAKU/umMCW1TI2Yk/s400/16.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670773888996136002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O relatório do Desenvolvimento Humano 2011, divulgado nesta  quarta-feira (2) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento  (Pnud), é em grande medida voltado às questões ambientais. O documento  se intitula Sustentabilidade e Equidade: Um Futuro Melhor para Todos e a  influência do meio ambiente sobre o desenvolvimento permeia a maioria  dos capítulos.&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   Já na apresentação, Helen Clark, administradora do Pnud, destaca que o  continuado insucesso na redução dos riscos ambientais graves e das  crescentes desigualdades sociais ameaça abrandar décadas de progresso  sustentado da maioria pobre da população mundial e até inverter a  convergência global do desenvolvimento humano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O documento lembra que, em muitos casos, as populações menos  favorecidas são as mais afetadas pela deterioração do meio ambiente,  ainda que sejam os que menos contribuem para isso. Por exemplo, os  países com um IDH baixo foram os que menos contribuíram para as  alterações climáticas globais, mas sofreram a maior perda de  precipitação e o maior aumento na sua variabilidade, com repercussões na  produção agrícola e nos meios de subsistência, diz o relatório.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O relatório ressalta que uma pessoa num país com um IDH muito elevado é  responsável, em média, por mais de quatro vezes as emissões de dióxido  de carbono e cerca de duas vezes as emissões de metano e óxido nitroso  de uma pessoa num país com IDH baixo, médio ou elevado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Pnud aponta que existe uma relação não linear entre o IDH e as  emissões de carbono num país. Nações com maiores emissões tendem a ter  atividade econômica maior, o que faz seu IDH aumentar, mas não implica  que tenham bons indicadores em outras componentes do índice, como saúde e  educação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Mas há outras questões ambientais que podem ser mais claramente  relacionadas com o IDH. As privações ambientais vividas pelas famílias,  como a poluição do ar e a falta de acesso a água potável e saneamento,  por exemplo, são mais graves nas regiões com níveis mais baixos de IDH e  diminuem à medida que o índice aumenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Pnud considera que, de maneira geral, as tendências ambientais ao  longo das últimas décadas "demonstram uma deterioração em diversas  frentes", com efeitos negativos no desenvolvimento humano, especialmente  para as pessoas que dependem diretamente dos recursos naturais para  subsistência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Quase 40% da terra no mundo está degradada devido à erosão, diminuição  da fertilidade e excesso de pastoreio. O desmatamento é outro problema  grave: entre 1990 e 2010, a América Latina e Caribe, e a África  Subsaariana sofreram as maiores perdas florestais, aponta o texto. E a  desertificação ameaça as terras áridas, onde vive um terço da população  mundial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os fatores ambientais, estima o Pnud, devem provocar um aumento dos preços dos alimentos em 30% a 50% nas próximas décadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Cerca de 350 milhões de pessoas, muitas delas pobres, vivem em  florestas ou nas suas proximidades, dependendo destas para a sua  subsistência e rendimento. Tanto o &lt;span id="CHAVE_3108" title="3108/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;  como as restrições ao acesso a recursos naturais podem prejudicar os  mais pobres, alerta a ONU, que afirma ainda que cerca de 45 milhões de  pessoas - pelo menos 6 milhões das quais mulheres -, dependem da pesca  como modo de vida e estão ameaçadas pela sobrepesca e pelas mudanças no  clima.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;Rio+20&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O relatório lançado nesta quarta lembra que no próximo ano as atenções  do mundo estarão voltadas para a América Latina, que sedia a Rio+20, a  conferência sobre desenvolvimento sustentável que fará um balanço dos  avanços conseguidos desde a Eco 92 e tentará colocar novas metas para o  futuro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Pnud destaca a redução do desmatamento na região, que teria se  iniciado com as ações de combate à devastação na Amazônia brasileira, a  partir de 2005. Ainda assim, há muitas áreas florestais ameaçadas no  continente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Outras ameaças para a América Latina no campo ambiental são o aumento  do nível do mar, que poderia inundar áreas costeiras em 31 países da  região, e a queda nos estoques de pescado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Um ponto a favor da América Latina citado no documento é o alto índice de consciência em relação aos riscos das &lt;span id="CHAVE_4234" title="4234/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.  Pesquisas consultadas pela organização indicam que 95% dos  latino-americanos acreditam que o aquecimento global é uma ameaça grave,  enquanto a média mundial é de 68%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Pnud ainda elogia os programas de distribuição de renda como o Bolsa  Família, no Brasil, e o Oportunidades, do México, que chegam a cerca de  um quinto de suas populações custando 0,4% de seus produtos internos  brutos.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-736803992800191342?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/736803992800191342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=736803992800191342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/736803992800191342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/736803992800191342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/onu-alerta-para-efeitos-de-problemas.html' title='ONU alerta para efeitos de problemas ambientais sobre os mais pobres'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-IcHZ4gHGIWI/TrKizpcs1EI/AAAAAAAAAKU/umMCW1TI2Yk/s72-c/16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-1805709847640571237</id><published>2011-11-03T12:03:00.002-02:00</published><updated>2011-11-03T12:06:17.325-02:00</updated><title type='text'>O desafio de alimentar 7 bilhões de pessoas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-b5f12BU-hBo/TrKfzh8BiwI/AAAAAAAAAKI/26yg4i52XNg/s1600/15.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 263px; height: 192px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-b5f12BU-hBo/TrKfzh8BiwI/AAAAAAAAAKI/26yg4i52XNg/s400/15.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670770588445149954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   por Robert J. Walker&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A Organização das Nações Unidas anunciou que a população mundial  atingiu nesta semana a marca de 7 bilhões, apenas 12 anos depois de ter  atingido o nível de 6 bilhões. E, se as projeções da ONU estiverem  certas, a população mundial alcançará 8 bilhões em apenas 13 anos e  chegará a 9,3 bilhões em meados do século.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A grande questão é se a humanidade está ficando grande demais e, no  processo, colocando em risco o bem-estar das pessoas, a posteridade e o  planeta. A Global Footprint Network adverte que a humanidade já vive  além da capacidade da Terra de regenerar recursos naturais, e até 2050  precisaremos de dois planetas para acompanhar o crescimento da população  e o aumento do consumo. A boa nova, porém, é que, se dermos os passos  certos, o crescimento populacional não precisa ser tão acelerado como  afirmam as projeções. Reduzir o crescimento populacional precisa ser uma  necessidade urgente de todas as nações. Aliás, há amplas evidências  sugerindo que a humanidade já está exercendo uma pressão excessiva no  meio ambiente mundial. As temperaturas em elevação e a crescente  frequência de condições climáticas severas sugerem que podemos estar  alterando o clima terrestre. Além disso há o esgotamento da pesca  oceânica, a regressão contínua dos níveis dos mares, a desertificação e a  rápida taxa de extinção de espécies. Fica óbvio que estamos flertando  com um desastre ambiental.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Podemos estar chegando aos limites do crescimento econômico. Nos 12  anos desde que atingimos a marca de 6 bilhões, o preço do petróleo subiu  de pouco mais de US$ 10 o barril para quase US$ 100 o barril. Além  disso, o preço dos cereais e outros alimentos básicos mais que dobrou  nos últimos sete anos, contribuindo para grandes retrocessos nas lutas  contra a fome e a pobreza extrema. Com quase 1 bilhão de pessoas  famintas no mundo, crescem os temores de que a produção de alimentos  talvez não seja capaz de acompanhar o projetado crescimento da  população.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO)  afirma que a produção de alimentos nos países em desenvolvimento terá de  dobrar nos próximos 39 anos para acompanhar o crescimento demográfico.  Para isso, os agricultores desses países terão de superar vários  obstáculos, incluindo os custos crescentes de combustíveis e  fertilizantes, temperaturas mais altas, mais enchentes e secas recordes,  perda de solo superficial e a competição da urbanização e dos  biocombustíveis pelas terras aráveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Mas não estamos condenados, e pelas seguintes razões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Não custa trilhões de dólares ampliar as opções de planejamento  familiar para mulheres em países em desenvolvimento. A ONU calcula que  há 215 milhões de mulheres no mundo em desenvolvimento que querem evitar  a gravidez, mas não estão usando um método eficaz de controle de  natalidade. A ONU calcula que dar a elas acesso a contraceptivos  custaria US$ 3,5 bilhões adicionais por ano - uma fração dos US$ 125  bilhões que os EUA e outros países doadores gastam anualmente para  ajudar países em desenvolvimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A falta de acesso a contraceptivos, porém, é apenas uma das razões  pelas quais as mulheres não conseguem evitar a gravidez em países em  desenvolvimento. O maior desafio é retardar a idade de casamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Casamentos infantis levam à gravidez prematura e perigosa e a elevadas  taxas de natalidade. Espantosamente, uma média de 25 mil meninas por dia  se tornam noivas crianças. No Iêmen rural, por exemplo, as meninas com  frequência são levadas ao casamento com 9 ou 10 anos. É por isso que um  grupo de ex-presidentes e líderes mundiais, denominado The Elders (os  anciãos), lançou a campanha internacional "Girls Not Brides" (garotas,  não noivas) para acabar com a prática de noivas crianças mediante  parcerias com organizações humanitárias e não governamentais de todo o  mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O casamento infantil já é ilegal na maioria dos países. São  urgentemente necessários programas que façam valer a pena para os pais  manter suas meninas na escola. O Programa Mundial de Alimentação da ONU,  por exemplo, fornece merenda escolar para meninas, e, em alguns casos,  permite que a comida seja levada para casa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Há também estratégias comprovadas de baixo custo para mudar normas  sociais. Esforços direcionados para pôr fim a práticas perniciosas como o  enfaixamento dos pés na China e a mutilação genital feminina no Senegal  foram bem-sucedidos. Da mesma forma, com a promoção de modelos  exemplares dos benefícios trazidos por famílias menores e pelo  retardamento do casamento, programas de entretenimento conseguiram  resultados transformadores em países como México e Brasil. Hoje, novelas  de rádio que atingem povoados remotos em países de desenvolvimento  pobres podem informar as mulheres sobre opções de planejamento familiar e  melhorar atitudes e comportamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Combinadas com informações e serviços de planejamento familiar, essas  campanhas de educação e mudança social podem ajudar a baixar as taxas de  natalidade, diminuir a mortalidade materna e infantil, potencializar  mulheres, fortalecer a segurança alimentar, melhorar as perspectivas  econômicas, e ajudar o meio ambiente. Alguns argumentaram que, por causa  de taxas de natalidade declinantes, os temores com o crescimento  populacional são coisa do passado. Mas atingir a marca de 7 bilhões não é  razão para se "estourar champanhe", como um comentarista sugeriu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Num mundo às voltas com &lt;span id="CHAVE_5460" title="5460/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;  e aumento nos preços de energia e alimentos, subestimamos o impacto do  crescimento populacional por nossa conta e risco. Mas esse não é um  desafio insuperável e enfrentá-lo se constitui num projeto em que todos  ganham: as pessoas, a posteridade e o planeta. / TRADUÇÃO DE CELSO  PACIORNIK&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ROBERT É VICE-PRESIDENTE EXECUTIVO DO POPULATION INSTITUTE, ORGANIZAÇÃO SEM  FINS LUCRATIVOS QUE SE EMPENHA POR UMA POPULAÇÃO MUNDIAL QUE POSSA VIVER  EM HARMONIA COM O PLANETA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-1805709847640571237?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/1805709847640571237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=1805709847640571237&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1805709847640571237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1805709847640571237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/o-desafio-de-alimentar-7-bilhoes-de.html' title='O desafio de alimentar 7 bilhões de pessoas'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-b5f12BU-hBo/TrKfzh8BiwI/AAAAAAAAAKI/26yg4i52XNg/s72-c/15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-3327739432290306462</id><published>2011-11-01T13:03:00.002-02:00</published><updated>2011-11-01T13:06:24.890-02:00</updated><title type='text'>Sem regra, empresas deixam de destinar recurso a área ambiental</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-f47OvvnZzcY/TrAKsCU8xOI/AAAAAAAAAJ8/KUmOtASXaFU/s1600/imagem.php2.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 274px; height: 157px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-f47OvvnZzcY/TrAKsCU8xOI/AAAAAAAAAJ8/KUmOtASXaFU/s400/imagem.php2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670043682514715874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;b&gt;Apenas dois empreendimentos pagaram, entre 2007 e 2011, compensação por danos a ambiente&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio à tentativa de aceleração do licenciamento de obras, o governo mantém estagnado há cinco anos o mecanismo que destina um valor das obras a unidades de conservação que elas afetam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas dois empreendimentos licenciados pelo governo federal entre 2007 e 2011 pagaram a chamada compensação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) estima que haja 300 empreendimentos que precisariam fazer a destinação de valores para a compensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A suspensão dos pagamentos aconteceu em 2007, após a divisão do Ibama e a criação do ICMBio (Instituto Chico Mendes), órgão que cuida das áreas protegidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma ação da CNI (Confederação Nacional da Indústria) contra a compensação resultou em decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) derrubando o percentual mínimo de 0,5% do custo do empreendimento a ser pago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo ficou sem saber como calcular a compensação e demorou até 2010 para estabelecer uma câmara técnica para aplicar a regra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A câmara, porém, não tinha poder deliberativo, e a compensação precisou esperar mais um ano até a criação de um o comitê de compensação, formado por Ibama, ICMBio e Ministério do Meio Ambiente. O grupo só se reuniu três vezes e analisou apenas dois processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém sabe nem mesmo o valor que deixou de ser pago. Mas o montante estimado é alto: só as hidrelétricas de Santo Antônio, Jirau e Belo Monte têm cerca de R$ 200 milhões a pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais do que todo o orçamento do ICMBio para custeio e investimentos em 2011 (R$ 155 milhões). E um reforço de caixa necessário ao instituto, que não consegue criar e implementar áreas protegidas em ritmo suficiente para fazer frente à explosão nas obras de infraestrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dinheiro da compensação é usado principalmente para a regularização fundiária das unidades, ou seja, o pagamento das indenizações a ocupantes prévios da área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é fundamental para que os parques não fiquem apenas "no papel": afinal, ocupantes legítimos ainda podem desmatar e queimar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu não vejo como passivo, vejo como potencial", disse à Folha o presidente do ICMBio, Rômulo Mello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele reconhece que os empreendedores não pagaram "porque não lhes disseram como". "Agora, resolvida essa questão administrativa, os empreendimentos começarão a ser onerados", avisou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;LIBERAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro unidades de conservação foram beneficiadas pelos pagamentos neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa responsável pela usina de Santo Antônio, no rio Madeira, disse que já liberou R$ 7,5 milhões de R$ 56 milhões (em valores de 2007) devidos da compensação, e que aguarda decisão do governo para aplicar o resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Folha de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-3327739432290306462?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/3327739432290306462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=3327739432290306462&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3327739432290306462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3327739432290306462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/sem-regra-empresas-deixam-de-destinar.html' title='Sem regra, empresas deixam de destinar recurso a área ambiental'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-f47OvvnZzcY/TrAKsCU8xOI/AAAAAAAAAJ8/KUmOtASXaFU/s72-c/imagem.php2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-1202236054504108316</id><published>2011-11-01T12:59:00.001-02:00</published><updated>2011-11-01T13:02:03.015-02:00</updated><title type='text'>Cerca de 55% da área desmatada se recupera na Amazônia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-B82Hg0fLRGk/TrAJ1LRMYvI/AAAAAAAAAJw/HV2X-kx-BIk/s1600/imagem.php.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 139px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-B82Hg0fLRGk/TrAJ1LRMYvI/AAAAAAAAAJw/HV2X-kx-BIk/s400/imagem.php.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670042740022076146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt"&gt;A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   Uma área de mais de três vezes o tamanho da cidade de São Paulo está em  regeneração em Unidades de Conservação federais na Amazônia. Isso  equivale a 55% da área desmatada antes de 2008 nessas áreas de  preservação da floresta, segundo análise divulgada hoje pelo &lt;span id="CHAVE_295" title="295/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt; e pelo Instituto Chico Mendes, responsável pela administração das Unidades de Conservação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Com base em informações obtidas por imagens de satélite, o Ministério  informa que a taxa de desmatamento em Unidades de Conservação caiu entre  2009 e 2010, de 4,07% para 2,08%. O porcentual é o mais baixo desde  2003, mas o movimento das motosserras no interior das áreas protegidas  mostra picos de desmatamento em 2007 e 2009. Em 2010, foram desmatados  134 quilômetros quadrados nas áreas protegidas. Na Amazônia, os  satélites registraram o desmatamento de 7 mil quilômetros quadrados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Nas Unidades de Conservação, mais de 95% da floresta encontra-se  preservada, de acordo com dados do projeto. A área desmatada é de 8.570  quilômetros quadrados, quase seis vezes o tamanho da cidade de São  Paulo. O projeto TerraClass, coordenado pelo Instituto Nacional de  Pesquisas Espaciais (Inpe), identifica o uso da terra em áreas já  desmatadas e mostra que a chamada vegetação secundária alcança 45,13% do  que havia sido desmatado. As áreas de regeneração com pasto somam mais  9,83%. Se computados os pastos sujos, as áreas em processo de  regeneração da floresta alcançam 64%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "É um porcentual bem maior do que o verificado na área não protegida da  floresta", destaca Mauro Pires, diretor de combate ao desmatamento do &lt;span id="CHAVE_1626" title="1626/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;.  Fora das Unidades de Conservação, a regeneração da floresta é de 20%,  em média. O estudo indicou 4,76% da área desmatada ocupada pela  agropecuária, e outros 2,39% são usados para atividades de mineração no  interior das Unidades de Conservação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Hoje, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também divulgou a  redução em 43% do desmatamento na Amazônia em relação a setembro do ano  passado. Até o final do ano, o governo divulga a taxa oficial de  desmatamento, medida entre agosto de 2010 e julho de 2011. O número  deverá mostrar um aumento em relação ao ano passado. Daí o esforço para  mostrar que a alta a ser anunciada não indica uma tendência. O Estado do  Mato Grosso lidera o ranking do desmatamento neste ano. No topo da  lista dos Estados que mais desmatam, tomou o lugar do Pará. Rondônia  também registrou alta em 2011.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Reservas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   310 é o número de unidades de conservação federais no País 758 mil  quilômetros quadrados é a área total dessas unidades de conservação&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-1202236054504108316?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/1202236054504108316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=1202236054504108316&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1202236054504108316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1202236054504108316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/cerca-de-55-da-area-desmatada-se.html' title='Cerca de 55% da área desmatada se recupera na Amazônia'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-B82Hg0fLRGk/TrAJ1LRMYvI/AAAAAAAAAJw/HV2X-kx-BIk/s72-c/imagem.php.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-8666074371652958869</id><published>2011-10-28T12:23:00.002-02:00</published><updated>2011-10-28T12:25:34.558-02:00</updated><title type='text'>Estados já oferecem incentivos econômicos para quem preserva o meio ambiente em reservas particulares</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-AQtq9sGB0k8/Tqq7Uc9l0zI/AAAAAAAAAJk/enUHFIhJ7zc/s1600/17.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 276px; height: 182px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-AQtq9sGB0k8/Tqq7Uc9l0zI/AAAAAAAAAJk/enUHFIhJ7zc/s400/17.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668549041045492530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   SÃO PAULO - Enquanto ainda se discute a inclusão de incentivos  econômicos no novo Código Florestal brasileiro para quem preservar o  meio ambiente, alguns estados já adotam essa prática. Em pelo menos 14  já existe lei que regulamenta o ICMS Ecológico, ou seja, uma parte do  imposto estadual é repassada aos municípios, que distribuem parte dos  recursos para quem preserva algum tipo de bioma em Reservas Particulares  de Proteção Natural (RPPNs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os municípios paranaenses de Antonina e Guaraqueçaba receberam mais de  R$ 6,5 milhões de ICMS ecológico em 2010 por manter unidades de  conservação. Desse total, cerca de R$ 2,2 milhões foram arrecadados pela  manutenção de quatro RPPNs mantidas pela Sociedade de Pesquisa em Vida  Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) em parceria com a organização não  governamental The Nature Conservacy (TNC). Guaraqueçaba arrecadou R$ 466  mil com a Reserva Natural Serra do Itaqui. O município de Antonina, que  abriga as reservas do Morro da Mina, Águas Belas e Rio Cachoeira,  recebeu cerca de R$ 1,8 milhão por conta destas RPPNs.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - Com o repasse do ICMS Ecológico aumentamos os investimentos em  infraestrutura. Conseguimos criar um posto de saúde, reformar escolas e  construir o aterro sanitário - diz o prefeito de Guaraqueçaba, Riad Said  Zahoui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   As unidades de conservação públicas e privadas são negócios para os  municípios. Elas são como fábricas que geram lucros, por meio de água e  ar limpo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Ganha o município e ganha quem transformou suas terras em reservas particulares.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - As unidades de conservação públicas e privadas são negócios para os  municípios. Elas são como fábricas que geram lucros, por meio de água e  ar limpo, diz o diretor-executivo da SPVS, Clóvis Borges.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;No Rio de Janeiro, ICMS Verde existe há quatro anos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   No Rio de Janeiro, a Lei 5.100 criou o ICMS Verde em 2007. Em 2009, seu  primeiro ano de implantação, o valor do repasse do imposto aos  municípios com unidades de conservação alcançou R$ 17 milhões. O  dinheiro foi repartido entre 63 dos seus 92 municípios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo levantamento da secretaria de Meio Ambiente da cidade de Miguel  Pereira, no Rio de Janeiro, 77% do município é composto de fazendas ou  sítios. A cidade é uma das poucas do país que tem uma legislação que  permite a criação de RPPNs municipais. Com isso, vai se beneficiar ainda  mais do ICMS Verde.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - Nosso município é um dos poucos que tem legislação de criação de RPPN  municipal. Temos até uma RPPN de 1 hectare que está em área urbana. O  que estamos discutindo hoje é dividir esse imposto com o proprietário da  reserva particular para que ele possa implementar, cercar, cuidar,  ampliar, reflorestar, restaurar sua unidade de conservação - diz o  secretário de meio ambiente da cidade, Mauro Peixoto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo ele, o ICMS Verde já ajudou a criar uma nova unidade de conservação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - Já desapropriamos uma fazenda de 1,4 milhão de metros quadrados para  criação de uma unidade de conservação, que será um Parque Municipal.  Usamos o ICMS Verde para pagar a desapropriação - afirma Peixoto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;Em SP, incentivo ajuda ao paulistano a beber água de qualidade&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Há outras iniciativas que premiam quem preserva o meio ambiente em  processo. Em Minas Gerais, na cidade de Extrema, divisa com São Paulo, a  prefeitura paga para que agricultores preservem as nascentes de água em  suas propriedades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O pagamento por serviços ambientais premia o proprietário rural que protege o meio ambiente e presta um serviço à sociedade&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   As nascentes preservadas de Extrema deságuam em riachos e percorrem  mais de cem quilômetros. Vão desembocar no Sistema Cantareira, em São  Paulo, que abastece mais de 9 milhões de pessoas na capital. Em alguns  casos, o benefício recebido para quem preserva passa de R$ 1 mil por  ano. O incentivo financeiro ao pequeno agricultor ajuda o paulistano a  beber água de qualidade. Esse benefício chama-se pagamento por serviços  ambientais. Já foi testado e aprovado em outros países, como os Estados  Unidos, e começa a ganhar força por aqui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - O pagamento por serviços ambientais premia o proprietário rural que  protege o meio ambiente e presta um serviço à sociedade - disse o  professor do instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de  Janeiro, Carlos Eduardo Young, durante audiência pública no Senado para  discutir o novo Código Florestal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para o professor Young, o pagamento por serviços ambientais é um  instrumento econômico que pode resultar em mais interesse por regiões  desflorestadas, que podem ser recuperadas, ou áreas que podem ser  preservadas, especialmente em propriedades rurais familiares.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;NY também melhorou a qualidade das nascentes&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, usou o mesmo mecanismo para  garantir água limpa a seus moradores. No lugar de gastar dinheiro para  tratar a água quimicamente, optou por melhorar a qualidade dela nas  nascentes. A prefeitura paga para agricultores e fazendeiros da cidade  de Catskill, distante 200 quilômetros de Nova York, para que eles  preservem suas nascentes. O programa teve adesão de 95% dos  proprietários da cidade e funciona bem há 20 anos. São Paulo também está  indo nesta trilha. O estado está lançando o programa Mina D'água, que  dá incentivo financeiro para quem preservar nascentes em sua  propriedade. É o primeiro projeto dentro da política estadual de &lt;span id="CHAVE_5343" title="5343/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - O projeto-piloto está sendo implantado em 21 municípios paulistas. O  objetivo é preservar nascentes que deságuam em mananciais de  abastecimento. Serão 150 nascentes por município. A entrada dos  agricultores no projeto é voluntária e em média serão pagos de R$ 150 a  R$ 300, por ano, para preservar cada nascente - diz Araci Kamiyama, da  Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA) e gestora do projeto Mina  D'Água.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O objetivo é envolver também as prefeituras no projeto. Elas, por  exemplo, podem fornecer mudas para aqueles agricultores que aderirem ao  Mina D'água para que recuperem a mata ciliar, por exemplo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - O incentivo financeiro ainda é pequeno, mas a assistência técnica que  os interessados vão receber vale muito - disse Kamiyama.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Extra Online&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-8666074371652958869?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/8666074371652958869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=8666074371652958869&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8666074371652958869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8666074371652958869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/10/estados-ja-oferecem-incentivos.html' title='Estados já oferecem incentivos econômicos para quem preserva o meio ambiente em reservas particulares'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AQtq9sGB0k8/Tqq7Uc9l0zI/AAAAAAAAAJk/enUHFIhJ7zc/s72-c/17.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-1854327207315673571</id><published>2011-10-28T12:19:00.001-02:00</published><updated>2011-10-28T12:22:38.146-02:00</updated><title type='text'>O petróleo e o futuro do Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-apH9n6rpIbE/Tqq6kUNa6eI/AAAAAAAAAJY/eaOAcFm3R2c/s1600/16.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 231px; height: 219px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-apH9n6rpIbE/Tqq6kUNa6eI/AAAAAAAAAJY/eaOAcFm3R2c/s400/16.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668548214062246370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;&lt;i&gt;O país do subdesenvolvimento agradece aos senadores que não  mostraram interesse em aplicar a verba dos royalties na construção do  futuro da nação&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Na última quarta-feira, dia 19/10, o Senado da República aprovou em  votação simbólica o projeto de lei nº 448, referente à partilha dos  royalties do petróleo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Foi uma decisão que vira as costas para o desenvolvimento do país e  despreza nossas futuras gerações. Os senadores optaram pela distribuição  de uma riqueza razoável (15% do valor do petróleo extraído) para o  governo federal e para todos os Estados e municípios brasileiros  mediante critérios frágeis, sem objetivos definidos e sem compromissos  com a sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para se ter uma ideia da falta de objetividade, o projeto de lei nº 448  estabelece que os royalties do petróleo poderão ser gastos com  "educação, infraestrutura social e econômica, saúde, segurança,  programas de erradicação da miséria e da pobreza, cultura, esporte,  pesquisa, ciência e tecnologia, defesa civil, meio ambiente, em  programas voltados para a mitigação e adaptação às &lt;span id="CHAVE_1099" title="1099/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;, e para o tratamento e reinserção social dos dependentes químicos".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Não se discute a importância de cada uma dessas áreas. O problema é a  dispersão dos recursos, o que não vai resolver todos os problemas de  qualquer das áreas contempladas, muito menos promoverá avanços sociais  e/ou econômicos no Brasil como um todo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A proposta que levamos ao Congresso Nacional é diferente. A Sociedade  Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de  Ciências (ABC) propõem que parte expressiva dos royalties do petróleo  seja utilizada em áreas que promovam melhorias estruturais e  sustentáveis na vida social e econômica do conjunto do país: educação e  ciência, tecnologia e inovação (C,T&amp;amp;I).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Há consenso em nossa sociedade de que o sistema de ensino brasileiro  continua com carências que comprometem gravemente a formação de nossas  crianças e jovens. Os royalties do petróleo poderiam ajudar a quitar  esse deficit histórico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Já C,T&amp;amp;I demandam investimentos mais expressivos do que os feitos  hoje porque são a única porta para ingresso do Brasil na economia do  conhecimento -a forma de produção que mais agrega valor aos produtos e  serviços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Não bastasse a instituição da distribuição descomprometida dos  recursos, o projeto de lei nº 448 tem mais um agravante. Se levado  adiante, teremos o fim da destinação de parte dos royalties do petróleo  para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico  (FNDCT).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A ironia -ou o cinismo- dessa história é que o pré-sal só pode ser  descoberto, e somente poderá ser explorado, porque o Brasil, obviamente a  Petrobras incluída, investiu em ciência, tecnologia e inovação na área  de petróleo e gás.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Esquecem nossos políticos que as reservas de petróleo, mesmo que abundantes, são finitas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Brasil do subdesenvolvimento certamente agradece aos senadores que se  mostraram interessados apenas em distribuir o dinheiro dos royalties, e  não em como aplicá-lo na construção do futuro da nação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Assim, como estamos empenhados em defender o Brasil e os brasileiros,  reivindicamos que a Câmara se manifeste contrária ao projeto de lei  aprovado no Senado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Precisamos que sejam restabelecidas as expectativas de utilizarmos as  nossas reservas de petróleo efetivamente para o desenvolvimento social e  econômico do País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os royalties do petróleo demandam uma política de Estado, e não de governo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;HELENA NADER&lt;/b&gt;, biomédica, é presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e professora titular da Unifesp.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;JACOB PALIS&lt;/b&gt;, matemático, é presidente da Academia Brasileira de  Ciências (ABC) e pesquisador do Impa (IMPA - Instituto Nacional de  Matemática Pura e Aplicada).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal.  Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas  brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do  pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Folha de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-1854327207315673571?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/1854327207315673571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=1854327207315673571&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1854327207315673571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1854327207315673571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/10/o-petroleo-e-o-futuro-do-brasil.html' title='O petróleo e o futuro do Brasil'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-apH9n6rpIbE/Tqq6kUNa6eI/AAAAAAAAAJY/eaOAcFm3R2c/s72-c/16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4827286337801315505</id><published>2011-10-27T12:50:00.002-02:00</published><updated>2011-10-27T12:56:09.577-02:00</updated><title type='text'>Brasil já pesquisa efeitos da mudança do clima</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-hi005OCsMLY/Tqlw_zPZzNI/AAAAAAAAAJM/xvsGyLF3aho/s1600/14.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 194px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-hi005OCsMLY/Tqlw_zPZzNI/AAAAAAAAAJM/xvsGyLF3aho/s400/14.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668185847411363026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   As pesquisas em mudança climática no Brasil começam a mudar de rumo. Se  há alguns anos o foco estava nos esforços de redução das emissões dos  gases-estufa, agora miram a adaptação ao fenômeno. "Sabemos que nos  próximos cinco ou dez anos não há perspectiva para que seja firmado  internacionalmente um acordo de redução nas emissões de gases-estufa de  grandes proporções, com cortes entre 70% a 80%", diz o físico Paulo  Artaxo, da USP, um estudioso da Amazônia. "Esse panorama é cada vez mais  longínquo. Portanto é fundamental que se estudem estratégias de  adaptação."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Em outras palavras, as pesquisas devem se voltar para os efeitos da  mudança do clima nos ecossistemas, em ambientes urbanos, em contextos  sociais. "Não é uma questão de dinheiro, mas de direcionamento dos  estudos", diz Artaxo, membro do conselho diretor do Painel Brasileiro de  Mudança Climática, órgão científico ligado aos ministérios da Ciência e  Tecnologia e Ambiente. "O país precisa se preparar mais adequadamente  para a mudança climática."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "É preciso pesquisar mais, por exemplo, as alterações no ciclo  hidrológico", cita Reynaldo Victoria, coordenador do Programa Fapesp de  Pesquisa sobre &lt;span id="CHAVE_1185" title="1185/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Mudanças Climáticas&lt;/span&gt;  Globais. "Saber onde vai chover mais e onde vai chover menos", explica.  É um dos braços da pesquisa de Artaxo na Amazônia. "Porque não se quer  construir uma hidrelétrica onde choverá muito menos nas próximas  décadas", ilustra o físico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O programa de mudança climática da Fapesp já conta com investimentos de  US$ 30 milhões em projetos na área. É um dos braços mais novos da  fundação, mas já está ganhando musculatura. Tem 21 projetos em  andamento, 14 contratos novos, dois outros em parceria com instituições  estrangeiras, como o britânico Natural Environment Research Council  (Nerc) ou a francesa Agence Nationale de la Recherche (ANR). Em dez  anos, a previsão é de investimentos de mais de R$ 100 milhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   As pesquisas começam a se voltar para campos pouco estudados. "Vamos  analisar questões críticas para o Brasil", diz Artaxo. Ele cita, por  exemplo, o ciclo de carbono na Amazônia - algo muito mais complexo do  que estudar a fotossíntese e a respiração das plantas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Victoria, que também é professor do Centro de Energia Nuclear Aplicada à  Agricultura (Cena-USP), diz que a intenção do programa é mirar campos  novos, como entender qual o papel do Atlântico Sul no clima da região  Sul do Brasil e Norte da Argentina. Outro exemplo é obter registros  históricos na área de paleoclima.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os impactos na área de saúde também serão mais estudados. Já se sabe  que a mudança do clima faz com que doenças que não existiam em  determinado lugar, passem a ocorrer. A dengue, por exemplo, encontra  ambiente propício em regiões mais quentes. Entre as novas pesquisas de  doenças emergentes há o estudo de um tipo de leishmaniose, comum na  Bolívia e no Peru, que não existia no Brasil e agora ameaça surgir no  Acre. Provocada por um mosquito, a doença causa uma infecção cutânea e  pode ser mortal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os pesquisadores falaram sobre seus projetos durante a Fapesp Week,  evento que faz parte da comemoração pelos 50 anos da Fundação de Amparo à  Pesquisa do Estado de São Paulo e terminou ontem, em Washington.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4827286337801315505?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4827286337801315505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4827286337801315505&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4827286337801315505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4827286337801315505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/10/brasil-ja-pesquisa-efeitos-da-mudanca.html' title='Brasil já pesquisa efeitos da mudança do clima'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hi005OCsMLY/Tqlw_zPZzNI/AAAAAAAAAJM/xvsGyLF3aho/s72-c/14.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7066490891913519854</id><published>2011-10-06T12:54:00.001-03:00</published><updated>2011-10-06T12:56:36.401-03:00</updated><title type='text'>Planeta está longe de mitigar mudanças climáticas, alerta estudo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-8dq0nx2C5w4/To3PqjIrkJI/AAAAAAAAAJE/EeVQxYvjKkU/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 231px; height: 218px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-8dq0nx2C5w4/To3PqjIrkJI/AAAAAAAAAJE/EeVQxYvjKkU/s400/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660408636567687314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Relatório da ONU alerta que metas das conferências do clima não serão colocadas em prática em um futuro próximo&lt;p&gt;   O mundo ainda está longe de alcançar as metas de redução dos impactos das &lt;span id="CHAVE_188" title="188/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;  estabelecidas pelas Nações Unidas, e deve se preparar para desastres  maiores se o atual cenário não for modificado, alertou um estudo que  ressaltou o aumento das emissões de gases de efeito estufa do Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Durante as negociações da ONU realizadas na Cidade do Panamá,  preparatórias para a Cúpula Climática da ONU em Durban, na África do  Sul, no fim do ano, o Rastreador de Ação Climática, que pretende fazer  um acompanhamento dos esforços dos países para reduzir as emissões de  gases-estufa, detectou um abismo entre as metas estabelecidas pelos  governos e seus resultados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Em 2009, na Cúpula do Clima da ONU anterior, em Copenhague, os países  concordaram no último minuto em limitar a elevação da temperatura na  Terra a 2 graus Celsius com relação aos níveis do período  pré-industrial, meta considerada tímida demais para os ambientalistas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O rastreador calculou que o Brasil terá emissões "significativamente maiores" ao previamente projetado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Em Copenhague, o País prometeu uma redução entre 36% e 39% das emissões  em comparação com o cenário 'business as usual' (com parâmetros  inalterados).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   No entanto, dados recentes do país indicam que as emissões de dióxido de carbono aumentaram, sobretudo devido ao avanço do &lt;span id="CHAVE_1434" title="1434/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;, destacou o estudo. Segundo números divulgados pelo &lt;span id="CHAVE_1499" title="1499/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt; na segunda-feira, a Amazônia perdeu 7.000 km2 de floresta no ano concluído em julho de 2010.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Na China, país que detém o título de maior emissor de dióxido de  carbono, as emissões deste gás considerado o responsável pelo aumento da  temperatura no planeta estão crescendo mais rápido do que se pensava.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo o estudo, se os níveis atuais forem mantidos, em 2020 as  emissões de gases estufa estarão na casa dos 54 milhões de toneladas de  dióxido de carbono, o equivalente a entre 10 e 14 milhões de toneladas a  mais do que a meta fixada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O planeta está "muito, muito longe" de alcançar o objetivo de 2 graus,  alertou Bill Hare, um dos principais autores de um relatório científico  das Nações Unidas sobre &lt;span id="CHAVE_2235" title="2235/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;, elaborado em 2007, e diretor do grupo de pesquisas Climate Analytics, sediado em Postdam (Alemanha).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Caminhamos para um aquecimento de mais de 3 graus, a menos que haja  avanços importantes", disse Hare, assessor do grupo ambientalista  Greenpeace, durante entrevista coletiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Até mesmo um aumento de dois graus na temperatura global seria  problemático, pois o mundo ficaria exposto a incêndios muito mais  frequentes e à elevação do nível do mar, destacou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Os níveis de aquecimento rumo aos quais estamos avançando podem chegar  a provocar facilmente severos danos a ecossistemas vulneráveis de um  extremo a outro do planeta", acrescentou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "A produção e a disponibilidade de alimentos ficariam ameaçadas,  particularmente na África, se as práticas agrícolas atuais mudassem  rapidamente", explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A China, que superou os Estados Unidos como o principal emissor global,  resiste a assinar um tratado internacional vinculante, mas se  comprometeu em reduzir entre 40% e 45% a quantidade de carbono produzida  por cada ponto do PIB até o final de 2020.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Rastreador de Ação Climática admitiu que o país está tomando medidas  para economizar energia e trocar sua matriz energética com vistas ao uso  maior de fontes renováveis, como a eólica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Isto é muito positivo", disse Niklas Hoehne, diretor de política energética e climática da consultoria Ecofys.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Ele reforçou, no entanto, que as emissões chinesas são superiores ao  previsto inicialmente em razão do "rápido crescimento econômico" do  país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama se comprometeu a reduzir  as emissões em 17% com relação aos níveis de 2005, mas enfrenta a  oposição férrea dos republicanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Muitos deles questionam as evidências científicas das &lt;span id="CHAVE_3980" title="3980/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;  e afirmam que importantes reduções no uso de petróleo e outros  combustíveis fósseis representariam uma nova carga para a já atribulada  economia americana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   As negociações no Panamá, iniciadas no sábado passado e que se estendem  até a próxima sexta-feira, visam a tirar do ponto morto em que se  encontram alguns aspectos chave da próxima conferência das Nações Unidas  sobre &lt;span id="CHAVE_4373" title="4373/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Mudanças Climáticas&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O maior entrave está no futuro do Protocolo de Kyoto, que exige dos  países desenvolvidos que reduzam suas emissões de dióxido de carbono. As  obrigações impostas por este tratado terminam em 2012 e ainda não há um  pacto para renová-las.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os participantes não esperam o anúncio de algum acordo, mas sim  estabelecer as bases para a conferência de Durban, que começará em 28 de  novembro e é vista como a última oportunidade de se tomar uma decisão  com relação ao período pós-Kyoto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Último Segundo - IG&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7066490891913519854?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7066490891913519854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7066490891913519854&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7066490891913519854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7066490891913519854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/10/planeta-esta-longe-de-mitigar-mudancas.html' title='Planeta está longe de mitigar mudanças climáticas, alerta estudo'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8dq0nx2C5w4/To3PqjIrkJI/AAAAAAAAAJE/EeVQxYvjKkU/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-2184109843775780115</id><published>2011-10-06T12:52:00.001-03:00</published><updated>2011-10-06T12:54:34.414-03:00</updated><title type='text'>Um concurso de beleza natural</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-LEmSM2g_4IM/To3PGXc-zXI/AAAAAAAAAI8/J2GuIckhJrY/s1600/imagem.php.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 141px; height: 180px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-LEmSM2g_4IM/To3PGXc-zXI/AAAAAAAAAI8/J2GuIckhJrY/s400/imagem.php.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660408014956318066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt"&gt;BAY OF FUNDY: única concorrente canadense ao título de nova maravilha da Natureza &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   Daqui a pouco mais de um mês o mundo conhecerá as sete maravilhas da  Natureza. Obra do mesmo suíço-canadense Bernard Weber que fez do nosso  Cristo Redentor uma das novas maravilhas do mundo moderno erguidas pelo  Homem. No Canadá, a campanha em New Brunswick para emplacar o candidato  Bay of Fundy (na foto ao lado) tem sido intensa. A América Norte  concorre ainda com o bem mais conhecido Grand Canyon. Galápagos, cuja  beleza foi registrada pelo fotógrafo Gustavo Miranda na reportagem de  capa desta edição, é o concorrente do Equador. O Brasil está  representado pela &lt;span id="CHAVE_652" title="652/18 | 17683" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Floresta Amazônica&lt;/span&gt;  e pelas Cataratas do Iguaçu. Europa, Ásia, Oriente Médio e Oceania  também apresentam seus candidatos. Nesta última fase, 28 concorrentes  nos cinco continentes disputam a preferência de eleitores em todo o  mundo. A votação é aberta e pode ser feita pela internet no site  new7wonders.com ou no Facebook, e ainda por telefone (SMS), até o dia 11  de novembro. Basta escolher os seus sete favoritos entre os finalistas  que listamos a seguir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A Bay of Fundy entra na disputa com uma das maiores variação de marés  (de cerca de 16 metros) criando um ecossistema marinho dinâmico e  diverso e que faz com que sua estranha paisagem se destaque como um  ícone deste fenômeno natural. Na maré baixa, os visitantes caminham no  chão do oceano. Na maré alta, navega-se ou flutua-se em caiaques pelas  falésias formadas pela erosão natural. Não é uma praia de areias  brancas. Mas a paisagem é bonita e estranhamente diferente. Para  promover seu candidato, estudantes de diversas universidade canadenses  em campanha se cobriram de lama até os ombros para formar um número sete  humano no solo lamacento que fica exposto com a maré baixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Em New Brunswick, não se fala em outra coisa - em inglês ou francês, já que lá a província é oficialmente bilíngue.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - Seria muito bom para o turismo, faria uma grande diferença para a  economia local - diz um membro da assembléia legislativa de St. John  Harbour.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Porto Rico, na América Central, concorre com a floresta nacional El  Yunque e os Estados Unidos tiram uma casquinha, pois apresentam o  candidato como única floresta tropical no sistema de parques nacionais  americanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Descendo para os candidatos sul-americanos, a Venezuela tem Santo  Ángel, retratada no filme de animação "Up - Altas aventuras"  (Disney/Pixar, 2009), listada entre as dez mais bonitas do mundo pela  CNN. Mas o Brasil tem as Cataratas do Iguaçu, que também estão na lista  da CNN publicada em março deste ano e devem angariar votos tantos dos  brasileiros como dos hermanos argentinos, já que a candidatura divide  honras e torcida com o país vizinho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Do lado de cá, onde o parque recebe mais de um milhão de visitantes por  ano, a campanha começa a esquentar. O alpinista de Foz do Iguaçu  Waldemar Niclevicz, que já escalou o Everest duas vezes (pelos dois  lados, Nepal e Tibete) vai atravessar as cataratas de tirolesa e  representantes da fundação New7Wonders sobrevoarão o local a bordo de um  dirigível nos próximos dias 10, 11 e 12 de outubro. Niclevicz e Mozart  Catão foram os primeiros brasileiros a alcançar o topo do Everest, em  1995. Já a candidatura da &lt;span id="CHAVE_3229" title="3229/18 | 17683" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Floresta Amazônica&lt;/span&gt; une também Bolívia, Colômbia, Equador, França (pela Guiana Francesa), Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Globo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-2184109843775780115?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/2184109843775780115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=2184109843775780115&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2184109843775780115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2184109843775780115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/10/um-concurso-de-beleza-natural.html' title='Um concurso de beleza natural'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-LEmSM2g_4IM/To3PGXc-zXI/AAAAAAAAAI8/J2GuIckhJrY/s72-c/imagem.php.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-5746504949792998555</id><published>2011-10-04T12:57:00.002-03:00</published><updated>2011-10-04T13:00:27.577-03:00</updated><title type='text'>Pará é campeão de desmatamento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-T67jgXgAmrI/TostkLmMwLI/AAAAAAAAAI0/M_FJG9oN9Gs/s1600/11.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 194px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-T67jgXgAmrI/TostkLmMwLI/AAAAAAAAAI0/M_FJG9oN9Gs/s400/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659667456332710066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O Pará foi responsável por quase um terço do &lt;span id="CHAVE_63" title="63/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;  da Amazônia registrado em agosto. Dos 164 quilômetros quadrados (km²)  de floresta derrubados no período, 52,8 km² estavam no estado, de acordo  com os números divulgados hoje (3) pelo Instituto Nacional de Pesquisas  Espaciais (Inpe).&lt;p&gt;   Mato Grosso e Rondônia aparecem em seguida, com 47,8 km² e 22,92 km² de  floresta derrubados em agosto, respectivamente. O Inpe também registrou  21,7 km² de novos &lt;span id="CHAVE_472" title="472/13 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamentos&lt;/span&gt;  no Amazonas, 10,8 km² em Roraima e 5,2 km² no Acre. Em Tocantins, foi  desmatado no período a área de 1,88 km² e no Maranhão, 0,49 km². Em  agosto, os satélites conseguiram observar quase toda a área da Amazônia  Legal, porque apenas 3% do território estavam encobertos por nuvens.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Pará tem liderado o ranking mensal de desmatamento desde junho,  segundo dados do sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real  (Deter). De janeiro a agosto de 2011, o estado acumula 399 km² de novas  áreas desmatadas, e só fica atrás de Mato Grosso, que soma 769 km² por  causa de um pico da devastação em abril, que levou o governo a instalar  um gabinete de crise e reforçar as operações de fiscalização na região.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Na avaliação da taxa de desmatamento anual, consolidada por outro  sistema do Inpe, o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na  Amazônia Legal (Prodes), os números do Pará também aparecem na frente.  Em 2010, o estado desmatou sozinho 3.770 km², mais da metade de toda a  derrubada registrada na Amazônia Legal no período. Os demais oito  estados do bioma desmataram, juntos, 3.230 km².&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Pará tem 16 municípios na lista das 48 cidades que mais desmatam a  Amazônia. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, defendeu,  durante a apresentação dos dados do Inpe, mais articulação com as  prefeituras para combater o desmatamento, principalmente as derrubadas  menores, espalhadas em pequenos polígonos, mais difíceis de identificar  pelos satélites que medem a devastação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Diário de Cuiabá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-5746504949792998555?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/5746504949792998555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=5746504949792998555&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5746504949792998555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5746504949792998555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/10/para-e-campeao-de-desmatamento.html' title='Pará é campeão de desmatamento'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-T67jgXgAmrI/TostkLmMwLI/AAAAAAAAAI0/M_FJG9oN9Gs/s72-c/11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-212514813845619824</id><published>2011-09-28T13:06:00.002-03:00</published><updated>2011-09-28T13:09:53.574-03:00</updated><title type='text'>Aquecimento global acelera mortes por doença respiratória na Europa, diz estudo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-AQDvQIRgrGE/ToNGaISFmUI/AAAAAAAAAIs/61caSYSlJRM/s1600/imagem.php.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 101px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-AQDvQIRgrGE/ToNGaISFmUI/AAAAAAAAAIs/61caSYSlJRM/s400/imagem.php.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657442971621366082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mudança no clima estimula a formação de  ozônio próximo à superfície, em prejuízo da saúde. Aumento do número de  mortes é estimado entre 10% e 14% na Bélgica, França, Espanha e  Portugal&lt;/span&gt;&lt;p&gt;   Cientistas alertam que o número de mortes ligadas à mudança climática  vai aumentar em vários países europeus nos próximos 60 anos. Os maiores  prejudicados serão Bélgica, França, Espanha e Portugal, onde o número de  mortes pode aumentar entre 10% e 14%. O novo estudo foi apresentado  nesta terça-feira, no Congresso Anual da Sociedade Respiratória  Europeia, em Amsterdam (Holanda).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;CAMADA DE OZÔNIO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A camada de ozônio é um escudo protetor da radiação solar entre 16 e 30  quilômetros de altitude. Ela tem 20 quilômetros de espessura e abriga  90% do ozônio presente na atmosfera. Se os raios solares não fossem  filtrados por ela, toda a vida deixaria de existir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;OZÔNIO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O ozônio é uma molécula composta por três átomos de oxigênio. Ele se  forma quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem por causa da  radiação ultravioleta. Os átomos separados combinam-se novamente com  outras moléculas de oxigênio formando o ozônio (O3). É um gás na  temperatura ambiente altamente reativo e oxidante que consegue absorver a  parte nociva da radiação ultravioleta. Em seres humanos, causa  irritações nos olhos e vias respiratórias bem como o agravamento de  doenças respiratórias preexistentes, como a asma. Doenças e reações  alérgicas tais como rinite, otite, amidalite, sinusite, bronquite e  pneumonia também podem ser causadas pela presença de uma maior  concentração de ozônio. Os cílios das vias aéreas, que removem as  impurezas, são os primeiros a perderem a função. Por isso, a capacidade  da pessoa se defender dos microrganismos cai, propiciando o aparecimento  das enfermidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A pesquisa mostra a análise de modelos climáticos frente às emissões de gases que aceleram o efeito estufa e seus efeitos na &lt;b&gt;camada de ozônio&lt;/b&gt;  em quatro períodos: passado (1961-1990); situação atual (1990-2009);  futuro próximo (2012-2050); e futuro distante (2041-2060). Os resultados  revelaram que desde 1961, Bélgica, Irlanda, Holanda e Reino Unido  tiveram o maior impacto em mortes relacionadas ao &lt;b&gt;gás ozônio&lt;/b&gt; por causa da mudança do clima.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   De acordo com os pesquisadores, o aumento de temperatura favorece a  concentração de ozônio perto da superfície da Terra. Apesar de formar um  escudo na alta atmosfera e proteger o planeta dos nocivos raios  ultravioletas vindos do Sol, aqui na superfície o ozônio é um poluente  oxidante prejudicial à saúde. O gás está ligado à hospitalização e  mortes causadas por problemas com o sistema respiratório.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os resultados da pesquisa preveem que nos próximos 50 anos o maior  número de mortos será na Bélgica, Espanha e Portugal. Esses países  deverão ter um aumento entre 10% e 14% no número de mortes causadas pela  inalação do ozônio induzido pelas &lt;span id="CHAVE_2996" title="2996/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mudança do clima  que ocorre desde a década de 1970 já causou mais de 140.000 mortes  anualmente até 2004. Além dos impactos no ar limpo, água potável e  plantio de alimentos, as &lt;span id="CHAVE_3248" title="3248/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt; também a a malária e aquelas que causam diarreia são particularmente sensíveis à mudança do clima.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os especialistas esperam que o estudo ajude a mudar as políticas de  saúde pública para a mudança do clima. "A poluição aérea é a maior  ameaça ambiental da Europa", disse Marc Decramer, presidente da  Sociedade Respiratória da Europa. "Se não agirmos para reduzir os níveis  de ozônio e outros poluentes, mais pessoas serão hospitalizadas,  teremos mais gastos com remédios e perderemos milhões de dias de  trabalho", alertou. "Pedimos a colaboração entre os profissionais de  saúde e os políticos para proteger as populações vulneráveis dos efeitos  danosos dos poluentes na atmosfera."&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Veja Online&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-212514813845619824?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/212514813845619824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=212514813845619824&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/212514813845619824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/212514813845619824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/aquecimento-global-acelera-mortes-por.html' title='Aquecimento global acelera mortes por doença respiratória na Europa, diz estudo'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AQDvQIRgrGE/ToNGaISFmUI/AAAAAAAAAIs/61caSYSlJRM/s72-c/imagem.php.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6694046702861777534</id><published>2011-09-28T12:59:00.002-03:00</published><updated>2011-09-28T13:05:25.000-03:00</updated><title type='text'>Código Florestal pode comprometer posição brasileira na Rio+20</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-_WDWW0L1Gwc/ToNFn5epr0I/AAAAAAAAAIk/XMINJvclp54/s1600/13.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 312px; height: 162px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-_WDWW0L1Gwc/ToNFn5epr0I/AAAAAAAAAIk/XMINJvclp54/s400/13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657442108654071618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segundo ambientalista, mesmo que o objetivo da Rio+20 não seja definir  protocolos vinculantes, os governos serão cobrados a cumprir acordos e  assumir medidas que, de fato, levem à transição para uma economia verde&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   A flexibilização do &lt;b&gt;Código Florestal&lt;/b&gt; e a manutenção de  investimentos em grandes projetos de infraestrutura na Amazônia podem  colocar o governo brasileiro em uma  saia justa  durante a Conferência  da Organização das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a &lt;b&gt;Rio+20&lt;/b&gt;, que o país vai sediar em junho de 2012. A avaliação é do coordenador do &lt;span id="CHAVE_595" title="595/27 | 17719" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Grupo de Trabalho Amazônico&lt;/span&gt;, que representa 602 organizações da região, Rubens Gomes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Durante o seminário regional sobre economia verde na Amazônia, Amazônia  rumo à Rio+20, que discute as prioridades da região para a conferência,  Gomes apontou que a redução da proteção das florestas e a construção de  grandes empreendimentos à revelia de populações tradicionais, como a &lt;b&gt;Usina Hidrelétrica de Belo Monte&lt;/b&gt;,  podem comprometer a legitimidade da proposta que o governo brasileiro  está preparando para contribuir com o texto-base da conferência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Na Rio+20 vamos discutir uma nova economia, um novo modelo de  desenvolvimento, mas com que base? É uma análise que tem que se fazer  com seriedade. O Brasil precisa continuar tendo um papel de liderança do  crescimento sustentável, de redução do desmatamento, de combate à  pobreza. Mas para cumprir acordos internacionais, para que consiga  manter compromissos, tem que ter posições firmes com relação a mudanças  no Código Florestal e em relação a essas grandes obras impactantes ,  disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo Gomes, mesmo que o objetivo da Rio+20 não seja definir  protocolos vinculantes, os governos serão cobrados a cumprir acordos e  assumir medidas que, de fato, levem à transição para uma economia verde,  ponto-chave da conferência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A Rio+20 não será a revisão da Eco 92, mas não tem como apagar os  compromissos firmados, a sociedade vai cobrar , declarou Gomes, em  referência a inciativas como a Agenda 21, um plano de ação criado na  conferência de 1992 a fim de orientar os países para o desenvolvimento  sustentável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Além do GTA, outras organizações da sociedade civil, representantes de  governos, movimentos sociais, empresários povos tradicionais participam  do seminário, que discute uma agenda de prioridades da Amazônia para a  Rio+20.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6694046702861777534?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6694046702861777534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6694046702861777534&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6694046702861777534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6694046702861777534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/codigo-florestal-pode-comprometer.html' title='Código Florestal pode comprometer posição brasileira na Rio+20'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-_WDWW0L1Gwc/ToNFn5epr0I/AAAAAAAAAIk/XMINJvclp54/s72-c/13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-2323057491567332626</id><published>2011-09-25T20:35:00.001-03:00</published><updated>2011-09-25T20:35:53.858-03:00</updated><title type='text'>Miriam Leitão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #5e5e5e; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;b&gt;Futuro ameaçado&lt;/b&gt;&amp;nbsp;"Dizem que vai chover neste fim de semana", me diz, esperançoso, o motorista da Globo em Brasília. Quem vem à capital sempre, como eu faço há três décadas, percebe que as secas têm piorado. O ar em Brasília esteve irrespirável nesta estação em que no centésimo dia sem chuva nasceu minha neta Manuela. Os governantes não têm ideia de que é preciso mitigar os efeitos do clima.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #5e5e5e; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="noticia-texto" style="font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;div id="texto" style="font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bg2SNxk727I/Tn-6vv-hatI/AAAAAAAAAA4/ese_mgrITkY/s1600/seca-Brasilia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-bg2SNxk727I/Tn-6vv-hatI/AAAAAAAAAA4/ese_mgrITkY/s1600/seca-Brasilia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Os governantes que administram a capital concretada no Planalto Central, e que dirigem o país de tão abundante biodiversidade, não parecem ter muita noção das necessidades impostas nestes tempos de mudança climática. Um estudo do Imazon e do Proforest, comparando vários países, dá uma noção de como o debate no Brasil se passa como se fosse travado por alienistas.&lt;br /&gt;O Brasil quer mais facilidade para desmatar, quando inúmeros países que já desmataram estão reconstruindo cobertura florestal. A capital sofre rigores da seca, que fica pior a cada ano, e nunca pensou que pode tomar medidas de mitigação para o futuro que será de piores extremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a umidade do ar este ano chegou a 10%, senti aqui o que só havia sentido no deserto da Arábia Saudita. A mãe da presidente chegou a ser internada; a filha de cinco anos de uma ministra sangrava pelo nariz todas as noites. Quem chega de fora sente que tem piorado muito. Puxa-se o ar e é como se ele tivesse dificuldade de entrar nos pulmões, a mucosa nasal fica irritada, a coriza aumenta como numa crise alérgica, a garganta queima, a pele coça, o corpo pesa.&lt;br /&gt;Tudo isso é tratado com naturalidade. E não é normal. Brasília sempre teve invernos secos com calor de dia e frio à noite. O fogo começa em algum lugar, de repente. Uma das&amp;nbsp;&lt;span id="CHAVE_1693" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1693/9 | 17689"&gt;queimadas&lt;/span&gt;&amp;nbsp;que vi jogou para o ar material particulado que me provocou uma forte reação alérgica. Tudo tem ficado pior a cada ano e a cidade está mergulhada em discussões que parecem bizarras para quem chega de fora e tem noção do contexto.&lt;br /&gt;Os governantes querem autorizar um estacionamento numa área de preservação perto do aeroporto, querem um shopping sobre nascentes que alimentam o Parque Olhos D"Água, na Asa Norte, e a Floresta Nacional vai minguando por ocupações e incêndios. Há uma guerra de pareceres sobre se a água que surge no parque é nascente ou de origem fluvial. É água numa terra calcinada, é isso que importa. Uma foto exibida na sexta-feira no Bom Dia DF mostra como partes do parque que tinham nascentes foram cimentadas para construções. O governo não se dá conta de que é preciso urgente adotar medidas de mitigação para enfrentar secas mais secas e mais longas. É preciso mais cobertura vegetal em Brasília e não mais concreto.&lt;br /&gt;O Brasil inteiro trabalha na direção contrária à lógica e ao bom senso. Este ano o desmatamento está aumentando. No mínimo, o governo deveria se preocupar com a imagem externa, afinal o Brasil está na vitrine por hospedar no ano que vem a Rio 20.&lt;br /&gt;O debate do Código Florestal ressuscita argumentos do século passado sobre as florestas como impedimento ao progresso. Santa Catarina passou por duas enchentes terríveis, a Região Serrana do Rio soterrou moradores, o caudaloso Rio Negro na Amazônia vive mais uma seca recorde que o transformou num fio d"água. E mesmo assim, o Brasil quer menos áreas de preservação permanente (APP).&lt;br /&gt;Brasília e Brasil têm o mesmo comportamento alienado. É como se as&amp;nbsp;&lt;span id="CHAVE_3347" style="color: navy; font-weight: bold;" title="3347/19 | 17701"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;&amp;nbsp;não estivessem em nossos calcanhares, ameaçando o futuro dos brasileiros que nascem hoje. Minha primeira neta, Mariana, aos 5 anos, tem mais consciência ambiental do que a maioria dos senadores que está hoje discutindo o Código Florestal. Ela é que alerta os pais e avós sobre separação de lixo e detesta histórias em que os bichos morrem. O futuro não nos pertence - é das crianças - mas sobre ele tomamos decisões perigosas e insensatas.&lt;br /&gt;O estudo do Imazon e Proforest nasceu de uma dúvida que surgiu numa reunião do Greenpeace. Será mesmo verdade que o Código Florestal, com as restrições que querem flexibilizar, só existe no Brasil, como a jabuticaba? Quando os ruralistas dizem que um código assim só existe no país querem facilidade para desmatar, perdão para quem desmatou. Quando os ambientalistas estufam o peito e dizem que uma legislação boa assim é criação brasileira se enfraquecem sem saber. O estudo compara legislações do mundo e conclui que o desafio em todos os países é proteger e aumentar coberturas florestais. Estamos na contramão da História.&lt;br /&gt;O estudo foi feito por Ruth Nussbaum, do Proforest, afiliado à Universidade de Oxford, na Inglaterra, e Adalberto Veríssimo, do Imazon. Mostra que quase todos os países seguiram a mesma trilha: aumentaram o desmatamento no começo do século XX, depois estabilizaram e, em seguida, iniciaram programas de reconstrução das coberturas florestais. O Brasil ainda permanece preso à primeira fase e nos últimos anos tudo o que teve para comemorar foi queda do ritmo da destruição. Este ano nem isso poderá comemorar porque o desmatamento aumentou.&lt;br /&gt;O estudo, que será divulgado no começo de outubro, traz estatísticas e constatações. A primeira é que as leis nos países analisados - Estados Unidos, Inglaterra, China, Holanda, Alemanha, entre outros - favorecem o aumento da cobertura e não o contrário; a segunda é que o desmatamento zero é possível; a terceira é que floresta é riqueza e não obstáculo.&lt;br /&gt;O cerrado que queima no coração do Brasil, a Amazônia que tomba ao ritmo de 10 mil km2 por ano, os últimos fragmentos da frágil Mata Atlântica precisam que o Brasil veja o futuro que se aproxima.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-2323057491567332626?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/2323057491567332626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=2323057491567332626&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2323057491567332626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2323057491567332626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/miriam-leitao.html' title='Miriam Leitão'/><author><name>Dal Marcondes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-sVKcR2D4QBA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAM4/1T2xn39cpbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bg2SNxk727I/Tn-6vv-hatI/AAAAAAAAAA4/ese_mgrITkY/s72-c/seca-Brasilia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-2149510472324589361</id><published>2011-09-22T12:53:00.000-03:00</published><updated>2011-09-22T12:54:18.324-03:00</updated><title type='text'>Índios denunciam omissão do poder público contra invasão de madeireiros</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-OjFMcMUmjlY/TntZ_zi0G3I/AAAAAAAAAIc/tn2xI7bU0ls/s1600/imagem.php.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 218px; height: 135px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-OjFMcMUmjlY/TntZ_zi0G3I/AAAAAAAAAIc/tn2xI7bU0ls/s400/imagem.php.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5655212709796649842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   Índios Awá-Guajá, acompanhados de missionários do Conselho Indigenista  Missionário (Cimi) e de representantes da Comissão de Direitos Humanos  da Ordem dos Advogados do Brasil, no Maranhão (OAB-MA), participaram de  uma reunião no Ministério Público Federal (MPF), no Bairro da Areinha,  para denunciar a omissão dos poderes públicos, em especial a da Fundação  Nacional do Índio (Funai), em relação à ocupação ilegal feita por  madeireiros em terras demarcadas. Os quatro índios, que fazem parte da  terra indígena Caru, estiveram em São Luís. Eles já teriam sofrido  violências e estariam sendo ameaçados de morte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   De acordo com José Andrade, agente do Cimi, há cerca de seis anos a  terra indígena Caru, área de 170 mil hectares, localizada no município  de Bom Jardim, vem sendo devastada pela ação ilegal de madeireiros. A  região é composta por quatro aldeias, sendo três do povo Awá Guajá e uma  dos Guajajara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo José Andrade, a população que compõe os Awá Guajá se  caracteriza por terem tido contato recente com outras etnias, diferentes  da indígena, ou por não ter tido contato até hoje, permanecendo  isolados. Esses grupos vivem da caça e coleta, e têm sua sobrevivência  ameaçada com a destruição da fauna, da flora e com o assoreamento dos  rios, por parte da ação dos madeireiros. Além disso, fazem parte da  última área de reserva florestal que compõe a &lt;span id="CHAVE_1399" title="1399/18 | 17683" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Floresta Amazônica&lt;/span&gt;  no Maranhão. "Esses madeireiros vem aliciando índios Gujajara para  vender madeira dentro das aldeias, em troca de dinheiro, roupas, motos,  por exemplo. Os Awá não aceitam a invasão e por esse motivo sofrem  retaliações. Nos últimos meses, os madeireiros chegaram a ficar apenas 3  a 4 quilômetros das aldeias, ameaçando o modo de vida dessas  comunidades", explicou José Andrade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Omissão da Funai - Conforme explicou o procurador da República  Alessandro Soares, a primeira preocupação do MPF é com a fiscalização  dessas terras que estão completamente demarcadas. Segundo o procurador,  essa responsabilidade é da Funai, e ao desempenhá-la de forma correta,  os problemas de segurança desses povos, que está atrelado inteiramente  ao respeito ao seu modo e local de sobrevivência, podem ser resolvidos.  "A polícia que existe na área indígena é a Funai. Ela que é a  responsável por fiscalizar as áreas demarcadas e que estão sendo  invadidas pelos madeireiros. Nós vamos cobrar uma presença mais efetiva  do órgão para que, se for necessário a ação de uma força nacional na  região, que ela acione. A verdade é que existe uma necessidade da  presença do Estado Nacional nesta questão", declarou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Alessandro Soares afirmou que os últimos trabalhos da Funai nesse  conflito só ocorreram em função de uma ordem judicial provocada pelo  MPF, quando esta deveria ocorrer de forma espontânea e rotineiramente.  "Não temos nem mesmo como identificar quanto da terra já foi devastado  ou quantos madeireiros agem nessa região, uma vez que estes dados  deveriam ser repassados pela Funai, que não vem cumprindo com seu papel.  A proteção dessas áreas representa, sim, a proteção de etnias e povos, e  também do que resta da Amazônia no Maranhão", afirmou o representante  do MPF.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O caso foi registrado na Polícia Federal que, segundo o procurador da  República, já começou a traçar estratégias para garantir a proteção das  terras e dos grupos indígenas. Representantes do Cimi declararam que já  procuraram os órgãos públicos estaduais, que teriam alegado que não  possuem estrutura e recursos para agir em defesa dos povos indígenas e  manter um acompanhamento permanente na região.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Já a Comissão de Direitos Humanos da OAB-MA, conforme explicou o  advogado Diogo Cabral, já começou a articular em parceria com o Cimi a  mobilização junto aos mecanismos internacionais de proteção aos direitos  humanos, tais como a Organização Internacional do Trabalho (OIT),  Comissão Internacional de Direitos Humanos e Anistia Internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Casos graves - Segundo Madalena Borges, missionária do Cimi, no dia 26  de agosto deste ano a Aldeia Tiracambú foi encontrada por um grupo de  missionários sem nenhum representante da Funai e tomada por madeireiros  armados, aliciando os indígenas. Logo depois, após ação conjunta do  Ibama, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, os Awá-Guajá  tiveram sua aldeia invadida e a base do Cimi no local foi parcialmente  incendiada, com um saldo de documentos e arquivos destruídos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Dias depois, um membro da aldeia foi espancado por madeireiros quando  caçava, juntamente com sua família. O ataque foi uma retaliação, uma vez  que os Awá não aceitam a invasão e a devastação de suas terras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Jornal Pequeno&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-2149510472324589361?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/2149510472324589361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=2149510472324589361&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2149510472324589361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2149510472324589361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/indios-denunciam-omissao-do-poder.html' title='Índios denunciam omissão do poder público contra invasão de madeireiros'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-OjFMcMUmjlY/TntZ_zi0G3I/AAAAAAAAAIc/tn2xI7bU0ls/s72-c/imagem.php.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-1474924958278416344</id><published>2011-09-20T12:02:00.003-03:00</published><updated>2011-09-20T12:11:04.567-03:00</updated><title type='text'>IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental Imprensa e meio ambiente, uma aliança necessária</title><content type='html'>&lt;!--[if !mso]&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes; 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A oportunidade é o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (IV CBJA), realizado na cidade do Rio de Janeiro-RJ, pela Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a preocupação é com o desenvolvimento sustentável, a Rio+20 é a mais importante reunião na agenda mundial. Para colaborar com essa desafiadora cobertura da mídia, o IV CBJA contará com painéis, debates e oficinas voltados ao tema. A abertura dessa programação fica por conta do pensador Ignacy Sachs, ecossocioeconomista da École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros temas em voga na agenda ambiental brasileira também serão tratados em palestras de inspiração, painéis e oficinas do CBJA: vão desde economia verde até o uso das redes sociais, passando por espiritualidade, resíduos sólidos e impactos das mudanças climáticas. O CBJA terá inscrições gratuitas, graças ao patrocínio master de Fundo Vale e Petrobras e patrocínio premium de Fundação Banco do Brasil, Itaú e Caixa Econômica Federal. Os interessados já podem se inscrever pelo site oficial www.jornalismoambiental.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SERVIÇO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quê: IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde: PUC-Rio - R. Marquês de São Vicente, 225 - Gávea, Rio de Janeiro-RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando: 17, 18 e 19 de novembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Carolina Amaral: carol@envolverde.com.br / 11 8639-3152&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site oficial: &lt;a href="http://www.blogger.com/www.jornalismoambiental.org.br"&gt;www.jornalismoambiental.org.br&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-mso-ansi-language:#00FF; mso-fareast-language:#00FF;mso-bidi-language:#00FFfont-family:Calibri;" &gt;&lt;a href="http://www.jornalismoambiental.org.br/"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-mso-fareast-language:#00FF; mso-bidi-language:#00FFfont-family:Calibri;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-1474924958278416344?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/1474924958278416344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=1474924958278416344&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1474924958278416344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1474924958278416344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/iv-congresso-brasileiro-de-jornalismo.html' title='IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental Imprensa e meio ambiente, uma aliança necessária'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-2228207379346716493</id><published>2011-09-20T11:58:00.002-03:00</published><updated>2011-09-20T12:01:22.157-03:00</updated><title type='text'>Olhar ambiental de Cândido Portinari</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-Vej2Ydaq0VQ/TniqtSi8ZlI/AAAAAAAAAIM/HC3vCZEiNeE/s1600/portinari_meio_ambiente.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 202px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Vej2Ydaq0VQ/TniqtSi8ZlI/AAAAAAAAAIM/HC3vCZEiNeE/s400/portinari_meio_ambiente.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654457027212895826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;div id="texto"&gt;&lt;p&gt;Crianças e jovens de quatro cidades do Sul da Bahia tiveram a  oportunidade aprender sobre preservação do meio ambiente a partir de  obras do pintor Cândido Portinari. O Projeto Portinari, criado para  preservar o acervo do artista, organizou uma exposição itinerante com 22  quadros que retratam temas como água, recursos minerais, o equilíbrio  entre o ser humano e a natureza e florestas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A exposição percorreu, durante quatro meses, Ilhéus, Canavieiras, Una e  Belmonte. Elas foram escolhidas por serem territórios de atuação da  companhia Queiróz Galvão, empresa patrocinadora, que investiu R$500 mil  na iniciativa. Em cada um dos municípios, a equipe do Projeto Portinari  permaneceu por 15 dias. Além de incentivar a visitação de mais de seis  mil pessoas à exposição, a equipe desenvolveu oficinas de arte com  alunos e capacitou professores de escolas públicas para trabalharem com  as imagens dos quadros na sala de aula.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - Nós produzimos um material rico sobre a obra de Portinari e sobre a  relação dela com a preservação ambiental. Este material foi distribuído  aos 164 professores que participaram da capacitação - contou Sueli  Avelar, responsável pelo desenvolvimento do projeto, que foi batizado de  "Portinari para todos".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os professores ganharam um baú com as 22 pranchas reproduzindo os  quadros da exposição - entre eles Marinha, de 1951; Favela ao Amanhecer,  de 1960; Terra, de 1945; e &lt;span id="CHAVE_1449" title="1449/18 | 17683" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Floresta Amazônica&lt;/span&gt;,  de 1957 - e mais um livro de atividades para os aluno e um outro com  textos de referência sobre as obras e sugestões de atividades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Antes de chegar ao sul da Bahia, o projeto já havia sido realizado com  comunidades ribeirinhas da região amazônica e no Mato Grosso. No ano que  vem, a exposição percorrerá outras cidades na Bahia e deve chegar às  escolas públicas do Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para João Cândido Portinari, filho do pintor, ampliar o acesso ao  acervo de seu pai para pessoas que jamais teriam chance de conhecer de  perto os quadros, é respeitar a vocação da obra do artista:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   - A pintura de Portinari retrata as questões do Brasil e ressalta  valores caros à nossa sociedade, como a paz, o respeito ao próximo, a  humanidade. Este projeto nada mais é do que o exercício da cidadania que  ele tanto sempre defendeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Globo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-2228207379346716493?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/2228207379346716493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=2228207379346716493&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2228207379346716493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2228207379346716493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/olhar-ambiental-de-candido-portinari.html' title='Olhar ambiental de Cândido Portinari'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Vej2Ydaq0VQ/TniqtSi8ZlI/AAAAAAAAAIM/HC3vCZEiNeE/s72-c/portinari_meio_ambiente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7813566467556942222</id><published>2011-09-14T13:04:00.001-03:00</published><updated>2011-09-14T13:06:28.754-03:00</updated><title type='text'>Falta verba para monitorar desmatamento no cerrado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-u4Vxa4tDi5w/TnDQ-CEJnwI/AAAAAAAAAIE/F3AJ9aUXzSk/s1600/imagem.php2.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 217px; height: 153px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-u4Vxa4tDi5w/TnDQ-CEJnwI/AAAAAAAAAIE/F3AJ9aUXzSk/s400/imagem.php2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5652247296474717954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;b&gt;Sistema de controle anunciado em 2010 ainda não saiu do papel&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prometido há um ano pelo governo, o sistema de detecção do desmatamento  no cerrado em tempo real, usando imagens de satélite, ainda não saiu do  papel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Ele seria feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais),  nos mesmos moldes do Deter, que vigia a Amazônia. A previsão era de que  estivesse em funcionamento neste ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Pergunte se o Inpe recebeu dinheiro", disse o diretor do instituto,  Gilberto Câmara. A falta de verba também deixou empacada a parceria  entre o Inpe e o Ibama para criar um sistema que desse a taxa anual de  desmate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Hoje, ela é medida anualmente por um sistema do Ibama que é bem mais simples que o Prodes (do Inpe, que dá a taxa de &lt;span id="CHAVE_778" title="778/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt; na Amazônia). O sistema não dá taxas anuais, nem diferencia vegetação secundária de cerrados nativos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O monitoramento começou somente em 2009. Até então, o governo tinha  apenas uma estimativa pontual da destruição do cerrado (15,7 mil km2 ao  ano). Com base nessa estimativa foi definida a meta de redução de 40% na  derrubada do bioma até 2020.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O que os satélites revelaram, porém, foi um número bem diferente. Os  dados de 2010, divulgados ontem por Teixeira, por exemplo, mostram 6.469  km2 desmatados, ou quatro vezes a área da cidade de São Paulo. Isso  representa uma queda de 15% em relação a 2009 (7.637 km2). No total, o  cerrado já perdeu 48,5% de sua área original.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O desmatamento se concentrou no chamado "Mapito" (Maranhão, Piauí e  Tocantins), a nova fronteira do agronegócio do país. Segundo Mauro  Pires, coordenador do plano de controle de desmate no cerrado, a queda  não significa que a meta já tenha sido cumprida. A ministra Izabella  Teixeira (Meio Ambiente) disse que dará dinheiro de sua pasta ao Inpe  para criar o monitoramento no ano que vem.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Folha de S. Paulo&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7813566467556942222?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7813566467556942222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7813566467556942222&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7813566467556942222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7813566467556942222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/falta-verba-para-monitorar-desmatamento.html' title='Falta verba para monitorar desmatamento no cerrado'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-u4Vxa4tDi5w/TnDQ-CEJnwI/AAAAAAAAAIE/F3AJ9aUXzSk/s72-c/imagem.php2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7961138369931375299</id><published>2011-09-14T13:01:00.002-03:00</published><updated>2011-09-14T13:03:50.328-03:00</updated><title type='text'>Ministério quer antecipar fim do uso de gás nocivo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-5oqmx1psSco/TnDQXfMiWtI/AAAAAAAAAH8/V3MqugGF22s/s1600/%25C3%258Dndice.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 178px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-5oqmx1psSco/TnDQXfMiWtI/AAAAAAAAAH8/V3MqugGF22s/s400/%25C3%258Dndice.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5652246634279623378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   O &lt;span id="CHAVE_19" title="19/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;  quer extinguir o uso de HCFCs até 2040. A ministra Izabella Teixeira  disse que o Brasil vai cumprir o protocolo de Montreal, assinado em 1990  e que determina o fim do uso de gases nocivos à Camada de Ozônio. O  HCFC (sigla de hidroclorofluorcarbonos, gases usados como fluídos  refrigerantes em geladeiras e aparelhos de ar-condicionado) passou a  substituir o CFC (clorofluorcarbono) comum desde 2004.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A diminuição será feita gradativamente com refução de 10% em relação à  linha base em 2015, 35% a menos em 2020, 67,5% em 2030, 97,5% de redução  em 2030 e 100% em 2040.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Durante coletiva na sede do MMA, a ministra izabella disse que o Brasil  vai tentar antecipar a eliminação dos gases. 'vamos tentar antecipar de  2040 para 2030. O prazo é longo pois foi negociado com toda a indústria  brasileira', disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O HCFC é usado em geladeiras, ar condicionado, painéis contínuos,  câmaras frigoríficas e espumas usadas em assentos e encostos de  veículos. Os gases contribuem para a destruição da camada de ozônio e o  aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Olhar Direto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7961138369931375299?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7961138369931375299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7961138369931375299&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7961138369931375299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7961138369931375299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/ministerio-quer-antecipar-fim-do-uso-de.html' title='Ministério quer antecipar fim do uso de gás nocivo'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5oqmx1psSco/TnDQXfMiWtI/AAAAAAAAAH8/V3MqugGF22s/s72-c/%25C3%258Dndice.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4917921120196031390</id><published>2011-09-14T12:58:00.001-03:00</published><updated>2011-09-14T13:01:03.032-03:00</updated><title type='text'>Estrago da Flona é o pior do país</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-dNhlnIZvY5A/TnDPsf0ocII/AAAAAAAAAH0/Z3fYyl1LqnQ/s1600/imagem.php.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 155px; height: 234px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-dNhlnIZvY5A/TnDPsf0ocII/AAAAAAAAAH0/Z3fYyl1LqnQ/s400/imagem.php.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5652245895713419394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou ontem que o  incêndio da Floresta Nacional foi criminoso e já é considerado o maior  do país. Segundo a direção da Flona, 53,9% dos 9,3 mil hectares da  reserva - dividida em quatro áreas - foram totalmente destruídos. A  ministra revelou que funcionários do Instituto Chico Mendes de  Conservação da Biodiversidade (ICMbio) flagraram e perseguiram um grupo  que estava no local quando as chamas começaram. Além disso, Izabella  Teixeira admitiu que faltam brigadistas na maioria das reservas do país.  Segundo ela, o ministério trabalha com os estados para incentivar a  contratação desses servidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Levantamento do ministério, divulgado ontem, indica que as &lt;span id="CHAVE_726" title="726/9 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;queimadas&lt;/span&gt;  são a principal causa de desmatamento do cerrado no Distrito Federal.  Mas, de acordo com a ministra, todo bioma no país é alvo não só de  incêndios no período da seca, mas do avanço da agropecuária, das cidades  e da produção de carvão vegetal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Nacionalmente, a destruição do cerrado foi menor. A área devastada  entre 2008 e 2009 foi de 7,6 mil km², uma perda de área de 0,37% ao ano.  Entre 2009 e 2010, o impacto foi de 6,4 mil km², 0,32% ao ano. Ainda  segundo o balanço do ministério, até 2002, pouco mais de um terço do DF  apresentava cobertura vegetal natural.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;b&gt;&lt;span id="CHAVE_1304" title="1304/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Desmatamento&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;Atualmente,  a região de cerrado da capital federal equivale a 580,2 mil hectares.  Entre 2009 e 2010, perdeu-se 0,5 hectare. Apesar de registrar diminuição  no ritmo do &lt;span id="CHAVE_1488" title="1488/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;  no cerrado em todo o Brasil, o monitoramento do ministério ainda é  falho. O órgão só passará a vigiar a progressão da devastação do bioma  ano a ano a partir de 2012. "O dano às florestas no DF deve ser levado a  sério, mas não ocorre na magnitude de outros estados. A região está  exposta a secas e &lt;span id="CHAVE_1798" title="1798/9 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;queimadas&lt;/span&gt;, principalmente. Esse ano e em 2010, tivemos áreas expostas a grandes incêndios", afirmou a ministra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   No ranking de desmatamento por estado, a posição da capital federal não  é das piores. Em 2009 e 2010, o DF ficou em nono lugar entre os que  mais tiveram o cerrado consumido. Este ano, somente em reservas  nacionais, o &lt;span id="CHAVE_2128" title="2128/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;  já aplicou 517 autos de infrações e o equivalente a R$ 142,6 milhões em  multas. "Houve redução na dinâmica do desmatamento em relação ao  período de 2002 a 2008, mas ainda não qualificamos o que é ilegal. Em  alguns estados, o desmatamento acontece em áreas que estão em  regeneração", detalhou a ministra Izabella Teixeira.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Correio Braziliense&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4917921120196031390?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4917921120196031390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4917921120196031390&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4917921120196031390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4917921120196031390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/estrago-da-flona-e-o-pior-do-pais.html' title='Estrago da Flona é o pior do país'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-dNhlnIZvY5A/TnDPsf0ocII/AAAAAAAAAH0/Z3fYyl1LqnQ/s72-c/imagem.php.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-3972365672547682678</id><published>2011-09-06T12:48:00.002-03:00</published><updated>2011-09-06T12:50:45.953-03:00</updated><title type='text'>Áreas de lixão no País terão de ser recuperadas até 2027</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-PcKCNuo-Bdg/TmZBT-6BsII/AAAAAAAAAHs/FSut040zmCg/s1600/12.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 266px; height: 189px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-PcKCNuo-Bdg/TmZBT-6BsII/AAAAAAAAAHs/FSut040zmCg/s400/12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649274594142564482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                &lt;p&gt;               &lt;/p&gt;Sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto de  2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos determina o fim dos  lixões, fixa planos de gestão dos resíduos sólidos e incentiva linhas de  financiamento para cooperativas. O plano nacional, elaborado pelo &lt;span id="CHAVE_938" title="938/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;  com o apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e  acompanhado por um comitê interministerial que reúne 12 pastas, integra  essa política.&lt;div id="noticia-texto"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;div id="texto"&gt;&lt;p&gt;   O documento lança metas que devem ser cumpridas mediante esforço dos  três entes federados (União, Estados e municípios) e será discutido em  cinco audiências públicas regionais e em outra em Brasília, no final do  ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Os objetivos dizem respeito ao governo federal, aos Estados, aos  municípios e aos consumidores. Precisamos de um esforço conjunto",  afirma o secretário de recursos hídricos e ambiente urbano, Nabil  Bonduki. "Estou otimista porque a lei está pegando. A consulta pública é  um período de aperfeiçoamento das informações", disse.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;          &lt;/span&gt;Com  fechamento decretado para agosto de 2014, os lixões ainda serão um  problema para as autoridades, que deverão se mobilizar para recuperar as  áreas contaminadas até 2027, prevê o Plano Nacional de Resíduos  Sólidos. O texto do plano, obtido com exclusividade pela reportagem,  estabelece, entre outras metas, a redução de 70% da quantidade de lixo  seco reciclável (papel, vidro, plástico) enviada a aterros sanitários  até 2015 e a manutenção a curto prazo do atual patamar de geração diária  de resíduos sólidos urbanos - de 1,1 kg por habitante. O plano será  colocado para consulta pública nesta semana no site do &lt;span id="CHAVE_615" title="615/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt; (www.mma.gov.br).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Diário do Comércio - SP - Online       &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-3972365672547682678?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/3972365672547682678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=3972365672547682678&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3972365672547682678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3972365672547682678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/areas-de-lixao-no-pais-terao-de-ser.html' title='Áreas de lixão no País terão de ser recuperadas até 2027'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PcKCNuo-Bdg/TmZBT-6BsII/AAAAAAAAAHs/FSut040zmCg/s72-c/12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4209510539365859408</id><published>2011-09-06T12:44:00.002-03:00</published><updated>2011-09-06T12:47:26.205-03:00</updated><title type='text'>Bolívia proíbe carros por um dia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-YCpTLrSKUUk/TmZAgvIpGbI/AAAAAAAAAHk/dXBeMvhvl7g/s1600/11.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 139px; height: 140px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-YCpTLrSKUUk/TmZAgvIpGbI/AAAAAAAAAHk/dXBeMvhvl7g/s400/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649273713735571890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O uso de carros foi proibido nesse  domingo (4) nas ruas de diversas cidades da Bolívia , no primeiro Dia  Nacional do Pedestre no país, que inclui até mesmoo transporte público. O  governo boliviano informou que quer aumentar a conscientização dos  cidadãos sobre os riscos que os carros oferecem ao meio ambiente.&lt;p&gt;   Durante todo o dia, automóveis e ônibus foram proibidos de circular na  capital, La Paz, e em outras cidades, entre as 9h e as 16h. Segundo uma  nova lei vigente no país, o dia do pedestre será comemorado sempre no  primeiro domingo de setembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A decisão de instituir o dia sem transporte ocorre em meio às polêmicas  envolvendo o presidente boliviano, Evo Morales, por causa  causa dos  planos de construção de uma estrada no meio da &lt;span id="CHAVE_746" title="746/18 | 17683" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;floresta amazônica&lt;/span&gt;  boliviana. Representantes de 64 comunidades indígenas lideram protestos  e cobram do governo ações que garantam a preservação do meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: BBC Brasil&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4209510539365859408?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4209510539365859408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4209510539365859408&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4209510539365859408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4209510539365859408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/bolivia-proibe-carros-por-um-dia.html' title='Bolívia proíbe carros por um dia'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-YCpTLrSKUUk/TmZAgvIpGbI/AAAAAAAAAHk/dXBeMvhvl7g/s72-c/11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7173954959994409747</id><published>2011-09-02T12:18:00.002-03:00</published><updated>2011-09-02T12:22:51.526-03:00</updated><title type='text'>Público poderá colaborar com debate sobre destinação de resíduos sólidos na página do Ministério do Meio Ambiente</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-AN03O_6sYVk/TmD0rWTLcEI/AAAAAAAAAHc/asNfgGSceMk/s1600/14.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 276px; height: 182px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-AN03O_6sYVk/TmD0rWTLcEI/AAAAAAAAAHc/asNfgGSceMk/s400/14.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647782958280175682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, lançou nesta semana a versão preliminar do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que vai  ser discutido, até o final do ano, em audiências públicas nas cinco  regiões do país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A partir da próxima semana, o público poderá dar contribuições à  matéria pela página do ministério na internet. As discussões vão  regulamentar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em  junho pelo governo. A próxima etapa será a definição da  responsabilidade sobre o trato e a gestão da destinação dos resíduos  sólidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   'Vai ficar definida a responsabilidade do cidadão e dos setores  públicos e privados', explicou a ministra. As discussões vão contar com  apoio de estudos sobre o assunto, feitos pelo Instituto de Pesquisa  Econômica Aplicada (Ipea) e, a nível interministerial, pelas  contribuições levadas ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama),  onde todos os setores da sociedade e do governo estão representados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   'A questão assume caráter social em muitos aspectos, como pela  participação dos catadores de rua, que são os verdadeiros agentes  ambientais nas grandes cidades, onde coletam o lixo', destacou a  ministra. Ela lembrou ainda que investir na reciclagem gera riqueza e  inclusão social, o que gera cidadania. O próximo Plano Plurianual de  Investimentos (PPA) - com a previsão de gastos do governo de 2012 a 2015  - deverá contemplar ações em torno da questão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para a ministra, a política do país para o trato dos resíduos sólidos  'merece destaque, ante a expectativa do Brasil se tornar a quinta  economia do mundo, quando terá que ser, também, uma nação mais justa,  com mais respeito ao meio ambiente, o que envolve uma mudança de  cultura'.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do ministério,  Nabil Bonduki, disse que, depois do trabalho de coleta de sugestões,  será possível estabelecer programas específicos e também definir  investimentos do governo nessa área. Segundo Bonduki, entre 2000 e 2008,  houve estabilidade na produção de lixo por habitante no país (1,1 quilo  por dia), o que mostra que, 'com campanhas, é possível avançar'.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Um dos setores que terá papel mais importante na área dos resíduos  sólidos é o da construção civil, que acumula, por ano, entre 80 milhões e  90 milhões de toneladas de rejeitos, diz Nobuki. 'É possível produzir  menos resíduos fazendo mais economia, com reaproveitamento.'&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7173954959994409747?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7173954959994409747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7173954959994409747&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7173954959994409747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7173954959994409747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/publico-podera-colaborar-com-debate.html' title='Público poderá colaborar com debate sobre destinação de resíduos sólidos na página do Ministério do Meio Ambiente'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AN03O_6sYVk/TmD0rWTLcEI/AAAAAAAAAHc/asNfgGSceMk/s72-c/14.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4520139688005067732</id><published>2011-09-02T12:15:00.002-03:00</published><updated>2011-09-02T12:18:21.371-03:00</updated><title type='text'>Ilha do Marajó deixa de usar óleo para geração</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-qGJ604lqrhM/TmDzth_z0dI/AAAAAAAAAHU/5Pz8Vw48lnU/s1600/13.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 258px; height: 195px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-qGJ604lqrhM/TmDzth_z0dI/AAAAAAAAAHU/5Pz8Vw48lnU/s400/13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647781896268272082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   O equivalente a 22 mil caminhões-pipa carregados de óleo combustível,  altamente poluente, ainda são necessários por ano para gerar energia  suficiente para abastecer toda a Ilha de Marajó e a margem esquerda do  rio Amazonas, no Pará. Paraísos em meio à &lt;span id="CHAVE_270" title="270/18 | 17683" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Floresta Amazônica&lt;/span&gt;,  como a praia de Alter do Chão, que se auto-denomina Caribe do Amazonas,  ainda vivem essa realidade de ter energia a base de óleo queimando em  térmicas. Só agora o Pará começa a ter energia mais limpa. Até o fim do  ano toda a Ilha de Marajó deverá estar interligada ao sistema nacional,  com investimentos da ordem de R$ 450 milhões que estão sendo financiados  pela Reserva Global de Reversão (RGR), fundo administrado pela  Eletrobras que é pago pelos consumidores de todo o país na conta de luz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A distribuidora Celpa, do grupo Rede Energia, é quem está à frente do  investimento, subsidiado em sua maior parte, cerca de 75%, por créditos  da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), outro encargo atrelado à  tarifa de energia. Mas se por um lado o consumidor paga a conta dos  investimentos por meio da CCC e financia por meio da RGR, de outro  deixará de pagar o caro preço do combustível para abastecer a região.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Metade da Ilha de Marajó já estará interligada em meados do mês de  outubro. Nesta primeira etapa, a Celpa investiu R$ 170 milhões, sendo R$  148 milhões financiados pela RGR. Na segunda etapa, que começa agora,  serão liberados R$ 249 milhões do fundo. A primeira tranche do  empréstimo, de R$ 70 milhões, chegou à companhia na semana passada. Além  de ter como fiança os créditos da CCC, o empréstimo foi cedido com  juros de 5% ao ano, mais taxas de 3%, com um prazo de 13 anos e carência  de três anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   De acordo com o presidente do conselho de administração da Rede  Energia, Jorge Queiroz, e que está hoje à frente da Celpa, no próximo  ano a empresa vai fazer os investimentos para interligar a margem  esquerda do Amazonas que abrange a região de Oriximiná, cidade onde fica  Alter do Chão. A interligação será feita pelas linhas de transmissão  que vão ligar a hidrelétrica de Tucuruí até Manaus, no Estado do  Amazonas, que tem previsão de ficar pronta no início de 2013. Os  investimentos totais para essa empreitada, na parte que diz respeito à  distribuição, ainda não foram contabilizados pela empresa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para o ano de 2011, a empresa já estimou o consumo de 131 mil metros  cúbicos de óleo para atender todo o Estado. A previsão é que esse valor  caia no próximo ano, quando toda a Ilha de Marajó já estará interligada  ao Sistema Nacional. Mesmo assim, só para a margem esquerda do Amazonas  são necessários cerca de 60 mil metros cúbicos de combustível por ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Esses investimentos acontecem ao mesmo tempo em que a distribuidora  tenta melhorar seus números de qualidade. Com prejuízos constantes e  multas aplicadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica, a  distribuidora começou neste ano uma reestruturação para reduzir o número  de horas que o consumidor fica sem luz no Estado. Em janeiro, a média  por cidadão era de 52 horas. A estimativa é reduzir para 25 horas até o  fim do ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4520139688005067732?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4520139688005067732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4520139688005067732&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4520139688005067732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4520139688005067732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/ilha-do-marajo-deixa-de-usar-oleo-para.html' title='Ilha do Marajó deixa de usar óleo para geração'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qGJ604lqrhM/TmDzth_z0dI/AAAAAAAAAHU/5Pz8Vw48lnU/s72-c/13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4590812705501707992</id><published>2011-09-02T12:13:00.001-03:00</published><updated>2011-09-02T12:15:20.205-03:00</updated><title type='text'>Omissão do governo em exploração de petróleo leva riscos a Abrolhos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-iBdE-IZZs3U/TmDy-UeG1-I/AAAAAAAAAHM/eJcG-nW9uI0/s1600/12.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 359px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-iBdE-IZZs3U/TmDy-UeG1-I/AAAAAAAAAHM/eJcG-nW9uI0/s400/12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647781085183399906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sem lei para evitar que a indústria petrolífera se aproxime  perigosamente da reserva de Abrolhos, no litoral da Bahia, o Brasil tem  hoje 13 blocos de extração de óleo localizados tão próximos do santuário  de 9 mil baleias-jubarte que, em caso de acidente, não há segurança  ambiental mínima para evitar um desastre ecológico.&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   Com base em acidentes já registrados e políticas adotadas em outros  países, os pesquisadores dizem que a exploração de petróleo não deveria  acontecer em um polígono de 92 mil quilômetros quadrados - área  equivalente à de Portugal - ao redor do Parque Nacional Marinho dos  Abrolhos, o local de maior biodiversidade do Atlântico Sul. Essa é a  área que, pelas características das correntes e a riqueza da flora e  fauna da região oceânica, funcionaria como uma rede de proteção contra  eventuais acidentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para se ter ideia de quanto vale a segurança ambiental dessa distância,  o derramamento de óleo no Golfo do México, no ano passado, afetou 229  mil quilômetros quadrados, uma área duas vezes e meia maior que o  polígono sugerido para Abrolhos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os 13 blocos de exploração de petróleo que se localizam no interior do  polígono de 92 mil quilômetros quadrados, a área considerada de  segurança, são operados pelas empresas Petrobrás, Vipetro, Perenco  Petróleo e Gás do Brasil Ltda., Cowan Petróleo e Gás S.A. e Sonangol  Starfish Oil &amp;amp; Gas S.A. Esse polígono foi sugerido ao governo em  estudo conduzido pela ONG Conservação Internacional em 2005.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para estabelecer essa área, os técnicos da ONG utilizaram o método de  dispersão da gota de óleo, também usado pelo governo da Nova Zelândia.  Significa dizer que, se houver derramamento em qualquer ponto do  polígono, o óleo atingirá Abrolhos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   De lá pra cá, o plano foi absorvido pelo Instituto Brasileiro de Meio  Ambiente (Ibama) como um "excelente trabalho", mas nada foi feito de  prático, além da promoção de discussões internas do governo. "Esse  estudo é excelente", avaliou Cristiano Villardo, coordenador-geral de  Petróleo e Gás do Ibama. "Seria interessante ter uma solução de longo  prazo, se é tão importante assim proteger Abrolhos, como diz o governo",  afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Medida tampão. O expediente de curto prazo foi adotar uma zona de 50  quilômetros ao redor do arquipélago, que fica excluída dos leilões da  Agência Nacional de Petróleo (ANP), informou o próprio órgão regulador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Novamente para comparar, o derramamento do poço Macondo, da British  Petroleum, sujou de óleo 790 km da costa norte-americana há um ano e  meio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Mais de 20 mil famílias dependem de Abrolhos para sobrevivência, e a  extração de recursos ali representa 10% da riqueza pesqueira do País",  descreveu Guilherme Dutra, um dos autores do estudo da Conservação  Internacional. "Não somos loucos de propor exclusão de áreas econômicas,  mas simplesmente não dá para permitir exploração de petróleo e gás,  certamente é um risco."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Instituto Chico Mendes (ICMBIO), do governo federal, pretende brigar  pela criação de novas áreas de proteção ambiental na região, segundo  Rômulo Melo, que preside a instituição. "Há interesse do governo em  preservar Abrolhos e temos conversado com as ONGs para ver onde a gente  possa propor outras áreas de conservação."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O &lt;span id="CHAVE_3494" title="3494/27 | 17713" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;  adotou, em 2006, uma portaria vedando a exploração de petróleo em área  próxima à zona de exclusão proposta pela Conservação Internacional,  segundo Villardo. O movimento ajudou a excluir mais de 200 blocos de uma  licitação da ANP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Mas o instrumento foi derrubado pela Justiça no ano passado. A partir de então, as empresas retomaram a exploração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O governo também optou por uma solução política. Em vez de definir uma  zona de exclusão formal, de forma transparente, ficou decidido, por meio  de uma resolução do Conselho Nacional de Política Energética, que a ANP  deveria consultar o Ibama antes das licitações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O problema é que o instituto não tem lei para trabalhar e evitar que a exploração se aproxime de Abrolhos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Confusão. A falta de regras levou até a estatal Petrobrás a iniciar a  exploração de áreas que podem representar riscos a Abrolhos. A empresa  disse ao Estado que suas operações estão "de acordo com legislação  vigente e dentro dos mais rigorosos padrões internacionais de segurança  operacional, com absoluta preocupação com o meio ambiente".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A disposição do governo de ampliar áreas de proteção, no entanto,  representa um risco para a própria petroleira e seus acionistas. Em  comunicado enviado ao Estado, a Petrobrás elencou medidas adotadas para  prevenção de acidentes. Por exemplo: "Todas as unidades marítimas de  perfuração (...) são equipadas com sistemas que podem prover o  fechamento imediato e automático do poço, prevenindo seu descontrole."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Outro exemplo: "A companhia, seguindo os mais modernos padrões  internacionais, instalou dez Centros de Defesa Ambiental (CDAs)  distribuídos no País." A Petrobrás foi a única empresa que respondeu aos  questionamentos feitos pelo Estado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4590812705501707992?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4590812705501707992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4590812705501707992&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4590812705501707992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4590812705501707992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/omissao-do-governo-em-exploracao-de.html' title='Omissão do governo em exploração de petróleo leva riscos a Abrolhos'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-iBdE-IZZs3U/TmDy-UeG1-I/AAAAAAAAAHM/eJcG-nW9uI0/s72-c/12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-2958788688572636548</id><published>2011-09-01T13:20:00.002-03:00</published><updated>2011-09-01T13:24:48.943-03:00</updated><title type='text'>Nova geração de biocombustíveis impacta oferta de água, diz estudo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-VMQgJv-KnAk/Tl-xwgTfkBI/AAAAAAAAAHA/4iKJrQJYTps/s1600/9.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 177px; height: 211px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-VMQgJv-KnAk/Tl-xwgTfkBI/AAAAAAAAAHA/4iKJrQJYTps/s400/9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647427904609423378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A possível escassez de água pode  reduzir o entusiasmo dos americanos pela produção de biocombustíveis a  partir de gramíneas. A substituição do milho pelas espécies miscanthus e  switchgrass era a aposta dos EUA, e outros países, para ganharem mais  eficiência e afastarem o fantasma da redução das áreas de produção de  alimentos.&lt;p&gt;   As primeiras pesquisas sobre as novas espécies foram focadas no uso da  terra e nas questões econômicas, porém muitos esqueceram de analisar  qual seria o impacto dessas novas espécies sobre os recursos hídricos. O  estudo publicado nesta terça-feira (30) na revista científica  "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS) reduziu as  expectativas. A pesquisa revela que mudanças no ciclo das chuvas,  previstas com o aquecimento global, podem afetar a produção em larga  escala de gramíneas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Enquanto ficamos procurando soluções para energia através de plantas  mais eficientes, a dependência de água foi ignorada, e esse pode ser um  fator limitante significativo", disse Praveen Kumar, engenheiro  ambiental e cientista atmosférico da Universidade de Illinois, nos EUA.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O estudo também faz um alerta para os países que já investem no uso de  gramíneas para a fabricação de biocombustíveis. O entusiasmo inicial com  essas culturas ocorreu porque estas tinham uma maior capacidade de  produção por hectare, podendo substituir o milho - que tradicionalmente  era usado no EUA para a fabricação de biocombustível. Acusado em 2008  por um relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para a  Agricultura e Alimentação) de ser o responsável pela redução das áreas  plantada destinada aos alimentos e, consequentemente, pelo aumento no  preço da comida em vários países.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo a PNAS, as duas espécies de gramíneas podem ser uma ameaça aos  recursos hídricos justamente por causa de sua maior produtividade, o que  requer mais água. Um problema para regiões que já sofrem com a escassez  hídrica e dependem da irrigação para o plantio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Os pesquisadores afirmam que a substituição do milho é uma opção apenas  em regiões onde os ciclos de chuvas não devem mudar com às &lt;span id="CHAVE_2098" title="2098/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;    O centro-oeste dos EUA foi apontado como uma dessas prováveis áreas.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:  Tn Petróleo Online.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-2958788688572636548?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/2958788688572636548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=2958788688572636548&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2958788688572636548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2958788688572636548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/09/nova-geracao-de-biocombustiveis-impacta.html' title='Nova geração de biocombustíveis impacta oferta de água, diz estudo'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-VMQgJv-KnAk/Tl-xwgTfkBI/AAAAAAAAAHA/4iKJrQJYTps/s72-c/9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-1147159678232796440</id><published>2011-08-29T12:54:00.002-03:00</published><updated>2011-08-29T12:57:47.350-03:00</updated><title type='text'>Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social vai ouvir sociedade para elaborar propostas para a Rio+20</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-7H3TgWmxnxI/Tlu27JA4MOI/AAAAAAAAAG4/X8VzpAoH2mw/s1600/16.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 287px; height: 175px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-7H3TgWmxnxI/Tlu27JA4MOI/AAAAAAAAAG4/X8VzpAoH2mw/s400/16.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646307684987187426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Brasília - O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) vai ouvir esta semana especialistas e representantes da sociedade civil para ajudar a construir a proposta brasileira para a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorre em junho de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte anos depois da Rio 92, ambientalistas do mundo inteiro vão voltar ao Brasil para um novo encontro da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre meio ambiente. Mais do que um balanço sobre a implementação de compromissos estabelecidos na conferência de 1992 - como a Agenda 21 e a criação das convenções-quadro da ONU sobre Mudança do Clima e Biodiversidade - a Rio+20 tentará avançar em uma proposta de economia verde que concilie crescimento econômico com baixas emissões de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos, o CDES, mais conhecido como Conselhão, está elaborando uma proposta para subsidiar o posicionamento do governo brasileiro na conferência e, para isso, vai reunir empresários, líderes sindicais, acadêmicos, pesquisadores e organizações não governamentais em um debate que leve a sugestões para uma economia sustentável. Entre os temas, estão energia, mudanças climáticas, inclusão social e combate à fome. A reunião vai ocorrer na próxima terça-feira (30), em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coordenador de Processos Interacionais do Instituto Vitae Civilis, Aron Berlinki, que vai participar do encontro, diz que o Brasil pode mostrar que é possível conciliar políticas que compatibilizem a inclusão social e o desenvolvimento limpo, com menos emissões de gases de efeito estufa que os países ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esse potencial o Brasil tem. Mas ainda há uma série de dificuldades práticas para direcionar a atividade econômica numa direção mais sustentável. É preciso corrigir algumas distorções graves, como alguns pontos da política energética", avaliou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Berlinki, a possibilidade de flexibilização das leis ambientais - com as mudanças no Código Florestal - e a opção do governo em continuar investindo em grandes projetos hidrelétricos, em detrimento de outras opções de energias renováveis, pode comprometer a imagem do país como anfitrião da Rio+20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do Vitae Civilis, a oficina deve reunir representantes do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, da Confederação Nacional da Indústria, do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, entre outros. O Conselhão é um órgão consultivo da Presidência da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-1147159678232796440?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/1147159678232796440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=1147159678232796440&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1147159678232796440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/1147159678232796440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/conselho-de-desenvolvimento-economico-e.html' title='Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social vai ouvir sociedade para elaborar propostas para a Rio+20'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-7H3TgWmxnxI/Tlu27JA4MOI/AAAAAAAAAG4/X8VzpAoH2mw/s72-c/16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-2624566176514256028</id><published>2011-08-29T12:51:00.002-03:00</published><updated>2011-08-29T12:54:16.836-03:00</updated><title type='text'>Código Florestal é retrocesso na lei?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-0kONIUxcQYE/Tlu2HbUVk8I/AAAAAAAAAGw/ca9NgiCPi6Q/s1600/15.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 274px; height: 184px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-0kONIUxcQYE/Tlu2HbUVk8I/AAAAAAAAAGw/ca9NgiCPi6Q/s400/15.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646306796547445698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Código Florestal vigente, Lei nº 4.771/65, permite a regulação das chuvas, proteção dos corpos hídricos, manutenção dos ecossistemas naturais, controle de pragas, da qualidade do ar, do clima, a estocagem de carbono, bem como a diminuição das emissões dos gases de efeito estufa na atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto de Lei 1.876/1999, que modifica radicalmente o Código Florestal Brasileiro, protege atividades humanas como agropecuária e agricultura, dentro de Áreas de Preservação Permanentes. Incentiva novos desmatamentos, abrindo a possibilidade de recuperar áreas de reserva legal, com o plantio de até 50% de espécies exóticas, o que é um absurdo. Essa postura é contrária a tudo que foi duramente conquistado ao longo de anos e também contra as metas de diminuição de desmatamento assumidas pelo Brasil, na última Convenção sobre Mudanças Climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As modificações propostas sequer contemplam a opinião científica com critérios adequados. Consideram apenas a vontade de poucos, agricultores e ruralistas, grandes homens do agribusiness , os quais visam a expandir seus negócios, sem levar em conta a segurança das florestas, animais e populações locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impera, apenas, o lucro desenfreado, aumentando cada vez mais a desigualdade social. Novamente a pergunta: até quando assistiremos calados a essas e tantas outras mudanças irresponsáveis no Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialista em Direito Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Jornal do Comércio RS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-2624566176514256028?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/2624566176514256028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=2624566176514256028&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2624566176514256028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2624566176514256028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/codigo-florestal-e-retrocesso-na-lei.html' title='Código Florestal é retrocesso na lei?'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0kONIUxcQYE/Tlu2HbUVk8I/AAAAAAAAAGw/ca9NgiCPi6Q/s72-c/15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-728342073706830254</id><published>2011-08-28T19:26:00.000-03:00</published><updated>2011-08-28T19:26:12.221-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agenda'/><title type='text'>A HISTÓRIA DE ROESSLER NO CIDADANIA AMBIENTAL</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a avglsprocessed="1" href="http://3.bp.blogspot.com/-YrpJvf0cByg/TlnB48O_pLI/AAAAAAAAAtk/OqZe1WChYG0/s1600/Aplen2.jpg" style="clear: right; color: #0000cc; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" height="189" src="http://3.bp.blogspot.com/-YrpJvf0cByg/TlnB48O_pLI/AAAAAAAAAtk/OqZe1WChYG0/s200/Aplen2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cidadania Ambiental&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;desta semana trará a entrevista inédita da pesquisadora&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Elenita Malta Pereira&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;sobre Henrique Luiz Roessler. A pesquisa consistiu em produzir uma biografia histórica sobre um dos mais importantes agentes da proteção à natureza no Rio Grande do Sul, antes da constituição dos movimentos ecologistas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O trabalho examina a vida de Roessler, priorizando as fases em que foi o Delegado Florestal Regional e depois quando fundou a União Protetora da Natureza (UPN). Por meio de documentação escrita inédita e entrevistas com os fiscais que acompanhavam Roessler, Elenita conta os meandros da fiscalização florestal e da caça e pesca no Rio Grande do Sul. Para Elenita, Henrique Luiz Roessler conseguiu chamar a atenção de muitas pessoas que, assimo como ele, e por causa dele, entenderam haver uma forte necessidade de mudança nas condutas perante a natureza.&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A entrevista vai ao ar nesta&amp;nbsp;&lt;strong&gt;terça-feira (30/8), 20 horas&lt;/strong&gt;, com retransmissão no&amp;nbsp;&lt;strong&gt;sábado (3/9) a partir do meio-dia&lt;/strong&gt;, pela Ipanema Comunitária 87,9 FM na região de Ipanema, zona sul de Porto Alegre, ou pela Internet -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a avglsprocessed="1" href="http://www.ipanemacomunitaria.com.br/" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;www.ipanemacomunitaria.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Produção e apresentação: jornalista João Batista Aguiar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para contatos com a produção:&lt;a href="mailto:radio@ipanemacomunitaria.com.br" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;radio@&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;ipanemacomunitaria.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a avglsprocessed="1" href="http://ipanemacomunitaria.blogspot.com/search/label/CIDADANIA%20AMBIENTAL" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Alguns programas anteriores podem ser escutados na íntegra na Internet&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-728342073706830254?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/728342073706830254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=728342073706830254&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/728342073706830254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/728342073706830254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/historia-de-roessler-no-cidadania.html' title='A HISTÓRIA DE ROESSLER NO CIDADANIA AMBIENTAL'/><author><name>Dal Marcondes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-sVKcR2D4QBA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAM4/1T2xn39cpbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YrpJvf0cByg/TlnB48O_pLI/AAAAAAAAAtk/OqZe1WChYG0/s72-c/Aplen2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6336407448195792092</id><published>2011-08-26T12:12:00.002-03:00</published><updated>2011-08-26T12:14:23.417-03:00</updated><title type='text'>Descoberta nova espécie de macaco no Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-HUTfAKJMLV8/Tle4Q7Po-OI/AAAAAAAAAGo/mpeXMQxBZTo/s1600/11.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 238px; height: 158px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-HUTfAKJMLV8/Tle4Q7Po-OI/AAAAAAAAAGo/mpeXMQxBZTo/s400/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5645183258852915426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   Uma das áreas mais duramente afetadas pelo &lt;span id="CHAVE_81" title="81/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt;  é lar da mais nova espécie de macaco do mundo. Um tipo inteiramente  novo de zogue-zogue foi identificado pelo biólogo Julio Dalponte na  Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt. O macaco vive em partes ainda  intocadas das florestas do Mato Grosso. O achado confirma a  impressionante biodiversidade da Amazônia e mostra como o &lt;span id="CHAVE_418" title="418/12 | 17689" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;desmatamento&lt;/span&gt; ameaça a existência de espécies que sequer conhecemos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Na expedição patrocinada pelo WWF no Oeste do Mato Grosso também foram  descobertas prováveis espécies novas de peixes e plantas. Quarenta e  sete espécies de mamíferos raros foram estudadas, incluindo a onça  pintada e tamanduás. Centenas de espécies de aves foram avistadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O novo macaco pertence ao gênero Callicebus, descobero pela ciência só  nos anos 60. O animal encontrado agora habita matas entre os rios  Roosevelt e Guariba.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Globo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6336407448195792092?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6336407448195792092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6336407448195792092&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6336407448195792092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6336407448195792092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/descoberta-nova-especie-de-macaco-no.html' title='Descoberta nova espécie de macaco no Brasil'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-HUTfAKJMLV8/Tle4Q7Po-OI/AAAAAAAAAGo/mpeXMQxBZTo/s72-c/11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-9134503129826259619</id><published>2011-08-25T13:05:00.002-03:00</published><updated>2011-08-25T13:07:46.100-03:00</updated><title type='text'>Reciclagem de veículos ainda engatinha no Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-RYBispeMddQ/TlZzRQf2TFI/AAAAAAAAAGg/cLfVPjhGjRM/s1600/15.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 279px; height: 181px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-RYBispeMddQ/TlZzRQf2TFI/AAAAAAAAAGg/cLfVPjhGjRM/s400/15.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644825923279014994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida útil  de um carro no Brasil está entre 10 e 20 anos. Depois disso ele vai  para...qualquer lugar onde pode-se jogar um amontoado de lata e ferro. O  problema é que a frota brasileira já está em cerca de 65 milhões de  veículos, segundo o Denatran. Os automóveis são responsáveis por 57%  deste total. E a coisa continua crescendo. Em julho foram colocados nas  ruas do país, mais de 306 mil veículos novos.&lt;div id="noticia-texto"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;div id="texto"&gt;&lt;p&gt;   O destino mais comum dos carros velhos é o ferro-velho. Especialistas  dizem que este é um caminho errado, pois o correto seria a reciclagem.  Aquele amontoado de lata pode se transformar em material valioso e até  voltar às ruas como partes de novos carros. A engenharia reversa para  veículos é realidade nos Estados Unidos, Japão e na Europa. No caso dos  países europeus, as próprias montadoras são responsáveis por reutilizar  os componentes dos carros. No Brasil, a reciclagem de veículos ainda  engatinha, principalmente porque não há legislação específica exigindo o  processo. Como não há obrigatoriedade, os veículos acabam sendo  descartados em desmanches e depósitos, ficando expostos ao tempo e  perdendo a possibilidade de terem suas peças reaproveitadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Brasil é um dos primeiros colocados em reciclagem de alumínio, papel e  vidro, mas apenas 1,5% da frota brasileira que sai de circulação vai  para a reciclagem, segundo estimativa do Sindicato do Comércio  Atacadista de Sucata Ferrosa e Não-Ferrosa (Sindinesfa). O oposto ocorre  nos Estados Unidos e Europa, onde o reaproveitamento dos carros chega a  95%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O presidente do Instituto Brasileiro para o de Desenvolvimento  Sustentável (IBDS), Carlos Renato Garcez do Nascimento, avalia que, além  da falta de legislação específica sobre a questão, outro obstáculo para  a consolidação de uma cultura de reciclagem de veículos no País é a  ausência de empresas especializadas nesta atividade.  Um problema que já  deixou de existir na nossa vizinha Argentina, onde um centro de  reciclagem é exemplo bem-sucedido de tratamento de veículos fora de uso,  produzindo peças a partir do desmanche legalizado de 250 automóveis por  mês, reaproveitando 25 mil peças desde 2005 - autopeças que, de outra  forma, acabariam formando montanhas de lixo poluente , destaca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para Garcez do Nascimento, uma reciclagem de veículos sistêmica e  consistente teria um impacto significativo no mercado automotivo.  A  possibilidade de contar com peças recicladas, a um custo menor que o das  peças novas, permitiria uma situação mais atraente para a manutenção de  veículos mais antigos, ou ainda no desenvolvimento de um seguro de  automóveis diferenciado - ou seja, um seguro popular/verde/ecológico,  pelo qual peças recicladas poderiam ser aplicadas no reparo,  viabilizando o custo para modelos mais antigos e ampliando a frota  segurada , sugere. Levantamento do Sindinesfa aponta que os veículos  correspondem a uma pequena parte de um montante de 7,8 bilhões de  toneladas mensais de sucata produzidas no País, um mercado que  movimentou nos últimos anos cifras acima de R$ 3 bilhões. Ainda conforme  o sindicato, um automóvel pode ter de 30 a 50 mil peças, das quais 75%  são de ligas metálicas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Estudos da entidade avaliam a vantagem econômica de reciclar os  veículos, um incentivo àqueles que fazem da reciclagem um negócio muito  lucrativo. A movimentação do mercado de consumo formal, por meio da  venda de peças reutilizáveis, receberia um significativo incremento com o  reaproveitamento. O ganho para o meio ambiente seria a redução da  poluição, por meio da remoção e destinação dos componentes considerados  perigosos, como baterias e fluidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O sindicato também destaca a responsabilidade social da reciclagem: o  aumento de empregos, já que a tendência é que novas empresas se  estabeleçam para atender a demanda gerada. Até mesmo o segmento da saúde  teria seu lucro: o processo combateria a proliferação do mosquito da  dengue, uma vez que os carros abandonados a céu aberto contribuem para o  armazenamento da água proveniente de chuvas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Detran do Rio Grande do Sul é um dos pioneiros na reciclagem de  sucatas e veículos abandonados nos depósitos da autarquia. No primeiro  semestre deste ano, foram reciclados em todo o estado, como materiais  inservíveis, 4.268 veículos. A previsão para o segundo semestre é  efetuar a destinação correta de aproximadamente 3,7 mil. O processo de  reciclagem dá conta, em média de 80 veículos por dia. Para cada quilo de  materiais reciclados, o governo gaúcho recebe R$ 0,19 - e cada  compactação gera até 350 quilos de material.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A reciclagem acontece em três momentos: descontaminação, compactação e  trituração, sendo a primeira e segunda executadas no pátio dos centros  de remoção e depósito e, a última, na empresa siderúrgica Gerdau,  vencedora da licitação para o serviço. Na descontaminação, são retirados  do veículo bateria, cilindro de gás (combustível), catalizador e  fluídos (óleo e combustível). Tanto a estação de descontaminação, quanto  a unidade de compactação são itinerantes e podem se deslocar por todo o  Rio Grande do Sul. Na compactação, o veículo é colocado em uma prensa  para reduzir o seu volume, facilitando o transporte, e para  descaracterizá-lo, de forma a impedir qualquer reuso de peças. Já na  trituração, o veículo compactado é colocado em equipamento especial para  ser triturado e ter separado o material ferroso, que será então  encaminhado à reciclagem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Dono da maior frota do País, com algo em torno de 21,7 milhões de  veículos registrados, São Paulo também estuda a implantação de programa  oficial de reciclagem de automóveis. A ideia foi divulgada em fevereiro  deste ano, pela Secretaria do Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia. A  proposta de criação de centros de reciclagem vai possibilitar o  esvaziamento dos pátios do Detran paulista, onde existem milhares de  veículos apreendidos, além de permitir a renovação da frota.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para contribuir com o debate sobre a reciclagem de veículos e de outros  resíduos sólidos, será realizado em Curitiba, nos dias 5, 6 e 7 de  outubro, o maior evento nacional na área. O Sustain Total - Brazil Waste  Summit integra uma rede de feiras internacionais de resíduos sólidos  (Reino Unido, Dubai, Coreia do Sul e Estados Unidos), com o objetivo de  integrar parceiros estratégicos e compartilhar soluções entre os  continentes, além de fomentar a discussão sobre as questões abordadas na  Política Nacional de Resíduos Sólidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Promovido pelo IBDS (Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento  Sustentável), o evento traz as principais tecnologias e modelos de  gestão de resíduos sólidos de países líderes da Europa, América e Ásia. A  feira reúne as principais soluções e equipamentos a setores produtivos,  empresas públicas e governos municipais, de forma a contribuir para uma  melhor elaboração, desenvolvimento e gerenciamento dos planos  municipais. O encontro conta com uma programação completa de painéis de  debates, reunindo mais de 50 palestrantes, sobre 24 temas relacionados à  gestão de resíduos sólidos. A importância da reciclagem de veículos foi  destacada pelo coordenador de reciclagem da Associação Brasileira do  Alumínio (Abal), Henio De Nicola. De acordo com ele, produzir meios de  transporte econômicos e com baixas taxas de emissões de CO2 é palavra de  ordem, atualmente, em todas as montadoras do planeta, pressionadas pela  dependência do petróleo, ameaça das &lt;span id="CHAVE_7317" title="7317/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt; e novos hábitos dos consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Como veículos mais leves consomem menos combustível e são menos  poluentes, substituir materiais pesados pelo alumínio, um terço mais  leve que o aço, nas linhas de montagem, é alternativa eficaz e viável  para responder a essa meta.  Só o alumínio é leve e resistente ao mesmo  tempo e já oferece equipamentos e tecnologias para todas as aplicações  automotivas e de transportes , assegura.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   De Nicola cita um estudo realizado pelo International Aluminium  Institute (IAI), que aponta que a cada quilo de alumínio usado em  substituição ao aço, ao ferro fundido ou ao aço de alta resistência,  cerca de 15 a 20 quilos de emissões de gases de efeito estufa são  poupados por componente, a depender do caso.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:  Portal Ecoinforme - Online&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; 									&lt;/span&gt; 					&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-9134503129826259619?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/9134503129826259619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=9134503129826259619&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/9134503129826259619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/9134503129826259619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/reciclagem-de-veiculos-ainda-engatinha.html' title='Reciclagem de veículos ainda engatinha no Brasil'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RYBispeMddQ/TlZzRQf2TFI/AAAAAAAAAGg/cLfVPjhGjRM/s72-c/15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7036256521585955910</id><published>2011-08-25T13:00:00.002-03:00</published><updated>2011-08-25T13:03:51.267-03:00</updated><title type='text'>São Paulo vai ganhar caçambas para lixo eletrônico</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-3orA5lFPj-E/TlZyIs48yhI/AAAAAAAAAGY/hfl4FL1NGPs/s1600/14.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 218px; height: 279px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-3orA5lFPj-E/TlZyIs48yhI/AAAAAAAAAGY/hfl4FL1NGPs/s400/14.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644824676770040338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O prefeito de São Paulo, Gilberto  Kassab, representantes da Câmara Municipal e de entidades da sociedade  civil assinaram ontem um convênio que prevê a instalação das primeiras  oito caçambas coletoras de lixo eletrônico da Capital.    A medida  surgiu ontem, durante a décima edição da conferência municipal de  produção mais limpa e &lt;span id="CHAVE_333" title="333/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;,  no Memorial da América Latina. O evento contou com a parceria de  diversas entidades, entre elas a Associação Comercial de São Paulo  (ACSP).   O idealizador do evento, o vereador Gilberto Natalini (PV),  anunciou o convênio para um público de quase cinco mil pessoas que  compareceram ao Memorial. Pelo acordo, a Prefeitura, a Associação  Brasileira de Empresa de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e  a empresa de engenharia ambiental Silcon serão responsáveis pela  implantação de caçambas móveis para descarte de materiais eletrônicos -  celulares, computadores, impressoras e outros produtos similares.&lt;p&gt;    &lt;b&gt;Parques - &lt;/b&gt;Inicialmente, a proposta é instalar oito caçambas, em  lugares ainda não definidos. "Os técnicos das empresas e da Prefeitura  irão decidir os locais. Mas, provavelmente, elas serão instaladas em  parques e praças. Uma delas, com certeza, estará no Parque do  Ibirapuera", disse Natalini.   Segundo o Programa das Nações Unidas para  o Meio Ambiente (Pnuma), o Brasil é o país que produz mais lixo  eletrônico, por habitante, entre os países em crescimento. Por ano, são  descartadas 96,8 mil toneladas de computadores, 115 mil toneladas de  geladeiras, 17 mil toneladas de impressoras e 2,2 mil toneladas de  telefones celulares - só perdendo para a China.    &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Carbono - &lt;/b&gt;O  evento também tratou da emissão de carbono, seus efeitos e como a  população pode reduzir o seu impacto no meio urbano. No encontro, o  prefeito Kassab falou das ações da atual gestão municipal na área  ambiental.    "Temos a oportunidade de discutirmos os nossos problemas e  soluções.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;    São Paulo acostumou a ter como prioridade a questão do verde e do meio  ambiente", disse Kassab.   Uma das palestras mais aguardadas foi a do  ex-deputado federal Fernando Gabeira. Inicialmente, ele explicou a  definição do termo "pegada do carbono", um dos temas centrais do  encontro. Em linhas gerais, o termo se refere à quantidade de carbono  emitida e que resulta no aquecimento do clima do planeta.   Gabeira  também explicou ao público que essas pegadas não estão presentes apenas  nos escapamentos de carros, caminhões e ônibus. Mas também na indústria e  até dentro de casa. "O consumo de energia demanda o uso de produtos que  emitem carbono. O importante é passar a informação para a população. Na  Suécia, por exemplo, tem supermercados que vendem mercadorias com a  quantidade de carbono emitida na embalagem", disse.    O Secretário  Municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge Martins Sobrinho,  também ressaltou a ausência de informação sobre a emissão de carbono nos  diversos setores sociais de São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;       Para isso, o secretário ressaltou a necessidade do chamado diálogo  ambiental entre o poder público e a sociedade. "Para que o governo  avance, a dona de casa tem de dialogar com o governante e sugerir formas  de diminuir o consumo dentro de casa", disse Sobrinho.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Diário do Comércio - SP - Online&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7036256521585955910?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7036256521585955910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7036256521585955910&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7036256521585955910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7036256521585955910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/sao-paulo-vai-ganhar-cacambas-para-lixo.html' title='São Paulo vai ganhar caçambas para lixo eletrônico'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3orA5lFPj-E/TlZyIs48yhI/AAAAAAAAAGY/hfl4FL1NGPs/s72-c/14.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4934401748980234108</id><published>2011-08-25T12:56:00.002-03:00</published><updated>2011-08-25T12:59:15.319-03:00</updated><title type='text'>Área global de palma sustentável já atinge 1 milhão de hectares</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1yO4XgAxunE/TlZxPBM8ApI/AAAAAAAAAGQ/KMjHfcLnOkA/s1600/13.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 251px; height: 166px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1yO4XgAxunE/TlZxPBM8ApI/AAAAAAAAAGQ/KMjHfcLnOkA/s400/13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644823685790171794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável (RSPO, na sigla em inglês) anunciará hoje a marca histórica de 1 milhão de hectares certificados no mundo. O número foi alcançado depois que a brasileira Agropalma, sediada no Pará, recebeu o selo global que atesta a sustentabilidade do negócio e alavancou a área global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após três anos de espera, a empresa obteve o sinal verde para comercializar 100% da sua produção com o certificado, no primeiro exemplo desse tipo na América Latina. Os 40 mil hectares plantados pela empresa com a palmácea deverão gerar neste ano 160 mil toneladas de óleo de palma, sendo 60 mil para o mercado externo. Além da Agropalma, apenas uma empresa possui a certificação, ainda que parcial, no continente - a colombiana Daabon, com 29 mil toneladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criada em 2002 como forma de ordenar a produção mundial e estancar o desmatamento de florestas nativas, a certificação RSPO impõe um longo processo burocrático que termina com a comprovação de que o produtor consegue seguir oito princípios, 39 critérios e 123 indicadores determinados pela entidade global. Entre os princípios estão a responsabilidade ambiental e conservação dos recursos naturais e da biodiversidade, o uso de melhores práticas agrícolas e, claro, a conformidade da empresa com a legislação de cada país. Ao todo, existem hoje 6,1 milhões de toneladas de óleo de palma já certificados no mundo, menos da metade do que é comercializado anualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para nós foi um processo tranquilo porque a legislação brasileira é até mais rígida que a RSPO", afirma Marcello Brito, diretor comercial da Agropalma. "Essa certificação mostra que é possível fazer agricultura no Brasil com Reserva Legal, APP, leis ambientais e sem desmatamento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa é praticamente a única no país a plantar palma em escala comercial, o que deixa o Brasil com somente 0,5% da produção mundial. Nos últimos anos, no entanto, Vale e Petrobras anunciaram a entrada no setor, de olho na produção de biocombustível para consumo próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio continua sendo o "custo Brasil", ressalva que Brito não se cansa de enfatizar. Segundo ele, um dia no campo no Brasil custa R$ 46, enquanto na Indonésia o mesmo trabalho sai por R$ 13. Por isso, diz ele, a importância da certificação. "Ela pode ser um diferencial ", afirma o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferencial porque hoje o óleo de palma certificado pela RSPO recebe prêmio de US$ 5 a US$ 6 por tonelada, que tem sido negociada, em média, por US$ 1.000 no mercado global. "No início pagava-se até US$ 50 de prêmio por tonelada certificada. Esse valor foi caindo à medida em que mais empresas passaram a receber a certificação", diz Brito. A tendência é que, no futuro, não exista prêmio - mas desconto para o produto que não seja certificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vantagem, porém, está na facilidade de acesso a novos mercados. O setor sabe que, daqui a alguns anos, vender só será possível se as práticas forem sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passado recente mostrou isso. Com a demanda crescendo no mesmo ritmo da expansão populacional, grandes produtores investiram na abertura de áreas - o que, em muitas situações, significa desmatamento - para atender ao mercado. Indonésia e Malásia, os maiores produtores de palma, receberam críticas de ONGs por derrubarem florestas em nome da lavoura. Os protestos culminaram com a quebra de contratos com empresas europeias. O Banco Mundial também interrompeu empréstimos ao setor produtivo. Atentos a esses movimentos, consumidores do óleo se manifestaram. Empresas como a Nestlé e governos como o holandês anunciaram um cronograma para a compra restrita de óleo certificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser utilizado em uma gama ampla de produtos, o óleo de palma é o mais consumido hoje no mundo - já passa em muito o consumo de óleo de soja, o mais importante da pauta agrícola brasileira, de milho e de girassol. Essa virada na balança ocorreu em 2008, quando a palma ultrapassou a soja no comércio global de óleos vegetais. De acordo com a publicação alemã "Oil World", em 2010 foram 45,61 milhões de toneladas comercializadas de óleo de palma, ante 40 milhões de óleo de soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora exista uma iniciativa semelhante no setor de soja - a Mesa Redonda para a Soja Sustentável (RTRS) -, a área certificada para o grão ainda é limitada, em parte por discordâncias entre indústria e ONGs que atrasaram o processo. No Brasil, só o Grupo Amaggi é certificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, há no mundo 43 países produzindo óleo de palma, matéria-prima utilizada tanto para a indústria de alimentos e química quanto para a de cosméticos. A Indonésia é o principal produtor, com 8 milhões de hectares plantados com a cultura. Malásia vem logo atrás, com 5 milhões de hectares. Todos os outros produtores, juntos, respondem por 2 milhões de hectares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agropalma tem fazendas em quatro municípios a 200 quilômetros de Belém, totalizando 107 mil hectares. Dessa área, 40 mil hectares são de plantações e 64 mil hectares de reserva florestal nativa. O restante são áreas de infraestrutura - vilas, indústrias e estradas. O grupo brasileiro possui também o selo internacional "Fair Trade", de comércio justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4934401748980234108?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4934401748980234108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4934401748980234108&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4934401748980234108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4934401748980234108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/area-global-de-palma-sustentavel-ja.html' title='Área global de palma sustentável já atinge 1 milhão de hectares'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1yO4XgAxunE/TlZxPBM8ApI/AAAAAAAAAGQ/KMjHfcLnOkA/s72-c/13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4238213544986353753</id><published>2011-08-24T15:13:00.002-03:00</published><updated>2011-08-24T15:20:00.413-03:00</updated><title type='text'>União Europeia deve propor plano para estender Quioto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-BFr8WkkuYBQ/TlVAkA1sHpI/AAAAAAAAAGI/pBi2V9ctRF8/s1600/2.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 264px; height: 258px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-BFr8WkkuYBQ/TlVAkA1sHpI/AAAAAAAAAGI/pBi2V9ctRF8/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644488695423442578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Um dos maiores obstáculos nas últimas  negociações climáticas das Nações Unidas foi a questão do futuro do  Protocolo de Quioto. Estabelecido em 1997, o tratado garante o  funcionamento do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) ao obrigar os  países industrializados signatários a terem metas de emissão de gases do  efeito estufa. As nações que não conseguem cumprir seus objetivos podem  então comprar créditos de carbono de projetos de redução localizados em  países em desenvolvimento. O problema é que o Protocolo expira no fim  de 2012 e não foi possível ainda chegar a um consenso sobre o que fazer a  partir de então.&lt;p&gt;   A agência Thomson Reuters Point Carbon noticiou nesta segunda-feira  (22) que a União Europeia (UE) está preparando um pacote de medidas para  ser apresentado em novembro durante a Conferência do Clima (COP 17) em  Durban, na África do Sul, com o objetivo de acabar com as divergências  entre os países sobre Quioto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A grande briga em torno do Protocolo diz respeito às responsabilidades  dos emergentes, como China, Índia e Brasil. Estados Unidos e outros  países industrializados dizem que nenhum acordo climático faz sentido se  as emissões dessas nações não forem incluídas. Por sua vez, os  emergentes afirmam que o importante é respeitar a responsabilidade  histórica, obrigando os ricos a possuir metas condizentes com o tempo em  que emitiram gases do efeito estufa sem nenhum controle.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Para pelo menos ganhar tempo até que esse impasse seja resolvido, os  europeus devem propor a extensão das regras de Quioto para até 2018 com a  possível inclusão de metas para todas as principais nações emissoras.  Também seria apresentado um prazo limite para que um novo acordo fosse  estabelecido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Ainda não é a posição formal da União Europeia, apesar de ser uma  proposta que está ganhando muita força. Estamos vendo muitos querendo  manter o Protocolo de Quioto e o seu sistema de regras. Talvez seja  possível preservar as regras sem necessariamente ratificar um segundo  período, afirmou à Point Carbon um negociador europeu que pediu que sua  identidade não fosse revelada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Uma porta-voz do Departamento de Energia e &lt;span id="CHAVE_2128" title="2128/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Mudanças Climáticas&lt;/span&gt;  do Reino Unido se negou a confirmar a informação da Point Carbon, porém  declarou que é do interesse do bloco a continuidade de Quioto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O Reino Unido, em conjunto com a UE, já afirmou que é a favor de um  segundo período para o Protocolo desde que seja ampliado para abranger  todas as grandes economias. Mas isso seria apenas um passo em direção a  um novo acordo climático global, disse a porta-voz ao portal  BusinessGreen.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Se a proposta da União Europeia for realmente apresentada, pode  significar um ganho de confiança no MDL, que vem atravessando um momento  delicado em meio às incertezas sobre o seu futuro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Já ambientalistas devem ficar divididos, pois muitos acreditam que a  extensão de Quioto serviria apenas com um paliativo, não significando um  real combate às &lt;span id="CHAVE_2919" title="2919/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.  Segundo essa linha de pensamento, um novo acordo climático já deveria  estar em funcionamento e cada minuto que passa é tempo perdido para  manter o aquecimento global em menos de 2°C e evitar as piores  consequências das &lt;span id="CHAVE_3159" title="3159/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Porém, mesmo as nações mais vulneráveis parecem ter recebido bem a  possível proposta europeia. Seriam necessários anos para que os países  ratifiquem o segundo período de Quioto. A opção europeia é uma forma de  manter o Protocolo operacional até que um novo arranjo seja conseguido,  declarou Mark Lynas, conselheiro climático das Maldivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Canadá, Rússia e Japão já afirmaram que não assinarão um segundo  período de compromisso do Protocolo de Quioto. Resta saber se farão  oposição à possibilidade de continuidade das regras atuais do tratado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A única coisa que está clara é que o sucesso da COP 17, que começa em  menos de 100 dias, passa por uma decisão sobre o Protocolo que não pode  mais ser adiada.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Carbono Brasil - Online&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4238213544986353753?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4238213544986353753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4238213544986353753&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4238213544986353753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4238213544986353753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/uniao-europeia-deve-propor-plano-para.html' title='União Europeia deve propor plano para estender Quioto'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-BFr8WkkuYBQ/TlVAkA1sHpI/AAAAAAAAAGI/pBi2V9ctRF8/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-912905439306550931</id><published>2011-08-24T14:52:00.003-03:00</published><updated>2011-08-24T14:56:49.413-03:00</updated><title type='text'>Economia verde tem conceito elástico e serve para todos os fins</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-7NMJV8b_G04/TlU69fYQwNI/AAAAAAAAAGA/ntUikxFYUS8/s1600/1.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 282px; height: 190px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-7NMJV8b_G04/TlU69fYQwNI/AAAAAAAAAGA/ntUikxFYUS8/s400/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644482536048476370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Até pouco tempo atrás a Rio+20 era uma conferência da ONU à procura de um objetivo. Os países ricos não aceitavam a ideia de fazer um balanço do que foi feito nos últimos 20 anos, desde a Eco 92, no Rio - progressos na transferência de recursos financeiros e transferência tecnológica, se ocorreram, foram pífios. A discussão ambiental pura não interessa ao mundo em desenvolvimento, que quer relacionar seu crescimento com a redução da pobreza. Para não ficar à deriva acordou-se pela pauta da economia verde, que tem conceito elástico e pode servir a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é anfitrião e se esforça para que a Rio+20 brilhe. Não é tarefa fácil, considerando-se que a conferência-mãe, a Eco 92 (também conhecida por Cúpula da Terra) foi sucesso de público e crítica. Todos os líderes estrangeiros que importavam estiveram presentes. O evento produziu duas convenções fundamentais, a do Clima e a da Biodiversidade, e foi a gênese para a Convenção sobre Desertificação. Também resultou na Agenda 21 e na Declaração sobre Florestas. A convenção do Clima geraria, anos depois, um filhote famoso, o Protocolo de Kyoto. Difícil competir com todo este prestígio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até porque o momento, agora, também é difícil, com o pano de fundo da crise financeira mundial. Um dos convidados mais aguardados, o presidente Barack Obama, estará em plena campanha eleitoral e dificilmente virá. Os outros líderes tendem a olhar em volta antes de confirmar presença. Além disso, em 2012 também acontece o encontro internacional da conferência do clima e mais o da biodiversidade, na Índia. É muito evento internacional para um mundo que não tem dado muita bola para a pauta ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para não deixar a Rio+20 esvaziada, o Brasil bate justamente na tecla que a Eco 92 consagrou, a definição clássica do desenvolvimento sustentável onde o desenvolvimento é socialmente inclusivo, ambientalmente adequado e economicamente viável. "Não é só desenvolvimento econômico, não é só conservação ambiental, não é só proteção social, mas é a mistura das três coisas", diz Fernando Lyrio, assessor extraordinário para a Rio+20 do Ministério do Meio Ambiente. A Comissão Nacional criada por decreto pela presidente Dilma Rousseff reflete isso - estão lá todos os ministérios, representados pelos titulares das pastas, e mais representantes dos diversos setores da sociedade, de empresários a grupos indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum país do mundo quer que uma conferência internacional em seu território seja fraca. Para esticar a agenda - que as Nações Unidas reduziram a três dias contra os 15 da Eco 92 - o Brasil imaginou algo subversivo aos padrões da ONU - os tais oito painéis sobre água, energia e o que mais for. Também se esforça para fazer com que todos os atores que não são governo, mas influenciam o mundo hoje, sejam ouvidos decentemente no processo multilateral. "Ou fazemos isso, ou o que se discutir no mundo multilateral acaba sendo letra morta. Porque o mundo real está acontecendo de outra maneira", lembra Lyrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-912905439306550931?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/912905439306550931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=912905439306550931&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/912905439306550931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/912905439306550931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/economia-verde-tem-conceito-elastico-e.html' title='Economia verde tem conceito elástico e serve para todos os fins'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7NMJV8b_G04/TlU69fYQwNI/AAAAAAAAAGA/ntUikxFYUS8/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6945805194231667241</id><published>2011-08-23T11:55:00.002-03:00</published><updated>2011-08-23T12:00:17.676-03:00</updated><title type='text'>Manaus: Parque indígena vai ser inaugurado até a Copa-2014</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Manaus - Na manhã dessa segunda-feira (22), a secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind), apresentou um balanço geral dos dez anos da presença dos indígenas no governo do Amazonas.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-qiUs3bAVE6c/TlPAa7QaJLI/AAAAAAAAAF4/UMSgh5wm1k8/s1600/13.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 235px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-qiUs3bAVE6c/TlPAa7QaJLI/AAAAAAAAAF4/UMSgh5wm1k8/s400/13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644066326841009330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da apresentação do trabalho realizado pelo órgão, o secretário da pasta, Bonifácio José, também revelou todo o trabalho já idealizado para o quadriênio 2012-2015. "Já estamos com boa parte dos trabalhos idealizados para os próximos três anos, para podermos acompanhar a evolução da cidade e essa grande festa que é a Copa do Mundo" diz o secretario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário também falou do trabalho árduo que foi conseguir educação de qualidade para os povos indígenas. Segundo Bonifácio, mais de 20 escolas somente para índios estão em funcionamento. A educação é formação humana. É por meio do aprendizado que o futuro das terras e das comunidades indígenas serão garantidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as novidades apresentadas, a Seind informou ainda que, em Iranduba, distante 27km de Manaus, será construído um Centro de Desenvolvimento Sustentável dos Povos Indígenas . O parque temático indígena será referência para a população que vai acompanhar a Copa-2014.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por intermédio da secretaria, mais de 64 povos espalhados pelo estado tem direitos garantidos. "É um momento histórico para os indígenas e só por meio de projetos e políticas publicas, podemos conquistar", disse o secretario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Portal D24AM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6945805194231667241?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6945805194231667241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6945805194231667241&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6945805194231667241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6945805194231667241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/manaus-parque-indigena-vai-ser.html' title='Manaus: Parque indígena vai ser inaugurado até a Copa-2014'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qiUs3bAVE6c/TlPAa7QaJLI/AAAAAAAAAF4/UMSgh5wm1k8/s72-c/13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-5988365686271203918</id><published>2011-08-23T11:52:00.002-03:00</published><updated>2011-08-23T11:55:37.791-03:00</updated><title type='text'>Fungos que quase dizimaram árvores podem voltar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-4_D_Ze9_xiE/TlO_V86acEI/AAAAAAAAAFw/vC_roIZmA3I/s1600/12.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 296px; height: 206px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4_D_Ze9_xiE/TlO_V86acEI/AAAAAAAAAFw/vC_roIZmA3I/s400/12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644065141874651202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mudanças no clima ameaçam abrir terreno para ataque de assassinos de florestas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 250 milhões de anos, durante uma das maiores extinções em massa já atravessadas pela Terra, fungos normalmente pouco agressivos no solo se espalharam descontroladamente, quase dizimando todas as árvores do planeta. Longe de ser uma simples curiosidade científica, tal ataque pode se repetir nos dias atuais se as mudanças climáticas enfraquecerem demais as plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande extinção do chamado Período Permiano eliminou 95% das espécies que habitavam a Terra. Há tempos Mark Sephton, do Imperial College London, estava intrigado com uma misteriosa camada de fósseis nas bordas de rochas que se formaram no período:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você pode achar essa camada em todo mundo e não encontra sinais semelhantes em nenhuma outra parte do registro geológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A camada primeiro foi vista como formada por fungos oportunistas que se alimentaram das plantas depois que elas morreram, embora alguns considerassem que poderiam também ser de algas. Para encerrar a questão, Sephton se uniu a Henk Visscher, da Universidade de Utrecht, na Holanda, e Cindy Looy, da Universidade da Califórnia em Berkeley. Juntos, eles revelaram que a camada era formada por organismos parecidos com fungos modernos conhecidos como Rhizoctonia, reforçando a hipótese do ataque dos fungos. Eles ficam no solo à espera de atacar plantas que tenham seus sistemas imunológicos enfraquecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Sephton, o papel dos fungos na extinção do Permiano é um alerta, já que as mudanças climáticas e outras atividades humanas estão estressando as plantas, deixando-as vulneráveis a um novo ataque em massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mudanças dramáticas como essa podem acontecer quando você pressiona tanto um ambiente - diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Globo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-5988365686271203918?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/5988365686271203918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=5988365686271203918&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5988365686271203918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5988365686271203918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/fungos-que-quase-dizimaram-arvores.html' title='Fungos que quase dizimaram árvores podem voltar'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4_D_Ze9_xiE/TlO_V86acEI/AAAAAAAAAFw/vC_roIZmA3I/s72-c/12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-970488206626010275</id><published>2011-08-19T11:35:00.002-03:00</published><updated>2011-08-19T11:38:09.084-03:00</updated><title type='text'>As abelhas estão desaparecendo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-BvP87SFuU7E/Tk51RRRx9uI/AAAAAAAAAFo/-FA7k0W4qrY/s1600/b11.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 375px; height: 252px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-BvP87SFuU7E/Tk51RRRx9uI/AAAAAAAAAFo/-FA7k0W4qrY/s400/b11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642576322698016482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Na primeira metade do século XX Albert  Einstein afirmava: "Se as abelhas desaparecerem, ao homem restarão  apenas quatro anos de vida." Hoje, apicultores de todo o mundo têm  notado que, desde 2007, as abelhas estão desaparecendo. Tal fenômeno,  conhecido cientificamente como Desordem do Colapso das Colônias (DCC),  começou a ser percebido nos Estados Unidos, devido à queda na produção  das colônias, ao sumiço de algumas abelhas e a morte de outras.  Cientistas, apicultores e especialistas estão correndo contra o tempo  para reverter esse quadro preocupante. A causa E o alerta é mais que  justiçado, uma vez que esse fenômeno já afeta o inseto em diferentes  partes da terra como Polônia, Grécia, Itália, Portugal, Inglaterra,  Espanha, Suíça, Alemanha, Índia e Brasil.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Oapicultor Chiquinho Castro, conhecido  como "Chico Abelha", considera a situação grave e preocupante para todo  o planeta, porque ao atingir a cadeia reprodutiva da natureza, a  produção de alimentos fica seriamente comprometida. "Além disso, as  implicações econômicas dessas mortes são imediatas, porque as abelhas  são essenciais para a polinização de cultivos que custam dezenas de  milhões de dólares à economia dos países afetados", explica o apicultor,  que há 30 anos cria abelhas em uma chácara em Guaratiba, na Zona Oeste  do Rio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Em Santa Catarina, segundo maior  produtor de mel do País, observou-se que as abelhas saíam das colmeias  sem deixar quaisquer vestígios, abandonando a colônia e o mel. A  Federação e Associação de Apicultores de Santa Catarina (Faasc) resolveu  criar uma comissão científica para pesquisar esse estranho  acontecimento e já aponta para alguns motivos como &lt;span id="CHAVE_1656" title="1656/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;,  uso de novos inseticidas, problemas com a variabilidade genética, novos  tipos de vírus e parasitas ou até mesmo a intensidade de manejo das  colmeias, que são transportadas por lavouras de todo o País para  auxiliar na polinização dos cultivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Nésio Fernandes, presidente da Faasc,  explica porque tal fenômeno interfere tanto na produção de mel quanto na  agricultura: "Santa Catarina é o maior produtor de maçãs do País e a  polinização desses pomares&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; é feita por milhões de abelhas. Hoje,  com a redução de mais de 30% das colmeias no estado, o custo de locação  para polinizar uma plantação aumentou em 67%, fazendo com que o preço de  toda safra aumente para o consumidor." Já o apicultor Mauricio Monero,  de Belo Horizonte, ressalta que inicialmente a crise do êxodo das  abelhas havia sido tratada como uma preocupação localizada, mas, no  momento em que o preço dos alimentos atinge a maior alta de todos os  tempos, o sumiço desses insetos pode pôr em risco a segurança alimentar  da população, devido ao aumento nos custos da produção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; E adverte: "Quase um terço da produção  agrícola mundial depende da polinização animal, principalmente por  intermédio das abelhas. Esses alimentos proporcionam 35% de nossas  calorias, a maior parte de nossos minerais, vitaminas e antioxidantes e  são a base da gastronomia." A pesquisadora da Embrapa Meio-Norte Fábia  de Mello reconhece que, no início deste ano, várias reportagens sobre o  repentino sumiço de abelhas nos Estados Unidos e na Europa deixaram  produtores, ambientalistas, pesquisadores e o público em geral  alarmados. Desde então muito se tem questionado sobre os efeitos do  aquecimento global e dos plantios de culturas transgênicas nesse  misterioso fenômeno. Para complicar, há o temor de que tal problema  venha a se intensificar no Brasil, prejudicando não somente a  apicultura, como também a produção de todas as culturas que utilizam os  serviços de polinização das abelhas, como maçã, melão e laranja. Há um  consenso: o que está acontecendo com as abelhas e suas colônias é  reflexo da evolução inconsequente do homem e da ação predatória que ele  exerce sobre o meio em que vive.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;Jornal do Commercio RJ&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-970488206626010275?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/970488206626010275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=970488206626010275&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/970488206626010275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/970488206626010275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/as-abelhas-estao-desaparecendo.html' title='As abelhas estão desaparecendo?'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-BvP87SFuU7E/Tk51RRRx9uI/AAAAAAAAAFo/-FA7k0W4qrY/s72-c/b11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-8357843435898666162</id><published>2011-08-19T11:31:00.001-03:00</published><updated>2011-08-19T11:35:13.492-03:00</updated><title type='text'>O oceano do futuro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-zGqIVgVG6IM/Tk50UWuRSaI/AAAAAAAAAFg/pckJfCriAS4/s1600/b10.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 282px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zGqIVgVG6IM/Tk50UWuRSaI/AAAAAAAAAFg/pckJfCriAS4/s400/b10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642575276187666850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="TextoNoticiaAberta"&gt;Sistema de tanques com corais simulará Atlântico mais quente e ácido&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Imagine ver, em um tanque de plástico  de 130 litros, como será o oceano daqui a um século. Esta é a proposta  dos pesquisadores do Projeto Coral Vivo, patrocinado pela Petrobras. O  grupo construiu um sistema, com 16 tanques ligados direta e  permanentemente ao mar, em Arraial d'Ajuda (BA). Em cada um deles serão  colocadas espécies típicas daquele litoral: estrelas-do-mar, ouriços,  algas calcárias, até micro-organismos. Mas, principalmente, recifes de  corais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; O Brasil é um dos únicos países do  Atlântico Sul a contar com estas estruturas em seu litoral - o outro é a  Austrália. As 16 espécies conhecidas no mundo sofrem dos mesmos  estresses: os oceanos estão mais quentes e ácidos, o que contribui para  sua corrosão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; - O diferencial desse sistema é que  nossos tanques nunca perderão a conexão com o mar, a 500 metros dali -  explica Emiliano Calderon, professor-visitante do Museu Nacional e  pesquisador-associado do Coral Vivo. - A qualidade da água, portanto,  será sempre a mesma. A luminosidade também. Sendo fiel a este marco  zero, é provável que nos aproximemos mais do que ocorrerá no futuro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Calor fará algas produzirem toxinas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; A ligação com o oceano estará à  disposição dos pesquisadores a partir da semana que vem, e em setembro  eles vão se reunir para escolher que cenários vão simular nos tanques.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; De acordo com as projeções do Painel Intergovernamental sobre &lt;span id="CHAVE_1497" title="1497/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;Mudanças Climáticas&lt;/span&gt;  da ONU, a temperatura dos oceanos pode aumentar entre 2 e 4 graus  Celsius até o fim do século. Nenhuma dessas possibilidades é recebida  com otimismo pelos estudiosos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Boa parte da fisiologia dos animais é  regulada pelos termômetros. Apenas 1 grau Celsius a mais pode fazer  algas, que vivem dentro do coral, produzir radicais livres tóxicos para  aquela estrutura. As algas acabam expulsas, mas, como elas são  responsáveis por sustentar o coral - o que fazem pela fotossíntese -, o  organismo inteiro é comprometido e pode morrer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; - Os tanques funcionarão como máquinas  do tempo - compara Calderon. - Em um, manteremos temperatura e pH da  água exatamente como são hoje. Nos outros três, vamos aumentar a  temperatura, deixar a água mais ácida. Assim saberemos a resistência dos  organismos que estão ali dentro e se podemos esperar que eles  sobrevivam às próximas décadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; O pH da água é, em média, 7. Se este  índice diminuir 0,3 ou 0,4 - como apontam algumas projeções para daqui a  cerca de 20 anos -, haverá consequências drásticas para a  biodiversidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; - Num ambiente mais ácido, o esqueleto  calcário se dissolve. Já encontramos, inclusive, organismos com  deformações - alerta o pesquisador. - E, em cima desse esqueleto, existe  uma fauna, de micro-organismos a peixes, que vive associada aos  recifes. Se houver um problema naquele material que sustenta a todos  esses seres, sua abundância é comprometida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Os recifes, portanto, são fundamentais  para quem estuda a variedade das espécies marinhas. E, como se fazem  mais presentes na Bahia, este foi o local escolhido para o estudo. Em  Búzios, de acordo com Calderon, há estruturas semelhantes, embora menos  diversas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; O sistema de tanques a ser inaugurado  na semana que vem será o primeiro da América Latina. Ainda assim, no que  se refere ao estudo de &lt;span id="CHAVE_3322" title="3322/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt; na costa, o Brasil ainda está "dez anos atrás" da Austrália, segundo o pesquisador do Coral Vivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; - Este acompanhamento já é feito há  tempos na Oceania, mas não podemos usar os dados obtidos ali como  válidos aqui - ressalta. - Um recife da Austrália pode ter uma  resistência diferente a um brasileiro. Em cada local a temperatura e a  acidificação dos mares ocorrerá de uma forma diferente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Segundo o Censo da Vida Marinha -  contagem encerrada no ano passado, após uma década -, o homem conhece  cerca de 230 mil espécies que habitam os oceanos. Os litorais do Japão e  da Austrália são as zonas de maior biodiversidade. O Brasil tem 9.101  espécies em sua costa, sendo a maioria crustáceos, moluscos e peixes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Biólogos estimam, no entanto, que os  números conhecidos ainda estão muito aquém da realidade. Estimativas  indicam que até 1 milhão de espécies habitariam os oceanos. Teme-se que,  com fatores como &lt;span id="CHAVE_4248" title="4248/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt; e poluição, centenas delas morram sem jamais ter sido registradas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Globo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-8357843435898666162?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/8357843435898666162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=8357843435898666162&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8357843435898666162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8357843435898666162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/o-oceano-do-futuro.html' title='O oceano do futuro'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zGqIVgVG6IM/Tk50UWuRSaI/AAAAAAAAAFg/pckJfCriAS4/s72-c/b10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6535104891583196954</id><published>2011-08-18T11:53:00.002-03:00</published><updated>2011-08-18T11:56:55.702-03:00</updated><title type='text'>Equipe mapeia floresta para Google Street View</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-PPsNx16u3nw/Tk0oHzC9n4I/AAAAAAAAAFY/kyzFFLnjmxg/s1600/a10.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 195px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-PPsNx16u3nw/Tk0oHzC9n4I/AAAAAAAAAFY/kyzFFLnjmxg/s400/a10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642210022591930242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Uma equipe do Google, com a ajuda de um triciclo e uma canoa motorizada, começou ontem a captar cenas da &lt;span id="CHAVE_123" title="123/18 | 17683" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;floresta amazônica&lt;/span&gt; para o serviço de fotografia panorâmica do site.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; O projeto, inédito em área de floresta, é chamado de Street View na Amazônia e estará disponível na internet em  quatro meses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt; Lançado no Brasil em 2010, o serviço já está disponível em 51 cidades de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Folha de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6535104891583196954?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6535104891583196954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6535104891583196954&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6535104891583196954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6535104891583196954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/equipe-mapeia-floresta-para-google.html' title='Equipe mapeia floresta para Google Street View'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PPsNx16u3nw/Tk0oHzC9n4I/AAAAAAAAAFY/kyzFFLnjmxg/s72-c/a10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-5345543582875468753</id><published>2011-08-17T12:11:00.003-03:00</published><updated>2011-08-17T12:21:53.965-03:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento sustentável para solução de problemas da agricultura</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-nTdE2NHHVTY/Tkvbo_oAf8I/AAAAAAAAAFQ/xbo-DbyqYO4/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 212px; height: 176px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-nTdE2NHHVTY/Tkvbo_oAf8I/AAAAAAAAAFQ/xbo-DbyqYO4/s400/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641844455532167106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   O senador Jorge Viana, relator do Código Florestal, defendeunesta semana o  desenvolvimento sustentável como forma de proteger a agricultura e o  meio ambiente e alertou que, se o Brasil seguir o modelo de uso da terra  adotado pelos Estados Unidos, não será competitivo na produção de  alimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O comentário foi feito em resposta ao relator do projeto na Câmara,  deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), que, em depoimento nas Comissões de  Meio Ambiente, Agricultura e Ciência e Tecnologia, exibiu vídeo de  pequenos agricultores multados em valores milionários pelo Ibama e disse  que as normas e a regulamentação ambiental "infernizam" a vida dos  agricultores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O senador do Acre também contrapôs o argumento de Rebelo de que os  Estados Unidos e a Europa não têm exigência de reserva legal e de que  esse mecanismo colocará na ilegalidade mais de 90% das propriedades  rurais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Viana alega que tanto os direitos dos que plantam quanto a natureza precisam ser protegidos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "Aqui, o clima e a situação são diferentes, e o consumidor de nossos  produtos está mais exigente. Se não mudarmos para o modelo de  desenvolvimento sustentável vamos ficar reféns das multinacionais que  fabricam adubos, inseticidas e fungicidas e que não controlamos. Prefiro  que trabalhemos com a Embrapa para encontrar um modelo adequado para o  Brasil", afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Na opinião de Jorge Viana, a adoção de um modelo de desenvolvimento  sustentável resolverá muitos dos problemas enfrentados pelos pequenos  agricultores brasileiros e que, na sua opinião, são erroneamente  atribuídos às matas e florestas.  Para ele, a floresta é um ativo  econômico capaz de gerar renda a partir do uso nacional dos recursos que  oferece.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Segundo Jorge Viana, o relator do Código Florestal na Câmara, em seu  depoimento, não falou em florestas, como se elas fossem um problema,  referindo-se a "mato" e "mata".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Em resposta às queixas de Rebelo quanto aos problemas vividos pelos  agricultores, o senador acreano disse não ser correto "querer  transformar a floresta em causa de todas as mazelas da agricultura".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Jorge Viana também disse também que, ao defender os pequenos  agricultores, o relator do Código da Câmara não abordou os problemas de  grilagem e disputas de terras que provocaram diversas mortes na  Amazônia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O relator do Código na Comissão de Meio Ambiente disse compartilhar da  opinião de Aldo Rebelo de que o mundo não acordou para os avanços da  agricultura e da biodiversidade do Brasil, mas alegou que tanto os  direitos dos que plantam quanto a natureza precisam ser protegidos e  propôs a mediação de cientistas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   "O projeto de Código do deputado Aldo Rebelo aprovado na Câmara foi  muito bom, nosso problema são apenas dez pontos que precisam encontrar  consenso maior e talvez tenhamos resposta na ciência, que pode  desempatar os conflitos", afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Viana também lembrou que temas como preservação da biodiversidade, &lt;span id="CHAVE_2968" title="2968/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;  e escassez de água são novos e entraram na pauta de discussões globais  há pouco de uma década e demonstram a necessidade de adoção de uma  política de desenvolvimento baseada na sustentabilidade e no uso  racional dos recursos naturais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Em seu depoimento, Aldo Rebelo criticou as organizações não  governamentais, inclusive internacionais, dizendo que elas legislam, no  Brasil, por meio do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e que  ficaram insatisfeitas com o substitutivo ao Código Florestal de sua  autoria porque acharam que "podiam peitar e derrotar o Congresso  Nacional". O senador acreano rebateu o argumento dizendo que as ONGs  chegaram à Amazônia antes do governo e que deram sua contribuição à  região.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Jornal Página 20&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-5345543582875468753?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/5345543582875468753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=5345543582875468753&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5345543582875468753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5345543582875468753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/desenvolvimento-sustentavel-para.html' title='Desenvolvimento sustentável para solução de problemas da agricultura'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nTdE2NHHVTY/Tkvbo_oAf8I/AAAAAAAAAFQ/xbo-DbyqYO4/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-4454667038227835853</id><published>2011-08-17T12:07:00.002-03:00</published><updated>2011-08-17T12:10:23.132-03:00</updated><title type='text'>Efeitos se agravam</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-qJy368t5q-E/TkvZveHuL8I/AAAAAAAAAFI/J8XFTil6yy4/s1600/imagem.php.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 234px; height: 155px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-qJy368t5q-E/TkvZveHuL8I/AAAAAAAAAFI/J8XFTil6yy4/s400/imagem.php.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641842367774207938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   Desde a Revolução Industrial, a humanidade tem jogado imensas  quantidades de gases de efeito estufa na atmosfera, provocando o aumento  da concentração. Antes disso, estima-se que a concentração de gases de  efeito estufa na atmosfera era algo em torno de 280 partes por milhão  (ppm). Atualmente, encontra-se mais de 100 ppm acima daquela  concentração e as consequências foram sendo percebidas ao longo do  tempo. Hoje, estão mais graves.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O espessamento da camada de gases pelas emissões provocadas pelo homem  resulta no aumento da temperatura média da Terra e, por consequência, em  &lt;span id="CHAVE_597" title="597/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;  perigosas. Isso causa eventos climáticos extremos mais frequentes e  mais intensos, como secas e tempestades, o derretimento das massas de  gelo da Terra, entre outros fenômenos.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Correio Braziliense&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-4454667038227835853?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/4454667038227835853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=4454667038227835853&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4454667038227835853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/4454667038227835853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/efeitos-se-agravam.html' title='Efeitos se agravam'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qJy368t5q-E/TkvZveHuL8I/AAAAAAAAAFI/J8XFTil6yy4/s72-c/imagem.php.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-8834429231183539338</id><published>2011-08-16T11:52:00.003-03:00</published><updated>2011-08-16T11:59:47.240-03:00</updated><title type='text'>Amazônia é a galinha dos ovos de ouro do agronegócio brasileiro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-tDG0_lQL140/TkqFFtFTN-I/AAAAAAAAAFA/alhrevh9dcA/s1600/okk.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 234px; height: 163px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-tDG0_lQL140/TkqFFtFTN-I/AAAAAAAAAFA/alhrevh9dcA/s400/okk.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641467816282634210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O agronegócio sairia ganhando se visse a Amazônia como "galinha dos ovos de ouro". Se a floresta morre, as chuvas na região secam, e o lucro evapora junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que pensa o biólogo americano Thomas Lovejoy, 69, pioneiro nas pesquisas sobre a região amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando visitou a floresta pela primeira vez, em 1965, ele era um jovem biólogo à procura "da maior aventura possível". Pai de gêmeas cariocas, de férias no país, defendeu que o cuidado com a Amazônia seja parcelado entre várias nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Folha - O sr. afirma que a devastação na Amazônia pode chegar a um limite, a partir do qual o sumiço da floresta seria um caminho sem volta. Estamos perto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Thomas Lovejoy -&lt;/span&gt; O Banco Mundial pôs US$ 1 milhão num estudo que projeta pela primeira vez os efeitos de mudança do clima, queimada e desmatamento juntos. Os resultados sugerem que poderia haver um ponto de inflexão em 20% de desmatamento [da floresta original]. Estamos bem perto, 18%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que áreas do sul e sudeste da mata vão começar a secar e se transformar em cerrado. É como jogar uma roleta de "dieback" [colapso] na Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Com o desmatamento subindo de novo, qual é o prazo para esses 20%?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fiz cálculos, mas não tomaria muito tempo. Pode ser cinco anos, se continuar assim. Claro que [a devastação] traz implicações para os padrões de chuva, incluindo as áreas agroindustriais de Mato Grosso e mais ao sul, até o norte da Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-governador [Eduardo] Braga [AM] costumava dizer ao ex-governador [Blairo] Maggi [MT]: "Sua soja depende da chuva no meu Estado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quais as consequências para a agricultura?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agricultura e economia teriam menos chuvas. E elas dependem da chuva. Talvez não em São Paulo, mas mais ao oeste, com a água passando pelas hidrelétricas, em projetos como Belo Monte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O sr. estuda a Amazônia há mais de quatro décadas. Quais previsões deram certo e quais passaram longe?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu primeiro artigo sobre a Amazônia, escrito em 1972, chamava-se "Transamazônica: estrada para a extinção?". Não acho que alguém tinha a capacidade de imaginar a soma de desmatamento que ocorreu. Lembro quando as primeiras imagens de satélite saíram, nos anos 1980. Todos ficaram surpresos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também houve boas surpresas. Uma é a força da ciência brasileira aplicada na Amazônia. A outra é a consciência pública, que em geral é bastante alta no Brasil. E também a extensão das áreas protegidas, incluindo as demarcações de fronteiras indígenas. Tudo isso junto protege 50% da Amazônia, o que é impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do jeito que está, o novo Código Florestal pode impedir o crescimento na produção de alimentos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acho que precisemos enfraquecer o [atual] Código Florestal para aumentar a produção agrícola no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do gado, o uso médio da terra na Amazônia é de uma cabeça por hectare. Essa é a média mais baixa em qualquer lugar do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma questão de organizar a imensa capacidade da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária], um dos centros líderes de agricultura no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comparado com os EUA, o Brasil tem legislação ambiental rígida. Lá, sequer estão na mesa criar coisas como a reserva legal. Pode soar paternalista dizer o que deve ser feito por aqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só estou tentando pensar no que faz sentido para o Brasil, não necessariamente no que faz sentido o Brasil fazer para o resto do mundo. O atual Código Florestal é um dos mais visionários do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos EUA, temos de pagar o preço de não ter tido essa visão há muito tempo. E também não temos florestas tropicais, mais sensíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia e ecologia têm a mesma raiz grega: "oikos", que remete a "casa". Não existe ser no planeta que não afete seu ambiente sem consumo e produzir desperdício. A questão da sustentabilidade está nos detalhes de quanto e como se faz isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Qual a sua avaliação do governo Dilma no debate?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, parece muito prático, sério. Como ela vai responder a qualquer que seja o Código Florestal será, claro, um grande teste. Mas ter deixado claro que o governo Dilma não aprovaria a anistia [aos desmatadores] é um sinal bem positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é perigoso, na lei, é a ideia de dar o poder de demarcar as reservas legais aos Estados. Se você vai administrar a Amazônia como sistema, precisa ser consistente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O sr. conhece a senadora Kátia Abreu, uma das vozes da bancada ruralista?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não conheço, mas diria a ela: "Você precisa tomar cuidado para não matar a galinha dos ovos de ouro". E o ovo de ouro é a chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O caos nas finanças globais tira os holofotes da questão ambiental?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente, quando há forte recessão econômica, muitas das coisas que causam problemas ambientais se enfraquecem. Alguns dos motores do desmatamento, como os preços da soja e da carne, enfraquecem quando a demanda é menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Brasil é capaz de cuidar sozinho da Amazônia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BNDES tem de ser cuidadoso com os projetos de infraestrutura, pois há todos os outros países [amazônicos]. O Brasil não deveria segurar a responsabilidade sozinho. A Amazônia é um elemento-chave no funcionamento do mundo. É do interesse de outros países ajudar o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Já chamaram o sr. até de espião da CIA. Há paranoia sobre um complô internacional para 'roubar' a Amazônia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não tem fundamento. A pior forma de biopirataria é destruir a floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Parte da comunidade científica minimiza o papel do homem no aquecimento global. O que o sr. acha?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há quase nenhum cientista com credibilidade que acredite nisso. Nos últimos 10 mil anos, a história climática do planeta foi bem estável. Agora, nós o estamos mudando. Está claro que 2 ºC a mais é muito para a Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Folha de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-8834429231183539338?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/8834429231183539338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=8834429231183539338&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8834429231183539338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8834429231183539338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/amazonia-e-galinha-dos-ovos-de-ouro-do.html' title='Amazônia é a galinha dos ovos de ouro do agronegócio brasileiro'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-tDG0_lQL140/TkqFFtFTN-I/AAAAAAAAAFA/alhrevh9dcA/s72-c/okk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6977068681821932139</id><published>2011-08-16T11:46:00.001-03:00</published><updated>2011-08-16T11:49:59.219-03:00</updated><title type='text'>Greenpeace traça estratégia para Código Florestal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-B4iHq6TPEjA/TkqDd6nf9xI/AAAAAAAAAE4/fIVZX6UavvY/s1600/C%25C3%25B3digo-Florestal-Brasileiro-FOTO-1.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 301px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-B4iHq6TPEjA/TkqDd6nf9xI/AAAAAAAAAE4/fIVZX6UavvY/s400/C%25C3%25B3digo-Florestal-Brasileiro-FOTO-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641466033209341714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O debate em torno da reforma do Código Florestal pode tornar-se um problema político com vetor nacional e internacional e cair no colo da presidente Dilma Rousseff às vésperas de um ano eleitoral e da Rio+20, a conferência ambiental das Nações Unidas que o Brasil irá sediar em junho. A saída da presidente, na visão do Greenpeace, pode ser dividir a solução do problema: resolver, de imediato, demandas da agricultura familiar e deixar o caso do agronegócio para discussão mais aprofundada, com mais tempo e mais estudos científicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta linha, o governo daria uma resposta à sociedade, atuando onde há consenso: resolver os gargalos dos pequenos produtores. O Executivo poderia atender as demandas da agricultura familiar concedendo mais crédito e dando tratamento diferenciado aos pequenos produtores. Permitiria a eles, por exemplo, a recomposição de áreas de preservação permanente com árvores frutíferas, o que poderia significar alternativa de renda. O governo resolveria 75% do problema, disse Paulo Adario, coordenador da campanha Amazônia, falando ontem em seminário sobre o Código Florestal no Memorial Darcy Ribeiro, em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta rota o governo derrubaria o argumento da bancada ruralista de que o assunto tem que ser votado rapidamente porque o pequeno agricultor estaria encurralado, tendo que desmatar para sobreviver. Conseguiria reorganizar os 410 votos na Câmara que o projeto do deputado Aldo Rebelo obteve. Responderia satisfatoriamente a cientistas que têm dito que a sociedade precisaria de mais tempo para debater qual é a melhor opção para o país - e é precisamente aí que seriam analisadas, pelos próximos três ou quatro anos, as questões do agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente poderia equacionar as questões da agricultura familiar no Código Florestal com um decreto presidencial (ou decreto legislativo, dependendo da força do governo), sugere Adario. Na sua visão, Dilma evitaria o desgaste de ter que dar um eventual veto presidencial ao projeto depois do trâmite no Congresso. Ela também não teria que voltar atrás ao compromisso de campanha, assumido com a então candidata do Partido Verde Marina Silva, de combater qualquer medida que pudesse aumentar o desmatamento e não anistiar quem desmatou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também daria uma resposta ao eco negativo que o assunto está ganhando na mídia internacional e evitaria o constrangimento de ter, na sua gestão, a aprovação de um Código Florestal que ameaça as metas internacionais de redução de gases estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernanda Carvalho, coordenadora de mudanças climáticas da The Nature Conservancy (TNC) diz que as metas internacionais de redução de emissões que o Brasil assumiu na conferência de Copenhague, em 2009, significam um compromisso de reduzir a emissão de 564 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Dependendo do parâmetro que se tome, o Brasil já cumpriu 54% a 66% de sua meta de redução para 2020 com a queda no desmatamento entre 2001 e 2005, disse. Parece que estou dando ótimas notícias, prosseguiu Fernanda. Mas as alterações do projeto de Aldo jogam uma pá de cal nas conquistas. Ela cita estudos do Observatório do Clima que mediram as consequências do projeto votado. Com a mudança de apenas dois parâmetros (redução de APPs para rios pequenos e dispensa da reserva legal para propriedades de até 4 módulos), a emissão poderia bater em 547 milhões de toneladas de CO2 equivalente. A mensagem que o Brasil envia à comunidade internacional tem sido esquizofrênica, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6977068681821932139?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6977068681821932139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6977068681821932139&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6977068681821932139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6977068681821932139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/greenpeace-traca-estrategia-para-codigo.html' title='Greenpeace traça estratégia para Código Florestal'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-B4iHq6TPEjA/TkqDd6nf9xI/AAAAAAAAAE4/fIVZX6UavvY/s72-c/C%25C3%25B3digo-Florestal-Brasileiro-FOTO-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6285911761102416135</id><published>2011-08-16T11:43:00.001-03:00</published><updated>2011-08-16T11:45:53.496-03:00</updated><title type='text'>Conferência do Ethos discute economia verde</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-4BfZbAw9OqE/TkqChVRKHPI/AAAAAAAAAEw/mefnZCIctrA/s1600/economia-verde.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 340px; height: 272px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-4BfZbAw9OqE/TkqChVRKHPI/AAAAAAAAAEw/mefnZCIctrA/s400/economia-verde.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641464992391372018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O foco foi o encontro que vai acontecer no Rio de Janeiro ano que vem, a Rio+20. E, como este encontro sugere uma discussão ampla com os líderes mundiais sobre economia verde, a Conferência do Instituto Ethos deste ano, menor do que nos anos anteriores (aconteceu nos dias 8 e 9 de agosto), também realizou a maioria dos debates de olho na possibilidade de se discutir uma nova economia, mais inclusiva, cujo setor produtivo se preocupe mais com os impactos que causa no meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ethos parte de uma premissa bem otimista, acreditando que "há experimentos em diferentes setores e segmentos da sociedade de diversos países que ainda não configuram economias verdes, mas apontam clara tendência nesse sentido." E se propôs a levantar sugestões para engajar toda a população no propósito de transição para uma forma mais sustentável de economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como banco de fomento, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) esteve presente num dos paineis de discussão, no primeiro dia da Conferência, para lembrar que na América Latina há 360 milhões de pessoas que ganham menos de US$300 por mês. O que o BID propõe é ajudar empresas a entrarem na famosa base da pirâmide, oferecendo serviços mais baratos, inclusive microcrédito, a essas pessoas. Seria este o caminho da economia verde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou será que o caminho é outro, em parceria com o governo federal, que acaba de lançar um programa para tirar da miséria os 16,2 milhões de brasileiros que vivem ainda com R$70 mensais? O painel do segundo dia, chamado "Erradicação da Pobreza", levou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello para explicar o Plano Nacional de Erradicação da Miséria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trabalhamos com três eixos principais. Um é a renda, que é o recorte que fazemos para identificar essa população. Outro eixo é a inclusão produtiva. Temos ações diferenciadas para capacitar esses cidadãos nas áreas urbanas e rurais, já que entre os brasileiros extremamente pobres, um em cada quatro habitantes está no campo. E, finalmente, queremos oferecer serviços públicos para essas pessoas, que são as que mais precisam e que, geralmente, sequer conhecem os seus direitos - disse a ministra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Abrahão, presidente do Instituto Ethos, moderador de vários paineis, entre eles o que discutiu a erradicação da miséria, lembrou aos empresários presentes que a participação deles é decisiva na melhoria de vida desta população, complementando as ações do governo federal. Wal Mart, Vale, Suzano e Natura dividiam com o Sebrae e Fundação Banco do Brasil este mesmo fórum. Mas, em vez de surgirem novas ideias para ampliar o debate, os representantes das empresas limitaram-se a apresentar projetos que já estão sendo realizados há tempos, com bons resultados. A plateia se manifestou, algumas pessoas reclamaram contra o que parecia ser apenas propaganda empresarial. Mas o painel seguiu assim, sem discussões e formação de parcerias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar sobre economia verde exige também, é claro, um olhar atento para o meio ambiente, um dos pilares do tripé da sustentabilidade. No painel sobre Mudanças Climáticas e os impactos na nova economia, a plateia ficou sabendo o tamanho do problema que a humanidade tem hoje nas mãos. Segundo o consultor ambiental e ex-diretor do Serviço Florestal Brasileiro Tasso Azevedo, o mundo emite hoje 50 gigatoneladas de carbono e, para termos chance de chegar ao fim deste século com aumento de temperatura de 2 graus, o que já vai nos causar muitos problemas, teremos que chegar a 2050 emitindo dez gigatoneladas de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- Se levarmos em conta que hoje somos 7 bilhões de pessoas no mundo e que em 2050 seremos 9 bilhões, o que vai, no mínimo, dobrar a demanda de energia até 2030, estamos diante de um baita problema. Economia de baixo carbono é isso, o desafio é grande e ele só é vencido com quebra de paradigmas, com mudanças de hábitos, e baixando as emissões nos diversos setores. Hoje somos 4% das emissões globais e precisamos baixar. A indústria brasileira tem que emitir menos, o que precisamos estabelecer é como dividir essa conta entre os diversos setores. Siderurgia é complicado, setor energético é menos. Mas temos que ter esses planos setoriais com trajetórias que olhem para além de 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o físico Luiz Pinguelli Rosa, que hoje preside o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, já existem alguns avanços. A área de agricultura, por exemplo, inicialmente resistente a fazer acordos, acabou aderindo, usando métodos menos intensivos em usos de fertilizante. Para ele, o maior problema do país, hoje, é o aumento do consumo da população:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- Eu vivi na época do choque de petróleo na Europa, fui proibido de usar carro e não morri por causa disso. O mundo tem que mudar seu padrão de consumo, isso é real. Cada um está pensando em si mesmo, mas a questão do efeito estufa coloca o problema de forma global. Mas o Brasil está fazendo seu dever de casa - disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ministra do meio ambiente, Izabela Teixeira, que também participou do painel, no entanto, acha que ainda temos muitos desafios pela frente. Ela lembrou que, diferentemente do que acontecia no mundo quando o Rio sediou a primeira Conferência do Meio Ambiente (Rio-92), hoje as empresas estão muito mais atuantes e precisam ter um papel mais decisivo no caminho da sustentabilidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- Temos três grandes desafios: o controle do desmatamento, a definição dos planos setoriais com uma agenda convergente entre as propostas estadual e federal; e o mercado de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representando os empresários, Marina Grossi, do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, lembrou que o Brasil já avançou tanto que hoje tem uma série de iniciativas, como os empregos verdes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as propostas e discussões geradas durante a Conferência serão sistematizadas e farão parte de um documento que o Ethos encaminhará à equipe que está coordenando as propostas brasileiras para a Rio+20 em novembro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estamos falando de uma conferência de países, na qual as contribuições da sociedade civil, do setor empresarial e de outros atores precisam ser contempladas, e a Plataforma Ethos tem esse papel, de ouvir as partes interessadas - disse Sergio Mindlin, presidente do Conselho do Instituto Ethos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: O Globo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6285911761102416135?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6285911761102416135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6285911761102416135&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6285911761102416135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6285911761102416135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/conferencia-do-ethos-discute-economia.html' title='Conferência do Ethos discute economia verde'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-4BfZbAw9OqE/TkqChVRKHPI/AAAAAAAAAEw/mefnZCIctrA/s72-c/economia-verde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7787005028171817616</id><published>2011-08-15T12:26:00.002-03:00</published><updated>2011-08-15T12:29:34.843-03:00</updated><title type='text'>Integração entre lavoura e pecuária recupera áreas e reduz custos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-FieE99kaBro/Tkk7KvKguZI/AAAAAAAAAEo/EbqS90vBLGc/s1600/2.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 266px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-FieE99kaBro/Tkk7KvKguZI/AAAAAAAAAEo/EbqS90vBLGc/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641105063903541650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, 90% dos criadores engordam os animais só no pasto; o maior produtor mundial de carne são os EUA, com metade do rebanho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica que permite integrar a atividade agrícola com a pecuária já tem mais de 20 anos. No começo, era usada apenas para recuperar as pastagens, baixando os custos do produtor. Hoje, o aperfeiçoamento da integração lavoura-pecuária comprova que, além de baixar custos, melhora a qualidade do solo, ajudando a aumentar a produtividade do milho e da soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil tem o maior rebanho bovino comercial do mundo. São 200 milhões de animais, o que corresponde a mais de uma cabeça para cada habitante do país. Porém, o maior produtor mundial de carne não é o Brasil, e sim os Estados Unidos, que têm a metade do nosso rebanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença está na qualidade genética e, principalmente, no manejo da criação. Nos Estados Unidos, a fase de cria é feita a pasto, mas 90% dos animais são engordados em confinamentos gigantescos, onde recebem indução de hormônios para melhorar o ganho de peso e comida à vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, só uma pequena parte do rebanho passa pelo confinamento. Algumas fazendas, como uma do município de Itatiba, em São Paulo, usa o sistema de semiconfinamento. Os animais são criados no pasto, e, na fase de terminação, recebem uma suplementação de ração no corpo. No entanto, 90% dos criadores engordam os animais só no pasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para manter nosso mega rebanho a pasto, são necessários 200 milhões de hectares de pastagens, o que equivale a sete países da Europa, como Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Suíça e Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as terras disponíveis no Sudeste e no Centro-Oeste começaram a faltar, o boi migrou para a Amazônia. Grandes áreas da floresta milenar foram substituídas pelo capim. Esse processo transforma o boi no principal vilão do desmatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível, porém, reverter esse quadro: basta reformar as pastagens degradas pelo país afora. São cem milhões de hectares. Se essa área fora recuperada com pasto e lavoura, é possível dobrar a produção de carne e grãos do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro agrônomo João Cuthcouski, da Embrapa Arroz e Feijão de Goiás, mais conhecido pelo apelido de João-K, é um dos maiores críticos do sistema extensivo adotado pela pecuária brasileira. Há mais de 20 anos, defende a recuperação das pastagens degradas com a técnica batizada de integração lavoura-pecuária, como no caso em que a braquiária foi semeada junto com o milho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há necessidade nenhuma de discutir sobre a Amazônia. A Amazônia fica lá, intacta, porque temos 100 milhões de hectares de pasto de fundo que podem ser transformados no país. Se hoje, com 45 milhões de hectares, nós produzimos essa safra de grãos que nos valoriza em termos mundiais, imagina se nós, no mínimo, dobrarmos nessa área que está degradada. Nós vamos produzir mais barato e ter uma sustentabilidade que nenhum país do mundo poderia competir conosco em termos de produção de alimentos, afirma o engenheiro agrônomo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:  pe360graus.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pasto recém-formado será usado durante três anos. Por isso, a integração lavoura-pecuária exige a divisão da fazenda em quatro partes. Assim, todo ano, o pasto mais antigo é renovado com a lavoura. Além de o capim se beneficiar do adubo usado na lavora, a colheita dos grãos paga todos os custos da recuperação do pasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica de integração da lavoura com a atividade pecuária foi mostrada pelo próprio Cuthcouski há 19 anos no Globo Rural, e foi batizada de sistema barreirão, porque transformou as pastagens degradadas da fazenda do mesmo nome, em Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para transformar o cenário, primeiro é preciso fazer uma gradagem, incorporando o mato e destruindo os cupins. Depois, vem o arado aiveca, para descompactar e revirar o solo. Por fim, é necessário passar a grade niveladora para acertar o terreno. Em áreas com declive, é necessário fazer curva de nível para evitar erosões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início, a cultura recomendada é o arroz, consorciado com a braquiária. A correção do solo e a adubação dependem do resultado da análise do solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pulo do gato está na hora do plantio. A plantadeira é regulada para colocar as sementes do arroz a quatro centímetros de profundidade. As sementes do capim, no caso, a braquiária, são colocadas junto com o adubo, a dez centímetros do chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica faz o arroz nascer primeiro e reduz a competição entre as duas culturas. As sementes do capim aproveitam os resíduos do adubo usado no arroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a colheita, o produtor paga os custos da recuperação do pasto e ainda sobra a palha do arroz para adubar o capim. Duas semanas depois da colheita do arroz, a pastagem já pode ser utilizada para alimentar o gado. Quatro anos depois, quando a área for renovada, o produtor já pode usar culturas de maior valor econômico, como o milho e a soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 19 anos depois da primeira reportagem, a integração lavoura-pecuária já foi implantada em várias regiões do país, mas muitos pecuaristas ainda não se conscientizaram das vantagens do sistema. O pecuarista tem uma cultura de que aquilo que ele faz, e que o avô e o bisavô já faziam, é o correto. Ele não quer fazer investimento e quer comodidade, diz Cuthcouski.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do descrédito dos criadores, o casamento entre agricultura e pecuária continua produzindo frutos. O capim que era cultivado só para alimentar o gado está beneficiando também as lavouras. A fazenda Santa Brígida recuperou 600 hectares de pastagens, onde produz soja, milho, eucalipto e pasto para 550 bois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7787005028171817616?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7787005028171817616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7787005028171817616&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7787005028171817616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7787005028171817616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/integracao-entre-lavoura-e-pecuaria.html' title='Integração entre lavoura e pecuária recupera áreas e reduz custos'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FieE99kaBro/Tkk7KvKguZI/AAAAAAAAAEo/EbqS90vBLGc/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-579592409496786161</id><published>2011-08-15T11:26:00.003-03:00</published><updated>2011-08-15T12:06:15.715-03:00</updated><title type='text'>Responsabilidades compartilhadas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-kXqcqH-UqjQ/Tkk1Zp34-MI/AAAAAAAAAEg/g66rzhjJreg/s1600/12.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 195px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-kXqcqH-UqjQ/Tkk1Zp34-MI/AAAAAAAAAEg/g66rzhjJreg/s400/12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641098723111532738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Metas setoriais de sustentabilidade são fundamentais para que o Brasil caminhe em direção a se tornar uma economia de baixo carbono, avaliam participantes em seminário na USP.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recente adoção de metas de corte de emissão de gases de efeito estufa (GEE) por estados como São Paulo e a Califórnia, nos Estados Unidos, deverá ter enorme importância nas próximas negociações climáticas mundiais previstas para ocorrer em novembro de 2011 na Conferência Internacional sobre o Clima em Durban, na África do Sul, e na Rio+20, que ocorrerá em junho de 2012 no Rio de Janeiro. Isso porque está se começando a discutir a necessidade de incluir os atores regionais na mesa de discussão sobre as metas de redução das emissões de GEE das negociações climáticas internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação foi feita pelo professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (USP), José Goldemberg, no Seminário sobre Sustentabilidade e Tecnologias de Baixo Carbono, realizado pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, em 10 de agosto. "Já era tempo de colocar os atores regionais nas negociações climáticas, porque só os atores nacionais não são bem representativos nessas discussões. Se essa lei instituída pelo Estado de São Paulo for implementada efetivamente, e eu acredito que poderá ser, ela será um exemplo muito interessante para outras cidades", disse Goldemberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim de 2009 foi sancionada a Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC). A legislação paulista estabeleceu a meta de reduzir em 20% a emissão de GEE no estado, em todos os setores, até 2020, em relação a 2005. Com isso, São Paulo passou a ser o segundo estado, depois da Califórnia, a adotar uma lei nesse sentido. "Em ambos os países, Brasil e Estados Unidos, o governo não conseguiu adotar uma lei desse tipo. Mas os estados de São Paulo e da Califórnia saíram na frente", disse Goldemberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para executar a lei, o governo paulista constituiu um comitê gestor que realizou nos últimos anos uma série de estudos sobre as soluções para reduzir as emissões de GEE em diferentes setores. Um dos estudos realizados pelo comitê, sobre o setor transportes, que responde, por aproximadamente, 30% das emissões de GEE no Estado de São Paulo, apontou que se fosse acelerado nos próximos anos o processo de substituição da frota de veículos que circulam pelo estado por veículos do tipo flex fuel seria possível, por si só, atingir as metas de redução de GEE para o setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, de acordo com Goldemberg, a atual política de preço de combustíveis praticada no Brasil pode inviabilizar esse plano. "Com essa política de fixar o preço da gasolina há vários anos, o governo está estrangulando a utilização do etanol no Brasil que representa a grande arma do país e, em particular, do Estado de São Paulo, para reduzir as emissões de GGE. A introdução dos veículos flex fuel para atingir esse objetivo acabará sendo inútil se essa política de preços dos combustíveis não mudar", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Métricas da sustentabilidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Goldemberg, apesar de o setor de transportes ser um dos que mais contribuem para as emissões de GEE no estado, as soluções para reduzir suas emissões são menos complexas do que para o setor industrial - o segundo maior emissor de GEE no Estado de São Paulo. Mas, apesar disso, para que o setor também possa reduzir suas emissões, segundo ele, é necessário que possua metas, como as que a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo pretende estabelecer no âmbito da Política Estadual de Mudanças Climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O órgão do governo paulista realizou em conjunto com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) um mapeamento das emissões dos principais segmentos industriais para criar um mecanismo de negociação para reduzir suas emissões. "O único mecanismo para que se consiga reduzir as emissões de GEE é, de fato, o comando de controle, ou seja, fixar metas e enquadrar as pessoas por meio de leis, multas e outras penalidades", disse Goldemberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se antecipar a esse cenário regulatório, algumas empresas já estão adotando as denominadas "métricas da sustentabilidade", como a redução de emissões de gases de efeito estufa, de dejetos e do uso de recursos naturais por unidade. Durante o Seminário sobre Sustentabilidade e Tecnologias de Baixo Carbono foram apresentados quatro casos de empresas dos setores de energia e transporte que desenvolveram tecnologias que reduzem a emissão de gases de efeito estufa em até 60% e que melhoram o desempenho ambiental de seus produtos e processos por meio da inovação tecnológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as tecnologias, estão um sistema que elimina a necessidade de tanque de gasolina para dar partida em veículos flex fuel, que leva a uma redução no consumo de combustível e, consequentemente, das emissões de GEE, e a aplicação da tecnologia flex em motores de aviões a pistão. "Estamos entrando em uma década em que migramos da retórica para o cumprimento de metas da sustentabilidade. E a ideia básica por trás dessas métricas, que se tornarão muito importantes, é como poderemos continuar crescendo e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões GEE e de dejetos, tornando o uso da energia e da água mais eficiente e aumentando a cobertura vegetal", disse Jacques Marcovitch, professor da FEA-USP e coordenador do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Agência Fapesp/EcoAgência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-579592409496786161?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/579592409496786161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=579592409496786161&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/579592409496786161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/579592409496786161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/responsabilidades-compartilhadas.html' title='Responsabilidades compartilhadas'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kXqcqH-UqjQ/Tkk1Zp34-MI/AAAAAAAAAEg/g66rzhjJreg/s72-c/12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7772574107165030803</id><published>2011-08-10T16:58:00.002-03:00</published><updated>2011-08-10T17:01:41.678-03:00</updated><title type='text'>Camada de gelo do Ártico diminui</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-BDV3pfqwjsQ/TkLjlWCB73I/AAAAAAAAAEY/sP7AQ6YRJTo/s1600/9.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 236px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-BDV3pfqwjsQ/TkLjlWCB73I/AAAAAAAAAEY/sP7AQ6YRJTo/s400/9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639319914130042738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A camada de gelo polar no Ártico se aproxima do nível mínimo recorde de  2007 e, em algumas áreas, é 50% menor do que a média, informou a  agência de monitoramento ambiental russa nesta quinta-feira.&lt;span&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;p&gt;   "De acordo com os resultados das observações, a camada de gelo do  Ártico está próxima do mínimo observado em 2007 na região polar",  indicou a agência Roshydromet.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A camada de gelo cobria uma área de 6,8 bilhões de quilômetros  quadrados. Ela está menor do que o normal em todos os mares russos,  segundo a agência. "Para setembro, podemos esperar condições de  navegação muito fáceis na rota do Mar do Norte", previu a agência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A Rússia fez do desenvolvimento da região do Ártico uma prioridade  estratégica, e espera aumentar a importância comercial da rota do Mar do  Norte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   O derretimento da camada de gelo - causado pelas &lt;span id="CHAVE_923" title="923/19 | 17701" style="color: navy; font-weight: bold;"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;, segundo especialistas - tornou a rota ao longo da costa do Ártico mais acessível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Jornal da Band&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7772574107165030803?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7772574107165030803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7772574107165030803&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7772574107165030803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7772574107165030803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/camada-de-gelo-do-artico-diminui.html' title='Camada de gelo do Ártico diminui'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-BDV3pfqwjsQ/TkLjlWCB73I/AAAAAAAAAEY/sP7AQ6YRJTo/s72-c/9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-2217527635424795516</id><published>2011-08-10T16:53:00.002-03:00</published><updated>2011-08-10T16:57:52.126-03:00</updated><title type='text'>União concede terra a extrativistas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-6nuyRl1dzMI/TkLilD6GmnI/AAAAAAAAAEQ/2kCSIRblxaY/s1600/8.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 268px; height: 188px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-6nuyRl1dzMI/TkLilD6GmnI/AAAAAAAAAEQ/2kCSIRblxaY/s400/8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639318809753328242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As populações de cinco reservas extrativistas (Resex) da Amazônia receberão a concessão de uso de suas áreas. No último sábado (06/08), na Resex Terra Grande-Pracuúba, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a secretária do Patrimônio da União, Paula Lara, assinaram a transferência dessas áreas para o Instituto Chico Mendes, que passará a titulação aos extrativistas nos dias 4 e 5 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão beneficiadas as comunidades tradicionais que moram nas Resex Tapajós-Arapiuns, Gurupá-Melgaço, Terra Grande-Pracuúba, Riozinho do Anfrísio e Caeté-Taperaçu, todas do Pará. A ministra Izabella disse aos mais de 200 extrativistas presentes no Encontro de Marajó (PA) que esse é um momento único para o país. "É uma nova base para uma política que vai avançar com os povos tradicionais e com a conservação da biodiversidade", destacou a ministra, que apresentou uma série de ações do Governo Federal para as comunidades tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O extrativista Ermínio Masques Tenório, 53 anos, será um dos beneficiados pela titulação de sua propriedade. Presidente da associação que representa a Resex Gurupá-Melgaço, ele acredita que a concessão para as 700 famílias que ele representa leva esperança para a população. "Vamos poder acessar recursos que vão beneficiar as famílias e com certeza a condição de vida dessas famílias vai melhorar", comemorou Tenório, que vê a participação de ministros no encontro dos extrativistas como uma maior aproximação dos Governo Federal com as comunidades tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa parceria do Governo com os extrativistas ganha força com a participação do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que garante políticas de apoio à agricultura familiar e à produção das comunidades tradicionais. Um exemplo é o acesso ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o apoio à regularização fundiária das Resex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, os extrativistas também receberão políticas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Atendendo a demanda da população, o ministro Afonso Florence, do MDA, anunciou que o Incra, com apoio do MMA e do Instituto Chico Mendes (ICMBio), vai lançar um edital para serviços de Ater em Resex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MMA e o ICMBio também vão apoiar o Ministério da Pesca e Aquicultura na elaboração de um edital de assistência técnica para pesca. O apoio à assistência técnica, beneficiamento de produção e acesso aos mercados fortalece o extrativismo e são as bases para melhorar a qualidade de vida dessas populações e proteger o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas medidas sinalizam a evolução do processo iniciado em 2002, quando o MMA e o MDA reconheceram as populações tradicionais residentes em Resex como beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária. Em 2008, esse reconhecimento foi estendido a moradores tradicionais de Florestas Nacionais (Flona) e Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Novas Resex&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ICMBio estuda a criação de mais unidades de conservação. "Além de criar queremos implantar, regularizar e gerar renda e emprego. Isso que é criar de fato. E isso não fazemos sem vocês", disse a ministra ao criar o grupo de trabalho que vai avaliar a situação das Resex brasileiras. Com prazo de 60 dias, representantes do MMA, do MDA e do Conselho Nacional de Populações Extrativistas (CNS) também vão elaborar a minuta de decreto com a regulamentação dos usos dentro de uma Resex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a ministra do Meio Ambiente, o encontro marcou uma nova base da política ambiental do Brasil, com os os dois lados trabalhando juntos. "Essa é uma nova maneira de trabalhar junto. Temos muitas conquistas nos últimos 20 anos. E o ganho dessa reunião é esse novo pacto de trabalhar juntos, procurar dar uma nova dinâmica de gestão sustentável em Resex e Reserva de Desenvolvimento Sustentável", ressaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o final deste ano, serão formados mais nove conselhos de Resex, que garantem a participação da comunidade na gestão das unidades de conservação. Assim, 91% das 59 Resex passarão a ter conselhos formados. Em outubro será realizado o curso de Educação na Gestão Ambiental Pública para 20 servidores de UCs e lideranças comunitárias de Resex e RDS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ICMBio também informou aos extrativistas que o recurso levantado em leilão de bens apreendidos em reservas extrativistas serão investidos em melhorias na própria UC, a exemplo do que vai acontecer na Resex Renascer (PA), onde foram apreendidas 85 mil metros cúbicos de madeira. 50% da renda da venda do material será repassado ao ICMBio para aplicar em demandas comunitárias como projetos produtivos, políticas públicas de infra-estrutura, demarcação e sinalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parceria do Governo Federal com as comunidades tradicionais é o reconhecimento do papel dessa população na proteção do meio ambiente e na produção sustentável de alimentos. Também participaram do encontro representantes do Ministério do Planejamento, secretárias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres, Incra e Serviço Florestal Brasil.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Olhar Direto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-2217527635424795516?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/2217527635424795516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=2217527635424795516&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2217527635424795516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/2217527635424795516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/uniao-concede-terra-extrativistas.html' title='União concede terra a extrativistas'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-6nuyRl1dzMI/TkLilD6GmnI/AAAAAAAAAEQ/2kCSIRblxaY/s72-c/8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-109453989016891924</id><published>2011-08-10T16:21:00.002-03:00</published><updated>2011-08-10T16:51:56.731-03:00</updated><title type='text'>Biodiversidade cai, mesmo com mais áreas de preservação</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Atualmente, mais de 19 milhões de quilômetros quadrados de terras e 2,5 milhões de quilômetros quadrados de oceanos são dedicados a preservar habitats e ecossistemas. Pode parecer muito, mas corresponde a apenas 5,8% das terras e 0,08% dos mares do mundo, respectivamente. Mas a pior notícia é que, segundo uma nova pesquisa, toda essa área de preservação não está conseguindo evitar a perda de biodiversidade na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-2fjVHKIOB2U/TkLhOG184wI/AAAAAAAAAEI/J_fU-OG9lh0/s1600/7.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 312px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-2fjVHKIOB2U/TkLhOG184wI/AAAAAAAAAEI/J_fU-OG9lh0/s400/7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639317315892601602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; relatório, de autoria de Camilo Mora e Peter Sale, publicado no periódico Marine Ecology Progress Series, aponta que, nos últimos 50 anos, o número de áreas preservadas cresceu e chega hoje a mais de cem mil. No entanto, este aumento não está sendo suficiente para impedir a extinção de espécies, que é a maior dos últimos 500 milhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A rede global de áreas protegidas é uma grande conquista, e o ritmo com o qual foi alcançada é impressionante. Áreas protegidas são ferramentas de conservação muito úteis, mas, infelizmente, a rápida taxa de perda de biodiversidade indica a necessidade de reavaliar a nossa forte dependência dessa estratégia", sugere Sale, que é diretor assistente do Instituto para Água, Meio Ambiente e Saúde da Universidade das Nações Unidas no Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não significa, porém, que os autores sejam contra as áreas de proteção. "Não estamos dizendo que não deveríamos proteger as áreas - o problema é que estamos investindo todo nosso capital humano nelas. Estamos colocando todos os nossos ovos em uma cesta, o que é perigoso; mas ainda mais perigoso é que há um buraco no fundo da cesta", alerta Mora, que é cientista da Universidade do Havaí, em Manoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Mora e Sale, o problema é apostar apenas nas áreas de proteção. "Áreas protegidas, como são geralmente implementadas, só podem proteger da sobre-exploração, da destruição de habitats devido à exploração e de outras ações humanas diretas dentro de suas fronteiras. Elas são uma ferramenta para regular o acesso e extração humanos", explica Sale. Ele diz que as áreas preservadas deveriam atingir ao menos 10% do total de terras para serem eficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A forte defesa do uso de áreas protegidas como uma ferramenta para a gestão da biodiversidade não é suficiente. Focar-se nas áreas protegidas como a única ferramenta que precisamos é lamentavelmente inadequado", acrescenta ele. Até porque, segundo o estudo, estas áreas apresentam muitos problemas, como a falta de recursos e territórios reduzidos, o que faz com que muitas vezes elas não sejam eficazes na conservação de espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bettina Saier, diretora do Programa de Oceanos do World Wildlife Fund (WWF), concorda que apenas o uso de áreas de preservação não é a saída para a perda da biodiversidade. De acordo com ela, o WWF, por exemplo, conta "com um conjunto de ferramentas de conservação. Áreas marinhas protegidas são apenas parte da solução e só funcionam em combinação com outras ferramentas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores apontam também alguns aspectos causadores da extinção de espécies que não podem ser resolvidos com a implantação de áreas preservadas. "A perda de biodiversidade também é causada pela poluição, pela chegada de espécies invasoras, pela decisão de converter habitats para outros usos - fazendas, vilas, cidades - e por vários componentes das mudanças climáticas. Nenhum desses é mitigado pela criação de áreas protegidas, exceto, possivelmente, a remoção do habitat para outros usos", esclarece Sale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para eles, é necessário concentrar os esforços para a preservação das espécies em outras ferramentas além das áreas de proteção. O relatório indica que um dos maiores agravadores do alto índice de extinção é o grande crescimento da população humana, sobretudo no Século 20. "O aumento explosivo da população humana mundial no ultimo século levou a uma demanda crescente dos recursos ecológicos da Terra e a um rápido declínio na biodiversidade." "De acordo com estimativas recentes, seria necessário cerca de 1,2 planeta para sustentar as diferentes demandas das 5,9 bilhões de pessoas que viviam na Terra em 1999. Este 'excesso' ou 'superação' no uso dos recursos da Terra é possível porque os recursos podem ser colhidos mais rapidamente do que podem ser repostos e porque resíduos podem se acumular", explica o documento. Nesse ritmo, em 2050, será necessário 27 Terras para sustentar nosso consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os autores, além desse aumento ser um problema para a biodiversidade, ele também trará problemas para outras esferas da vida, sobretudo da humana. "Além do crescimento contínuo ser ecologicamente insustentável, os efeitos econômicos negativos do aumento da população precisam de mais reconhecimento. Sou da Colômbia e me impressiona que alguns governos em países emergentes paguem às mulheres para terem mais filhos", lembra Mora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sale adverte ainda que, embora não haja uma solução precisa para a redução da biodiversidade, atitudes para reduzir ou acabar com este problema devem ser tomadas logo, antes que a situação se torne insustentável. "Eu não tenho uma solução - eu lutei por algum tempo tentando pensar em qual é a forma de fazer as pessoas perceberem o quão importante isso é -, mas se não a encontrarmos logo, o futuro será muito triste." "Estamos falando em perder 50% das espécies até a metade do século - isto é mais rápido do que qualquer evento de extinção em massa anterior - e qualquer um que pense que podemos passar por uma extinção em massa e ficar perfeitamente bem está apenas se iludindo. [...] Temos que reconhecer que estamos forçando os limites estabelecidos pela maneira como a biosfera funciona. A perda de biodiversidade é um sinal disso", lamenta ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mora e Sale creem que o que nos resta é tomar medidas para controlar o aumento da população e repensar o consumo. "Em nossa opinião, o único cenário para atingir a sustentabilidade [...] exigirá um esforço combinado para reduzir o crescimento da população humana e do consumo e, simultaneamente, aumentar a biocapacidade da Terra por meio da tecnologia para aumentar a produtividade agrícola e da aquicultura."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Mobilizadores COEP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-109453989016891924?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/109453989016891924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=109453989016891924&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/109453989016891924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/109453989016891924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/biodiversidade-cai-mesmo-com-mais-areas.html' title='Biodiversidade cai, mesmo com mais áreas de preservação'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-2fjVHKIOB2U/TkLhOG184wI/AAAAAAAAAEI/J_fU-OG9lh0/s72-c/7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-3262148212357579325</id><published>2011-08-03T10:12:00.002-03:00</published><updated>2011-08-03T10:16:06.721-03:00</updated><title type='text'>Atividades humanas ameaçam ecossistemas do mar profundo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-8vPhzNA0pYI/TjlJ4vO23aI/AAAAAAAAAEA/bWKw_3HqyfA/s1600/8.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 287px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-8vPhzNA0pYI/TjlJ4vO23aI/AAAAAAAAAEA/bWKw_3HqyfA/s400/8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636617647731170722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As montanhas submarinas, os corais de água fria, os taludes superiores das margens continentais e os cânions submarinos são os ecossistemas mais ameaçados do mar profundo, de acordo com pesquisa publicada na revista PLoS ONE e divulgada nesta terça-feira pelo Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha (CSIC), entidade que participou do estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os cientistas, a atividade pesqueira, as mudanças climáticas, a contaminação química e industrial e a acumulação de lixo - especialmente resíduos de plástico - são os maiores problemas enfrentados hoje em dia. O estudo ainda aponta a exploração mineira submarina como uma atividade que depredará os oceanos no médio prazo, já que há grande interesse econômico em explorar os depósitos de cobre, níquel e cobalto no mar profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montanha submarina da Austrália coberta de esponjas corre risco de desaparecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto Census of Marine Life (censo da vida marinha, em tradução livre) analisou os impactos causados pelo homem mais marcantes no oceano profundo tanto ocorridos no passado, como atualmente e nos prognósticos para o futuro, identificando as áreas mais ameaçadas e os piores riscos à vida marinha. O mar profundo são as áreas marítimas com profundidade maior a 3 km, o que configura 73% da superfície dos oceanos no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: JB Online&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-3262148212357579325?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/3262148212357579325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=3262148212357579325&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3262148212357579325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3262148212357579325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/atividades-humanas-ameacam-ecossistemas.html' title='Atividades humanas ameaçam ecossistemas do mar profundo'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-8vPhzNA0pYI/TjlJ4vO23aI/AAAAAAAAAEA/bWKw_3HqyfA/s72-c/8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7122784757590720433</id><published>2011-08-03T09:53:00.002-03:00</published><updated>2011-08-03T09:56:40.074-03:00</updated><title type='text'>Começa em Cuiabá consulta pública sobre mudanças na Lei da Educação Ambiental</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-4W88SrT4tr0/TjlFdGzgI5I/AAAAAAAAAD4/be_KWIk62TM/s1600/7.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 251px; height: 257px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-4W88SrT4tr0/TjlFdGzgI5I/AAAAAAAAAD4/be_KWIk62TM/s400/7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636612774976037778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Representantes de órgãos governamentais e não governamentais, instituições de ensino e sociedade civil organizada de Cuiabá e Várzea Grande estão reunidos nesta terça-feira (02.08), na Escola Estadual Cesário Neto, em Cuiabá, no "Seminário Participativo para Revisão da Lei que institui a Política Estadual de Educação Ambiental . O seminário, definido como instrumento de consulta pública, é o primeiro de vários outros que irão acontecer em todo o Estado, no período de agosto a outubro, para revisão da Lei da Educação Ambiental (Lei 7888/03). O processo de revisão está sendo coordenado por um grupo de mais de 40 pessoas, reunidas na Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura do Seminário Participativo aconteceu nesta segunda-feira (01.08), às 19 horas, no Auditório da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e contou com a presença da secretária de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida; do secretário adjunto de Mudanças Climáticas da Sema, Vicente Falcão; o promotor Domingos Sávio de Barros Arruda, representantes das Secretarias de Educação e Meio Ambiente de Cuiabá e Várzea Grande e membros da CIEA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A secretária de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida falou sobre a importância da revisão da Lei da Educação Ambiental, um processo de aprendizagem e de fortalecimento do trabalho que vem sendo desenvolvido nas escolas, na educação formal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Mato Grosso, dos seus mais de 3 milhões de habitantes, 30 mil estão nas salas de aula, ou seja, 1/3 da população frequenta os bancos escolares desde o ensino fundamental até o nível superior, e Educação de Jovens e Adultos, nas escolas públicas e particulares. A escola é o espaço ideal para promovermos as mudanças necessárias, a partir da formação dos professores. É dentro da sala de aula que podemos, por meio de gestos fortalecidos e ações refletidas, atingir mudanças de defesa ambiental e social , disse a secretária ao afirmar que todo esse processo, é um desafio e, a revisão da Lei da Educação Ambiental, por meio da participação de todos os segmentos, um passo importante para o fortalecimento da Educação e do Meio Ambiente sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário adjunto de Mudanças Climáticas da Sema, Vicente Falcão, representou o secretário de Estado do Meio Ambiente, Alexander Torres Maia. Ele lembrou que esse processo, que tem como objetivo dar à Lei da Educação Ambiental a cara de Mato Grosso, com todas as suas peculiaridades, se por um lado é um grande desafio, proporciona ao poder público, uma oportunidade de ouvir os anseios da população. O desafio é grande mas, a possibilidade de um futuro melhor é evidente .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O promotor Domingos Savio falou sobre a importância para o fortalecimento das questões ambientais, o envolvimento dos vários segmentos nas discussões para a revisão da Lei da Educação Ambiental. Vislumbro, em função da minha atuação no Ministério Publico a ineficácia dos instrumentos de comando e controle atuais. Aqui está a grande saída para a preservação do Meio Ambiente .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na solenidade de abertura do seminário, o ex-diretor do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), professor Dr. Marcos Sorrentino, que atualmente coordena o Laboratório de Educação e Política Ambiental (OCA) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP), e a professora Michele Sato, do Instituto de Educação/Departamento de Educação Ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso fizeram palestras sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora Michele Sato, numa palestra imagética (com utilização de imagens), falou sobre os momentos históricos da humanidade, os grandes movimentos sociais, culturais e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Marcos Sorrentino fez uma palestra sobre a construção do processo de revisão da Lei e disse que Mato Grosso é um exemplo para o país e o mundo. Em função da Rio + 20 - a Conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável, marcado para ser realizado em junho de 2012, no Rio de Janeiro é necessário uma mudança mesmo porque é insustentável o atual modelo de desenvolvimento. Nesse sentido, Mato Grosso está demonstrando que é possível fazer o exercício de mudança global a partir de articulações locais. Para isso precisamos do engajamento de todos .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCUSSÕES - O Seminário Participativo prossegue nesta terça-feira (02.08), na Escola Estadual Cesário Neto. Os participantes, reunidos em grupos de trabalho, estarão discutindo a Lei de Educação Ambiental e propondo mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de Cuiabá e Várzea Grande, os mais de 40 integrantes da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA) que estão conduzindo as discussões -, vão se dividir em 18 grupos que irão coordenar os seminários participativos nos municípios, por grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISÃO O processo de revisão da lei e estruturação da Educação Ambiental teve inicio em 2008 quando a proposta começou a ser discutida pela CIEA, com a participação dos técnicos das Secretarias de Estado do Meio Ambiente (Sema) e de Educação (Seduc). A ideia é regionalizar a legislação vigente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Seminário Participativo de Educação Ambiental em Mato Grosso tem como objetivo a revisão da Lei 7888/2003, que institui a Política Estadual de Educação Ambiental, bem como consolidar, neste processo, o desenho do Sistema Estadual de Educação Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa é da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do Estado de Mato Grosso (CIEA/MT), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), por meio da Superintendência de Educação Ambiental, e Secretaria de Estado de Educação (Seduc), por meio da Gerência de Educação Ambiental, em parceria com o Ministério Público Estadual e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7122784757590720433?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7122784757590720433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7122784757590720433&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7122784757590720433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7122784757590720433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/comeca-em-cuiaba-consulta-publica-sobre.html' title='Começa em Cuiabá consulta pública sobre mudanças na Lei da Educação Ambiental'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-4W88SrT4tr0/TjlFdGzgI5I/AAAAAAAAAD4/be_KWIk62TM/s72-c/7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7550844643571892496</id><published>2011-08-03T09:47:00.003-03:00</published><updated>2011-08-03T09:51:54.029-03:00</updated><title type='text'>Agricultor precisa conhecer oportunidades da agricultura sustentável</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-TuED6-mZF1M/TjlD24G4LHI/AAAAAAAAADw/rC8klh0Q0Vo/s1600/6.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 316px; height: 222px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-TuED6-mZF1M/TjlD24G4LHI/AAAAAAAAADw/rC8klh0Q0Vo/s400/6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636611018684116082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;           &lt;p&gt;               &lt;/p&gt;&lt;div id="noticia-texto"&gt;O secretário executivo do Instituto Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (ICNA), Rubens Pires, afirmou nesta segunda-feira (1-8), que os agricultores devem aproveitar o momento atual para conhecer as novas oportunidades de negócios relacionadas à agricultura sustentável. Estamos diante de um novo cenário e os agricultores brasileiros, que conciliam produção agropecuária e preservação ambiental, precisam conhecer melhor as novas alternativas de negócios , afirmou. O secretário executivo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, citou, por exemplo, que os créditos de carbono obtidos pelo setor agropecuário podem ser vendidos para a indústria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças climáticas é tema de reunião que ocorre até esta terça-feira, na sede da CNA, em Brasília. Algumas das propostas discutidas por especialistas nos dois dias de reuniões poderão ser incorporadas ao Programa de Governança Climática para uma Agricultura de Baixo Carbono (PABC), lançado pela CNA em junho. O objetivo do programa é apresentar as contribuições do setor agropecuário para a redução da emissão de carbono, ajudando a mitigar os efeitos negativos do aumento da temperatura sobre a atividade rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante sua apresentação, o professor Nuno Cunha, da Kryia Agropecuária de Baixo Carbono, afirmou que a agropecuária é o setor que tem condições de responder de forma mais rápida ao desafio de reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEEs) que provocam o aquecimento global. "A dinâmica do setor agropecuário permite que ele se adapte de forma rápida, mas para isso é preciso ter não só tecnologia, mas também recursos", afirmou. Acrescentou que o problema da falta de recursos pode ser resolvido por meio do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), do Governo federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Listou, ainda, iniciativas que contribuem para a redução da emissão de GEEs: retenção biológica de nitrogênio, recuperação de áreas de pastagens degradadas, plantio direto na palha, integração lavoura-pecuária-floresta, geração de energia e de composto orgânico através do tratamento de dejetos animais, aumento da área de florestas plantadas e tratamento de dejetos de animais. O setor tem facilidade para adotar práticas que seqüestrem carbono, desde que sejam elaborados projetos, que se faça o monitoramento e que sejam seguidos protocolos de cálculos , afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elder Zanetti, consultor do Instituto Ação Verde, apresentou ao grupo que participou da reunião outra iniciativa que pode beneficiar os produtores rurais, considerando o potencial da chamada economia verde . A economia verde tem crescido três vezes mais que a economia tradicional. As projeções indicam que em 2050 ela vai superar o PIB (Produto Interno Bruto) mundial da economia tradicional , afirmou. De acordo com ele, o mercado de bens e serviços ambientais movimentou US$ 782 bilhões em 2010, cifra que deve chegar a US$ 1 trilhão neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citou uma série de iniciativas adotadas pelos produtores que rendem recursos extras em outros países. Nos Estados Unidos, os produtores da cidade de Cumberland recebem US$ 46 por hectare por ano por adotarem a técnica do plantio direto. Os bancos de biodiversidade também são remunerados nos Estados Unidos: são 1.047 projetos, somando US$ 2,3 bilhões. Zanetti lembrou, ainda, que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) defendeu, em 2005, um projeto que envolve créditos de biodiversidade, de carbono, energias renováveis, madeira de origem sustentada e de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, afirmaram os especialistas, existem, nos Estados, iniciativas que remuneram, entre outros, a preservação da biodiversidade e da água, mas não há, no entanto, uma legislação federal para o tema. Essa indefinição pode comprometer as posições do país nas negociações em organismos multilaterais, como é o caso da Organização Mundial do Comércio (OMC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: SóNotícias      &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7550844643571892496?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7550844643571892496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7550844643571892496&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7550844643571892496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7550844643571892496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/agricultor-precisa-conhecer.html' title='Agricultor precisa conhecer oportunidades da agricultura sustentável'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-TuED6-mZF1M/TjlD24G4LHI/AAAAAAAAADw/rC8klh0Q0Vo/s72-c/6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6697352587120148689</id><published>2011-08-02T12:11:00.002-03:00</published><updated>2011-08-02T12:16:22.529-03:00</updated><title type='text'>Governo do Estado e Fundação Roberto Marinho discutem manejo florestal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-kXqnSLY8aUE/TjgUsbHJHvI/AAAAAAAAADo/KyOKzCxbV3s/s1600/12.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 296px; height: 197px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-kXqnSLY8aUE/TjgUsbHJHvI/AAAAAAAAADo/KyOKzCxbV3s/s400/12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636277687078690546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ideia é beneficiar 180 mil pessoas nos estados do Acre, Amazonas e Pará&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Estado de Educação e Esportes foi palco de uma reunião que aconteceu na tarde desta sexta-feira, 29, entre representantes das áreas de Educação Profissional, Floresta, Articulação Institucional e Meio Ambiente e a gerente de Meio Ambiente da Fundação Roberto Marinho (FRM), Andrea Margit, para discutirem a implantação do Projeto de Educação para o Manejo Florestal na Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto, que tem como objetivo promover a difusão de informações sobre o manejo e qualificar extensionistas na região amazônica, foi desenvolvido pela Fundação Roberto Marinho em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro, Fundo Vale, dentre outros. Ao todo, serão beneficiados 180 mil jovens e adultos nos Estados do Acre, Amazonas e Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Margit veio ao Acre conhecer o trabalho desenvolvido por instituições como o Instituto Dom Moacyr (IDM) que já trabalha a área de Manejo Florestal em suas Unidades Descentralizadas Escola da Floresta Roberval Cardoso, em Rio Branco, e o Centro de Formação de Tecnologias do Juruá (Ceflora), em Cruzeiro do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do Manejo Florestal, temas como mudanças climáticas também será trabalhado no projeto. Segundo Margit, o Brasil tem a maior biodiversidade do planeta e não pode prescindir de gestores para suas florestas. "A ideia é difundir técnicas e vantagens econômicas, ecológicas e sociais do manejo florestal, bem como valorizar a prática e os profissionais do manejo. O propósito desse encontro é articular parcerias para o desenvolvimento do conteúdo e para a implementação do Programa de Educação para o Manejo Florestal no Acre".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor-presidente do IDM, Irailton Lima, a implantação do projeto é um grande desafio, segundo ele, as instituições têm que encontrar meios de trazer o Manejo Florestal para dentro do Ensino Médio aliado à Educação Profissional. "Esta é uma oportunidade de lidar com as questões do Manejo propiciando a preservação das florestas. O Instituto Dom Moacyr tem muito a contribuir, pois temos experiência com o tema que já foi trabalhado em comunidades através do Proacre. Podemos ser referenciais orientadores do projeto da Fundação Roberto Marinho atraindo parceiros estratégicos para que o projeto seja desenvolvido com sucesso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representando o Instituto de Mudanças Climáticas, Eufran Amaral, enfatizou que além do manejo florestal, a FRM pretende trabalhar com o tema voltado para as mudanças climáticas, o "tema da vez" segundo ele. "Temos que encontrar formas de levar esses temas até as comunidades que vivem nas florestas. O conhecimento múltiplo da floresta deve ser compartilhado de forma clara e objetiva para que esses mesmos conhecimentos possam ser aplicados no dia-a-dia das comunidades florestais, este é o nosso desafio", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Portal Amazonia.org.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6697352587120148689?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6697352587120148689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6697352587120148689&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6697352587120148689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6697352587120148689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/governo-do-estado-e-fundacao-roberto.html' title='Governo do Estado e Fundação Roberto Marinho discutem manejo florestal'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-kXqnSLY8aUE/TjgUsbHJHvI/AAAAAAAAADo/KyOKzCxbV3s/s72-c/12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6498144979456948818</id><published>2011-08-02T12:06:00.002-03:00</published><updated>2011-08-02T12:09:41.067-03:00</updated><title type='text'>Hidrelétricas emitem menos carbono do que se pensava</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-razn27oiSiI/TjgSr1DnCII/AAAAAAAAADg/PTeKNrLwb_s/s1600/9.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 210px; height: 158px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-razn27oiSiI/TjgSr1DnCII/AAAAAAAAADg/PTeKNrLwb_s/s400/9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636275477840070786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Emissão de gases de efeito estufa é menor conforme aumenta a latitude e a idade do reservatório Isis Nóbile Diniz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe geração de energia completamente limpa? Nem as hidrelétricas, que têm como matéria-prima um recurso renovável, a força da água no curso de rios, escapam da análise: elas também emitem gases de efeito estufa como dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4). Porém, uma equipe internacional coordenada por Fábio Roland, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, conclui que as emissões são mais baixas do que se imaginava. Elas correspondem a 4% das emissões globais de carbono provenientes das águas distribuídas dentro dos continentes rios, lagos, lagoas , sendo que representam 20% dos reservatórios em geral, incluindo aqueles destinados ao abastecimento humano e à agricultura. Além disso, o grupo também concluiu que a emissão diminui quanto maior a latitude em que se encontram e quanto mais tempo têm. As mais poluidoras estão localizadas na Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, publicado na Nature Geoscience desta semana (31 de julho), considerou 85 reservatórios distribuídos no mundo todo e se baseou em dados de revistas científicas renomadas como a Science até o final de 2010. Os cientistas de maneira geral acreditavam que os reservatórios de água feitos pelo homem emitiam 321 teragramas (Tg, 321 gramas com mais 12 zeros) de carbono por ano. No entanto, a equipe verificou que o número relativo aos reservatórios destinados à geração de energia é de 48 Tg de carbono. É pouco, mas a energia hidrelétrica está se expandindo. Esse número certamente vai aumentar , acredita Roland. Muitos países como a China e a Índia estão centrando suas matrizes energéticas em hidreletricidade. Eles estão construindo grandes reservatórios , completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, o Brasil e o Canadá são os principais produtores de energia hidrelétrica. Algumas delas, como a Usina Hidrelétrica de Balbina, estão localizadas na região amazônica e se destacam por ainda emitirem carbono para a atmosfera. Uma das explicações está na latitude: as atividades de decomposição são mais intensas nos reservatórios próximos ao Equador. Mesmo assim, as usinas que geram energia usando combustível fóssil emitem mais carbono do que a de Balbina , alerta o pesquisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também devido à decomposição, a idade da hidrelétrica interfere nas emissões. Conforme o tempo passa, há menos material para ser degradado. Quando um reservatório acaba de ser criado, o solo e a vegetação terrestres são inundados. A matéria orgânica que fica imersa nas águas dos reservatórios é decomposta por bactérias. O consumo gera dióxido de carbono a partir da respiração durante o processo de degradação. No fundo dos reservatórios, nas camadas sem oxigênio, o metano é formado pela ação de bactérias metanogênicas que degradam a matéria orgânica do solo e da vegetação inundada , explica o pesquisador. Quando se coloca chá de erva cidreira em um copo e depois se joga água em cima, o líquido começa a ficar esverdeado; o material da planta é liberado para a água. No caso dos reservatórios, o material orgânico dissolvido na água é fonte de alimento para as bactérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, Roland afirma que uma das maneiras de diminuir as emissões é alagar uma área menor. Na região amazônica, os reservatórios das hidrelétricas de Santo Antônio e de Jirau, por exemplo, terão uma área alagada pequena. Isso porque a energia será gerada aproveitando a elevada vazão do rio Madeira , conta. Sobre a usina de Belo Monte, o pesquisador diz que desconhece o projeto de engenharia. A engenharia, em particular a de hidrelétricas, tem avançado muito graças à ecologia. É possível criar novas tecnologias para a geração de energia e, inclusive, sem inundar uma área grande , acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O didático Fábio Roland, neste momento, está na cidade holandesa de Wageningen como parte de uma cooperação entre os países na universidade de mesmo nome estudando o papel das cianobactérias - organismos fotossintetizantes que vivem flutuando na água - em ecossistemas aquáticos. Elas produzem substâncias tóxicas para o consumo humano , explica em entrevista feita por programa de conversa telefônica on-line, no escritório emprestado pela guarda florestal do local. Do seu trabalho de campo, o professor se diz satisfeito em contribuir para a discussão que visa a contenção do aquecimento global. Este é um momento especial para a ciência brasileira. Estamos realizando pesquisas de excelência para ajudar no entendimento do papel dos reservatórios de hidrelétricas no contexto das mudanças climáticas. Atualmente, o Brasil está trabalhando no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) , comemora. E, do interior da Holanda, lembra dos alunos: Nathan Barros, o primeiro autor citado no artigo, é estudante de doutorado. Daqui a alguns anos o mundo, principalmente o Brasil, terá um contingente de especialistas em reservatórios . Assim, do lado de cá do planeta, o grupo de Juiz de Fora continua o trabalho investigando a ecologia dos reservatórios brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Revista Pesquisa Fapesp Online &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6498144979456948818?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6498144979456948818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6498144979456948818&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6498144979456948818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6498144979456948818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/hidreletricas-emitem-menos-carbono-do.html' title='Hidrelétricas emitem menos carbono do que se pensava'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-razn27oiSiI/TjgSr1DnCII/AAAAAAAAADg/PTeKNrLwb_s/s72-c/9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-5276988107292876337</id><published>2011-08-02T12:00:00.002-03:00</published><updated>2011-08-02T12:03:25.932-03:00</updated><title type='text'>Evento discute problemas do lixo e traz soluções para organizações públicas e privadas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-UI2sfTZmnSU/TjgRmPEfEMI/AAAAAAAAADY/EaGdTg4anec/s1600/11.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 231px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-UI2sfTZmnSU/TjgRmPEfEMI/AAAAAAAAADY/EaGdTg4anec/s400/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636274282232221890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Sustain Total Brazil Waste Summit integra uma rede de feiras internacionais de resíduos sólidos (Reino Unido, Dubai, Coreia do Sul e Estados Unidos), com o objetivo de integrar parceiros estratégicos e compartilhar soluções entre os continentes, além de fomentar a discussão sobre as questões abordadas na Política Nacional de Resíduos Sólidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promovido pelo IBDS (Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), o evento traz as principais tecnologias e modelos de gestão de resíduos sólidos de países líderes da Europa, América e Ásia. A feira reúne as principais soluções e equipamentos a setores produtivos, empresas públicas e governos municipais, de forma a contribuir para uma melhor elaboração, desenvolvimento e gerenciamento dos planos municipais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação inclui um fórum, com debates e soluções para todas as áreas da cadeia de geração de resíduos sólidos, reunindo num único evento os profissionais de referência nacional e internacional do setor, como Fabio Feldmann (Autor do Projeto de Lei que iniciou as discussões sobre resíduos sólidos na Câmara dos Deputados, Deputado Federal por 3 mandatos, Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo entre 1995 e 1998), Rüdiger Siechau (Diretor de Saneamento de Hamburgo de 1995-2007 e Presidente da Associação de Gestão de Resíduos Urbanos e Saneamento desde 2001), Arnaldo Jardim (Deputado Federal, Relator da Política Nacional de Resíduos Sólidos), Tião dos Santos (Presidente da Cooperativa Nova Gramacho e o principal personagem do documentário Lixo Extraordinário, indicado ao Oscar), Silvano Silvério da Costa (Diretor de Ambiente do Ministério do Meio Ambiente), entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os Problemas do Lixo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Ministério das Cidades, o Brasil gera, atualmente, 57 milhões de toneladas de lixo por ano. Deste volume, 43% da coleta tem destinação inadequada. Menos de 3% dos municípios brasileiros possuem experiência com coleta seletiva, sendo reciclado apenas 13% do volume de lixo gerado em todo o território nacional. Considerando-se o passivo ambiental de mais de 40 anos, o País perde mais de R$8 bilhões por ano por não reciclar seu lixo, segundo o Ministério do Meio Ambiente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;A Política Nacional de Resíduos Sólidos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ficar mais de duas décadas em debate no Congresso Nacional, a lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) foi publicada em agosto de 2010 (lei 12.305/2010) e, em dezembro do mesmo ano, foi regulamentada pelo Decreto 7.404/2010. Com a sanção da PNRS, o país passa a ter um marco regulatório na área de resíduos sólidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os objetivos da nova lei, destacam-se a não-geração, redução, reutilização e tratamento de resíduos sólidos; a destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos; a diminuição do uso dos recursos naturais (água e energia, por exemplo) no processo de produção de novos produtos; a intensificação de ações de educação ambiental; o aumento da reciclagem no país; a promoção da inclusão social e a geração de emprego e renda para catadores de materiais recicláveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos fundamentais da nova lei é a chamada logística reversa, que se constitui em um conjunto de ações para facilitar o retorno dos resíduos aos seus geradores para que sejam tratados ou reaproveitados em novos produtos. A responsabilidade compartilhada, a logística reversa, a institucionalização das obrigatoriedades dos geradores de resíduos e do poder público como viabilizador do desenvolvimento dos setores, atrelados aos impactos sociais, econômicos e ambientais, fundamentam a importância deste momento para o desenvolvimento sustentável do País, explica o presidente do IBDS, Carlos Renato Garcez do Nascimento. O processo de dialogo e engajamento entre poder público, setor produtivo e sociedade civil é de fundamental importância para o alinhamento e a potencialização das orientações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n.º 12.305/2010), motivo pelo qual o IBDS promove o Sustain Total 2011, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PNRS também estabelece princípios para a elaboração dos Planos Nacional, Estadual, Regional e Municipal de Resíduos Sólidos. De acordo com as novas orientações, os municípios têm um prazo até agosto de 2012 para que apresentem seus planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos ao Ministério das Cidades, segundo a Lei 12.305. Além disso, o País precisa reverter o quadro de quase mil lixões em aterros sanitários em diferentes regiões do País, em período inferior a quatro anos, alerta Nascimento. O governo pretende investir R$ 1,5 bilhão em projetos de tratamento de resíduos sólidos, na substituição de lixões e implantação da coleta seletiva e no financiamento de cooperativas de catadores. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informou que R$ 1 bilhão já está previsto no Orçamento de 2011 e que R$ 500 milhões virão da Caixa Econômica Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Comunique-se&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-5276988107292876337?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/5276988107292876337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=5276988107292876337&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5276988107292876337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5276988107292876337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/evento-discute-problemas-do-lixo-e-traz.html' title='Evento discute problemas do lixo e traz soluções para organizações públicas e privadas'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-UI2sfTZmnSU/TjgRmPEfEMI/AAAAAAAAADY/EaGdTg4anec/s72-c/11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7797009534810786559</id><published>2011-08-01T12:02:00.002-03:00</published><updated>2011-08-01T12:08:25.496-03:00</updated><title type='text'>Projeto sustentável une preservação e uso da floresta amazônica em Mato Grosso</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1wDeMd4Tnl4/TjbAuG16feI/AAAAAAAAADQ/tiXxI3k_Yeg/s1600/13.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5635903882044014050" src="http://3.bp.blogspot.com/-1wDeMd4Tnl4/TjbAuG16feI/AAAAAAAAADQ/tiXxI3k_Yeg/s400/13.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 181px; margin: 0 10px 10px 0; width: 279px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Representantes indígenas e quilombolas de Mato Grosso do Sul, Pará, Amapá, Roraima e Acre conheceram iniciativas de geração de renda a partir do uso sustentável de florestas na Amazônia. As ações, realizadas por índios rikbaktsas e comunidades de agricultores e extrativistas em Mato Grosso, mantêm as matas em pé e geram alimento e renda. O encontro foi uma das últimas atividades do Projeto de Conservação e Uso Sustentável das Florestas do Noroeste do Mato Grosso, realizado desde 2001 pelo PNUD em parceria com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da visita, segundo Carlos Castro, coordenador da Unidade de Meio Ambiente do PNUD, foi promover intercâmbio de conhecimentos entre povos tradicionais e pequenos agricultores sobre diferentes maneiras de produzir comida, remédios, madeira e borracha e, ao mesmo tempo, conservar a floresta. A troca de experiências e saberes entre diferentes culturas é fundamental para estabelecer e aprimorar práticas sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os participantes ficaram muito interessados em saber que existe a possibilidade de ter uma boa renda mantendo a floresta de pé", disse Paulo Nunes, coordenador de algumas das atividades que foram apresentadas. As ações realizadas, segundo ele, chegam a ser mais rentáveis que pecuária intensiva e monocultura de grãos, além de terem impacto ambiental menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os representantes de povos tradicionais ficaram animados em reproduzir as experiências dos municípios mato-grossenses de Juruena, Cotriguaçu e Juína. "Eles disseram: é possível fazer o que vocês fizeram. O que precisamos é nos organizar", contou Nunes. "Ao invés de um técnico falar que essas experiências podem dar certo, os próprios povos tradicionais falaram de dentro de atividades que já estão dando certo. Isso faz toda diferença", destacou Plácido Costa, responsável por uma das ações visitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 5 e 8 de junho, representantes das populações tradicionais acompanhados de técnicos do PNUD e professores da Universidade de Brasília conheceram viveiros de mudas amazônicas, áreas de extração de borracha e castanha, fábricas de palmito e castanha e sistemas agroflorestais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos produtores que lançam mão desse sistema é José Ramos, que começou há 30 anos produzindo café, mas atualmente investe no gado leiteiro consorciado com ipê, seringueira, cupuaçu e castanha-do-pará, e também cultiva pupunheira, cana-de-açúcar, teca, coco e piscicultura. Já Helmut Raimann, que há dez anos abandonou o uso de agrotóxicos, mantém castanha-do-pará, pupunheira e cupuaçu, além de plantar mandioca, arroz, gergelim e feijão andu. Ao todo, tem cerca de 70 pés de castanheira e 3.500 pés de pupunheira, de onde vem sua principal fonte de renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sitio do Luizão, agricultor parceiro do projeto, os participantes do intercambio conheceram uma área de 15 hectares com mais de 60 espécies. Tomaram contato aspectos do manejo da agrofloresta, e também com técnicas silviculturais, como a poda de arvores e o enxerto de castanheiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os visitantes também foram a associações que industrializam e vendem produtos da Amazônia. No assentamento extrativista Vale do Amanhecer, em Juruena, a Associação de Mulheres Cantinho da Amazônia (AMCA) e a Cooperativa dos Agricultores do Vale do Amanhecer (Coopavam) compram castanha-do-pará, extraída pela comunidade de assentados ou pelos rikbaktsas, e beneficiam o produto. A Coopavam, por exemplo, deve atingir uma produção de 90 toneladas neste ano. Entre os compradores, que chegam a pagar R$ 16 por quilo, estão empresas de alimentos e cosméticos, como a Natura. Também são feitos biscoitos servidos na merenda escolar dos municípios da região. Outra experiência bem-sucedida é a exploração de látex pelos rikbaktsas, iniciada em 2006. Os índios têm parceria com a Pneus Michelin, que adquire toda a produção de borracha da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os organizadores acreditam que a troca de experiências entre povos tradicionais poderá estimular a propagação de atividades de desenvolvimento sustentável. Os cinta-larga da região se inspiraram nos rikbatktsas e estão deixando de explorar madeira para reativar seringais. Os indígenas de Mato Grosso do Sul, cujas terras são muito desmatadas, perceberam que têm uma série de problemas comuns e que "a solução passa por aglutinar parceiros e estabelecer mutirões de pessoas e instituições", diz Costa. Já os quilombolas, do Pará, pretendem tirar lições das cooperativas de Mato Grosso para montar sua própria associação de exploração sustentável da castanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diálogo e a troca de conhecimento entre as diferentes etnias (guaranis, kaiowás, wai wai, galibis, wapichanas, macuxis, karipunas, cinta-largas e zorós) já se refletiu nas demandas e ações propostas para dois projetos apoiados pelo PNUD em parceria com a FUNAI: o projeto de Gestão Ambiental em Terras Indígenas e o Programa Conjunto de Segurança Alimentar e Nutricional de Mulheres e Crianças Indígenas no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação do PNUD, o projeto, que termina neste ano, atingiu os resultados esperados de apresentar alternativas viáveis ao desmatamento, buscando compatibilizar o desenvolvimento socioeconômico com a conservação da biodiversidade. É fundamental agora que essas comunidades indígenas, os assentados e os pequenos agricultores tenham acesso a credito e assistência técnica adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: COEP Brasil&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7797009534810786559?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7797009534810786559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7797009534810786559&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7797009534810786559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7797009534810786559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/projeto-sustentavel-une-preservacao-e.html' title='Projeto sustentável une preservação e uso da floresta amazônica em Mato Grosso'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1wDeMd4Tnl4/TjbAuG16feI/AAAAAAAAADQ/tiXxI3k_Yeg/s72-c/13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-6028157993533475485</id><published>2011-08-01T11:52:00.003-03:00</published><updated>2011-08-01T12:09:02.636-03:00</updated><title type='text'>Áreas de Proteção Ambiental, que deveriam ser preservadas, são invadidas e dão lugar a casas de alto luxo para o conforto de poucos.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WENqjcW8uLA/Tja_boOmCHI/AAAAAAAAADI/-yLnHZ7AJ8k/s1600/12.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5635902465076758642" src="http://1.bp.blogspot.com/-WENqjcW8uLA/Tja_boOmCHI/AAAAAAAAADI/-yLnHZ7AJ8k/s400/12.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 194px; margin: 0 0 10px 10px; width: 259px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Curso de rio é desviado para decorar sala de mansão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De helicóptero, o repórter Rodrigo Alvarez se aproxima da Ilha da Cavala, em Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro. Aparentemente, é uma ilha deserta. De repente, aparece um telhado, que se transforma em uma casa. Na verdade, é uma mansão de 1,5 mil m². "Ele tentou enterrar a casa e deixou uma cortina de vegetação para quem passar de barco não detectar essa construção", afirma o José Maurício Padrone, coordenador da Secretaria do Estado do Ambiente do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fantástico passou três semanas viajando o Brasil para mostrar até onde vai a ousadia de quem ignora a lei ambiental e constrói em áreas que deveriam estar protegidas: na beira da praia, no alto de morros e na margem de rios. São erguidas mansões e hotéis de luxo onde a natureza, por determinação da lei, deveria permanecer intocada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na varanda do bangalô de um hotel, não tem nenhuma separação entre o que é construção e o que é floresta. Segundo o Ministério Público, esse hotel foi plantado à custa de destruição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A destruição de florestas, praias e rios se espalha por todo o Brasil. Será que os donos não sabiam que estavam construindo suas casas em áreas de preservação ambiental? Se não sabiam, pouco a pouco vão sendo avisados pela Justiça. São centenas de ações movidas pelo Ministério Público contra obras e autorizações irregulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é bom deixar claro: muitas áreas de preservação permanente ficam dentro de propriedades privadas. O desrespeito à lei acontece quando os donos das terras resolvem desmatar aquilo que têm a obrigação de proteger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Maranhão, encontramos outro crime comum: a apropriação indevida de áreas públicas que, por lei, têm que ter acesso livre para todos os brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O repórter Rodrigo Alvarez descobre uma construção irregular e decide entrar. "Eles fizeram o Ministério Público de palhaço", declara o promotor Jamil Simon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indignação do promotor é com o caso do Hotel Surya pan. O luxuoso conjunto de casas e bangalôs, em Campos do Jordão, a 180 quilômetros de São Paulo, foi erguido com a destruição de 11 hectares de Mata Atlântica. Essa área, equivalente a 17 campos de futebol, foi desmatada em uma região de preservação ambiental, apesar da promessa do dono do hotel. "Ele fez um acordo comigo na Promotoria, para não mais intervir lá", lembra Jamil Simon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo de compromisso é de julho de 2000. Os donos do Surya Pan admitiram a responsabilidade pelos danos causados ao meio ambiente e prometeram a recuperação completa da área, em um tempo em que o que existia ali era só o começo de uma estrada. "Eles mentiam. Eles diziam que a vegetação estava em estágio inicial. Era pura mentira, falsidade, crime. Aí eles concediam as autorizações com essas declarações falsas", afirma o promotor Jamil Simon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fantástico procurou os responsáveis pelo Surya Pan, mas eles não quiseram se manifestar. Quem concedeu as autorizações para a obra do hotel, mesmo sem poder para fazer isso foi o Departamento Estadual de Proteção de Recursos Baturais (DEPRN), extinto em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos documentos tem a assinatura do então supervisor Francisco Fernandes Pereira Neto. "Será que ele está fazendo isso por ser incompetente ou por que ele está recebendo propina?", questiona o promotor Jamil Simon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizamos o ex-funcionário em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba. Ele está desempregado, presta consultorias eventuais e ajuda a mulher em uma clínica veterinária. O engenheiro bota a culpa na Legislação Ambiental Brasileira que ele diz não ser clara: "Ninguém entendia a resolução do Conama".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Fernandes Pereira Neto rebate as suspeitas de corrupção: "estou desempregado até agora e trabalho com a minha mulher". O ex-funcionário foi demitido em 2004 e responde por crime ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro hotel, o Blue Mountain, aberto no ano passado, é um dos mais luxuosos de Campos do Jordão. A diária custa R$ 4.100 para um quarto de casal, com um escritoriozinho e a vista para Mata Atlântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os hóspedes têm uma vista maravilhosa é porque o Blue Mountain foi construído exatamente no ponto mais alto da montanha. Segundo o Ministério Público, a obra causou danos às nascentes de oito rios e interferiu na fauna de uma região com seis espécies ameaçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Toda a construção desse hotel está dentro de uma legalidade. Todos os alvarás e licenças foram concedidos pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo", aponta Roberto Jeolás, administrador do Hotel Blue Mountain.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que em 2008, o próprio governo de São Paulo reconheceu o erro e cancelou as autorizações. "É um problema de estado, município, federação. Eles precisam se entender primeiro", afirma Roberto Jeolás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quatro meses, um juiz mandou demolir o Blue Mountain, obrigando os donos e o governo do estado de São Paulo a pagarem os custos de remoção do entulho e regeneração da natureza, mas ainda cabe recurso, e o hotel funciona normalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De cima, é possível ter uma visão muito clara do que acontece na Mata Atlântica e de como o ser humano avança pela natureza em áreas de preservação. Mas nem tudo o que parece é realmente crime ambiental. Algumas casas no cobiçado litoral norte de São Paulo receberam permissão do Ibama ou foram construídas antes das mudanças na lei que aconteceram em 2002. Em maio daquele ano, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) redefiniu as áreas de preservação permanentes em território brasileiro e proibiu construções a menos de 300 metros do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Ministério Público, o Condomínio Aldeia da Baleia comete três faltas graves: destruição de mata nativa, construção em área de restinga, ou seja, quase dentro da praia, e casas grudadas na margem de um rio. "Ainda há mentalidade no cidadão de que, para ele construir, basta ele adquirir uma área", ressalta o promotor Matheus Fialdini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nota, a Associação Amigos da Aldeia da Baleia diz que os proprietários adquiriram seus lotes totalmente legalizados e que houve investimentos para minimizar os danos ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma resolução do Conama, que tenta proteger as praias, impõe uma regra cristalina: ninguém pode construir a menos de 30 metros da margem de qualquer rio brasileiro. Em um rio largo como o Rio Preguiças, o resguardo aumenta para 100 metros e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegando pelo Rio Preguiças, na região dos Lençóis Maranhenses, nós foram avistados bichos que deram o nome ao rio. Seria o caso de rebatizá-lo como "Rio Mansões"? O Ministério Público Federal quer demolir 18 delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A demolição, conforme os laudos técnicos do Ministério Público Federal, faz com que essa vegetação, que é de preservação permanente, volte a nascer", explica o procurador Juraci Guimarães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, o contador Waldely de Moraes precisa tirar a mansão do caminho. O proprietário passou do limite do rio. No segundo andar da casa, tem uma churrasqueira e mais um quarto. A construção avançou além do que seria o limite da propriedade. O problema é que nem a propriedade pertence ao dono da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isso é uma surpresa para o Ministério Público Federal. Essa construção é feita para áreas locais, muitas vezes, com a proteção de políticos locais de acordos com prefeituras e autorizações que o Ministério Público sustenta evidentemente a ilegalidade", diz Juraci Guimarães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sentença judicial que mandou demolir a mansão afirma que parte da obra "encontra-se encravada em terreno de marinha, que é bem da União", e portanto, "de uso comum do povo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentenças de demolição já foram expedidas para sete mansões no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Entre elas, está a do ex-deputado e suplente de senador Clóvis Fecury.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juiz disse o seguinte: como o terreno foi comprado de um "antigo morador que já o ocupava irregularmente", o político "não pode ser considerado proprietário, mas apenas 'possuidor' do imóvel", ficando, portanto, sem qualquer direito sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Justiça também mandou demolir a mansão do empresário Arione Monteiro Diniz, avaliada em R$ 4 milhões. Tem churrasqueira, estacionamento de lancha, deque, lago artificial para criação de peixes, mesinhas com choupanas dentro da água e até um campo de futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrada do rio é um dos maiores problemas da casa porque foi construída artificialmente. É uma intervenção na natureza unicamente para atender aos desejos dos moradores de ter uma praia particular perto de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O órgão ambiental responsável por áreas como essa no Maranhão é o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). É uma instituição federal criada em 2007, ligada ao Ministério do Meio Ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coordenador de proteção ambiental do ICMBio, Paulo Carneiro, admite que no entorno do Parque dos Lençóis Maranhenses a fiscalização é falha. "Nosso número de agente é restrito. Nossos fiscais atendem a demandas prioritárias. Então, em épocas de desovas de espécies ameaçadas de extinção, focamos nisso", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os donos foram condenados em primeira instância, mas as mansões continuam de pé. Em nota, o advogado de Arione Monteiro Diniz e de Clóvis Fecury diz que as casas têm alvará de construção fornecido pela prefeitura e que os proprietários tomaram as precauções necessárias e obtiveram as licenças dos órgãos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado de Waldely de Moraes afirma que a construção do imóvel foi precedida de licença e que "no local não havia mata ciliar e ou vegetação nativa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe do Fantástico chegou a 4 mil metros de altitude, sobre uma floresta maravilhosa, que é uma sobrevivente. Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, menos de 8% da Mata Atlântica resistiram à ação do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mansão de 1.500 m² que o dono tentou esconder na Ilha da Cavala, em Angra dos Reis, a terra que saiu do buraco da obra foi jogada sobre a mata e a destruiu ainda mais. O Ministério Público pede, além da demolição, que o dono, o empresário Antônio Claudio Resende, pague a conta da limpeza e da recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve nota, a assessoria do empresário diz que não há pedido de demoliçãoe que o processo de licenciamento está em curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo adiante, é avistado um paraíso cobiçado: o Saco do Mamanguá, em Paraty. No local, só sobrou o terreno da casa de R$ 5 milhões construída em área protegida. Foi tudo demolido em novembro passado. Outra casa, segundo o Ministério Público, em situação completamente irregular, avaliada em R$ 10 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um rio foi desviado para passar embaixo da casa, e as pessoas poderem ver a água de dentro da sala da casa. Há outros bangalôs à direita e mais em cima um heliponto, para facilitar a chegada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essas construções foram feitas de duas formas: ou negociando licença ambiental fajuta com funcionários corruptos dos órgãos de meio ambiente ou no peito, pelo proprietário", explica José Maurício Padrone, coordenador da Secretaria do Estado do Ambiente do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O proprietário resiste. "Ele impede a demolição com recursos de liminares", diz José Maurício Padrone, que prefere não falar sobre o dono da mansão, o empresário Alexandre Negrão. Em nota, a advogada dele afirma que a "residência foi construída mediante licença da prefeitura e possui autorização do Ibama".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ação, o Ministério Público do Rio de Janeiro repete o pedido: demolição. Pode até parecer contraditório, mas, para aqueles que se empenham na defesa do meio ambiente, ainda vai ser preciso muita dinamite para deixar a natureza em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Fantástico&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-6028157993533475485?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/6028157993533475485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=6028157993533475485&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6028157993533475485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/6028157993533475485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/areas-de-protecao-ambiental-que.html' title='Áreas de Proteção Ambiental, que deveriam ser preservadas, são invadidas e dão lugar a casas de alto luxo para o conforto de poucos.'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-WENqjcW8uLA/Tja_boOmCHI/AAAAAAAAADI/-yLnHZ7AJ8k/s72-c/12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7870409127838106666</id><published>2011-08-01T11:42:00.003-03:00</published><updated>2011-08-01T12:09:30.415-03:00</updated><title type='text'>Cameron elogia Austrália por tarifar emissão de carbono</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-A1tR9Ihggq0/Tja8jrpkI-I/AAAAAAAAADA/C3qC6-JSsOI/s1600/11.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5635899304899257314" src="http://3.bp.blogspot.com/-A1tR9Ihggq0/Tja8jrpkI-I/AAAAAAAAADA/C3qC6-JSsOI/s400/11.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 229px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 259px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, escreveu uma carta para a colega australiana Julia Gillard, apoiando o plano de tarifar as emissões de carbono na Austrália, visando combater as mudanças climáticas. Cameron descreveu a proposta como um "grande passo", segundo reportagem do jornal The Sun. O líder conservador afirmou a Gillard que a nova política vai "dar um impulso àqueles que levam a sério lidar com essa ameaça urgente, tanto no mundo desenvolvido quanto no mundo em desenvolvimento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornal relatou que Cameron se disse "encantado por saber do pacote de medidas políticas para mudanças climáticas tão ambicioso" que Julia Gillard anunciou em 10 de julho. "Quero parabenizá-la por dar esse grande passo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A líder trabalhista australiana planeja impor uma tarifa sobre os 500 maiores emissores de carbono da Austrália, para reduzir a poluição. Mas a ideia dividiu opiniões. Críticos dizem que a tarifa não vai alterar as emissões globais, mas prejudicará a indústria, provocará desemprego e aumentará o custo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de mil pessoas se reuniram na região central de Sydney hoje para pedir um plebiscito sobre o assunto, dizendo que a primeira-ministra Gillard não tem poderes para introduzir a tarifa em meados de 2012, como planejado. Gillard argumenta que o preço fixado para poluição de carbono - ou a tarifa, na prática - é a forma mais eficiente para o sistema trabalhar, até que se mude o esquema de comércio de emissões em 2015. As informações são da Dow Jones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Agência Estado&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-7870409127838106666?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/7870409127838106666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=7870409127838106666&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7870409127838106666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/7870409127838106666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/08/cameron-elogia-australia-por-tarifar.html' title='Cameron elogia Austrália por tarifar emissão de carbono'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-A1tR9Ihggq0/Tja8jrpkI-I/AAAAAAAAADA/C3qC6-JSsOI/s72-c/11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-8290743313032871207</id><published>2011-07-29T11:34:00.002-03:00</published><updated>2011-07-29T12:30:03.020-03:00</updated><title type='text'>Batalhão ambiental ganha base fluvial no Amazonas</title><content type='html'>&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As novas lanchas vão ajudar a coibir  crimes de transporte ilegal de pescado, madeira e tráfico de drogas nos  rios e igarapés da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hMcBW4Azbic/TjLGNblqX-I/AAAAAAAAAC4/SY0ae8Jtgpk/s1600/17.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634784017840234466" src="http://4.bp.blogspot.com/-hMcBW4Azbic/TjLGNblqX-I/AAAAAAAAAC4/SY0ae8Jtgpk/s400/17.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 235px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;                                                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;b&gt;MANAUS&lt;/b&gt; - Com investimento de R$ 3,7 milhões, o Amazonas ganha do &lt;span id="CHAVE_209" style="color: navy; font-weight: bold;" title="209/27 | 17713"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;,  uma base fluvial e mais seis botes de policiamento para equipar o  Comando de Policiamento Ambiental (CPAmb). A entrega foi feita nesta  manhã (28), pelo governador em exercício, José Melo, ao Comandante do  Batalhão Ambiental, Coronel Jânio Pereira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Com a finalidade de ajudar a coibir os crimes de transporte ilegal de  pescado, de madeira e tráfico de drogas nos rios e igarapés dos  municípios da região metropolitana de Manaus, os equipamentos serão  utilizados inicialmente por 30 homens do batalhão, mas há expectativa de  que mais 30 policiais sejam incorporados ao batalhão em breve.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;"São três lanchas com motor 115 HP, ideias para navegação em rios  largos e profundos, e três lanchas com motor 40 HP, para igarapés mais  rasos. Com esses equipamentos teremos condições de atuar nos municípios  próximos, e até deslocar a estrutura para outras localidades, como  Parintins, por exemplo, durante o festival, se houver necessidade",  comenta o comandante da Companhia Fluvial da PM Ambiental, tenente Bruno  Pereira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Além das lanchas, foi entregue também, uma balsa que ainda não tem  local definitivo para ficar ancorada. De acordo com o comandante geral  da Polícia Militar, Almir David, o local poderá ser próximo à ponte  sobre o Rio Negro, mas ainda dependerá de avaliação da Marinha. O  investimento final de R$ 3, 7 milhões foi ratiado em R$ 1,6 mi para a  compra da Balsa, R$ 400 mil para as lanchas, e R$ 1,7 mi em equipamentos  ao Batalhão Ambiental.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;"Sem dúvida é uma base que ajudará muito no apoio logístico da PM, com  acesso mais rápido à criminalidade fluvial, com grande capacidade de  levar policiamento e equipamento, para as operações nos municípios",  argumenta Almir David.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;b&gt;Faltam policiais&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Para o comandante do Batalhão Ambiental, coronel Jânio Pereira, as  novas unidades serão importantes no combate aos 'barriga d'água', como  são conhecidos os assaltantes de embarcações e lanchas dos rios do  Amazonas. Outra função destacada pelo comandante, é o aumento da  velocidade no atendimento de chamados próximos à Manaus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Por outro lado, Jânio Pereira, reconhece que mesmo com o investimento  em novos equipamentos, o batalhão ainda sofre com o baixo efetivo de  policiais. "A demanda de ilícito ambiental é muito grande em nosso  Estado, e nós temos um efetivo relativamente pequeno", disse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Com apenas 110 policiais para atender o Amazonas, a expectativa do  Batalhão Ambiental, é que pelo menos 50 policiais aprovados no último  concurso da PM, sejam treinados para ingressar no Ambiental até o final  do ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Portal D24Am&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-8290743313032871207?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/8290743313032871207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=8290743313032871207&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8290743313032871207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8290743313032871207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/batalhao-ambiental-ganha-base-fluvial.html' title='Batalhão ambiental ganha base fluvial no Amazonas'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hMcBW4Azbic/TjLGNblqX-I/AAAAAAAAAC4/SY0ae8Jtgpk/s72-c/17.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-8054039023395876941</id><published>2011-07-29T11:30:00.003-03:00</published><updated>2011-07-29T12:30:50.099-03:00</updated><title type='text'>País registra 85 queimadas ao dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VrKAeebf48A/TjLE3uu0rLI/AAAAAAAAACw/cQRKtW5hnGw/s1600/16.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634782545510182066" src="http://3.bp.blogspot.com/-VrKAeebf48A/TjLE3uu0rLI/AAAAAAAAACw/cQRKtW5hnGw/s400/16.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 187px; margin: 0 0 10px 10px; width: 269px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="noticia-texto"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="texto"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;i&gt;Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais mostram que, neste ano, já são 17.814 ocorrências. Ainda assim, 2010 foi pior&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O Brasil registrou 85 &lt;span id="CHAVE_170" style="color: navy; font-weight: bold;" title="170/9 | 17689"&gt;queimadas&lt;/span&gt;  por dia em 2011, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas  Espaciais (Inpe). Até o dia 27, foram 17.814 ocorrências em todo o  território nacional. Os estados recordistas são Mato Grosso e Tocantins,  com 3.213 e 2.013 focos, respectivamente. Quarta-feira, foram  registrados 417 focos no país, sendo 73 em Mato Grosso e Amazonas.  Apesar de ainda ser considerado alto para o Inpe, o número é menor que o  de 2010, quando, no mesmo período do ano, foram 30.548.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O ano passado foi muito seco. Chegou perto dos anos de 2003 e 2004, os  mais secos que tivemos , explica Raffi Agop, analista de &lt;span id="CHAVE_779" style="color: navy; font-weight: bold;" title="779/9 | 17689"&gt;queimadas&lt;/span&gt; do Inpe. Segundo ele, em 2010 houve a expansão das áreas de &lt;span id="CHAVE_849" style="color: navy; font-weight: bold;" title="849/9 | 17689"&gt;queimadas&lt;/span&gt;  para o Centro-Sul do Mato Grosso e fronteira com o Pará, além da Região  Centro-Norte de cerrado, em que se concentravam os focos. Agop ressalta  que, além de mais úmido, 2011 está um pouco mais frio, o que contribuiu  para a redução.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;De acordo com o analista de &lt;span id="CHAVE_1120" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1120/9 | 17689"&gt;queimadas&lt;/span&gt;  do Inpe, uma maior fiscalização por parte dos governos estaduais e o  endurecimento das leis também ajudam a explica a redução. A proibição de  &lt;span id="CHAVE_1272" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1272/9 | 17689"&gt;queimadas&lt;/span&gt;  controladas começou mais cedo em Mato Grosso neste ano , disse. Para o  analista, porém, não é possível estabelecer um quadro definitivo sobre  as &lt;span id="CHAVE_1427" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1427/9 | 17689"&gt;queimadas&lt;/span&gt; até setembro, mês que registra maior número de focos. Até lá, o tempo pode ficar mais seco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Na tarde de quarta-feira, por exemplo, a umidade relativa do ar ficou  abaixo de 20%, deixando em alerta municípios do Sul do Pará e da Região  Metropolitana de Cuiabá. Ontem, a umidade relativa do ar baixou para 33%  em São Paulo. Entre a segunda e quarta-feira, o menor índice de umidade  havia sido de 36%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EMERGÊNCIA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;As cidades de Poço Redondo e Poço Verde, em Sergipe, decretaram  situação de emergência por causa da seca. Segundo a Defesa Civil, as  chuvas que normalmente caem na região nesta época do ano foram muito  irregulares e insuficientes para abastecer alguns municípios. As duas  cidades que emitiram o decreto não têm abastecimento regular de água e  os moradores contam apenas com cisternas. Em Poço Redondo, a situação  está complicada desde maio. A cidade estava sendo atendida pelo  Exército, mas deverá receber agora a Operação Pipa da Defesa Civil. Em  Poço Verde o decreto foi emitido segunda-feira. Ao todo, nas duas  cidades, cerca de 10 mil pessoas receberão assistência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Estado de Minas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-8054039023395876941?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/8054039023395876941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=8054039023395876941&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8054039023395876941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8054039023395876941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/pais-registra-85-queimadas-ao-dia.html' title='País registra 85 queimadas ao dia'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-VrKAeebf48A/TjLE3uu0rLI/AAAAAAAAACw/cQRKtW5hnGw/s72-c/16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-5327930253685776855</id><published>2011-07-29T11:23:00.003-03:00</published><updated>2011-07-29T12:31:34.497-03:00</updated><title type='text'>Calor exterminou peixes há 200 milhões de anos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dwBOOLMY-5s/TjLD6ypiXwI/AAAAAAAAACo/PcY1cvjxqjM/s1600/15.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634781498589732610" src="http://2.bp.blogspot.com/-dwBOOLMY-5s/TjLD6ypiXwI/AAAAAAAAACo/PcY1cvjxqjM/s400/15.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 198px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 270px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="titulo"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Pesquisa descobre que extinção do fim do Triássico foi causada por mudanças.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A história da vida na Terra alterna fases de explosões de diversidade,  quando uma imensa quantidade de novas espécies surgem, com períodos de  extinções em massa, quando, pela seleção natural, os seres vivos menos  adaptados desaparecem para dar lugar a indivíduos mais fortes. No fim do  Período Triássico, há aproximadamente 200 milhões de anos, os  dinossauros reinavam soberanos no ambiente terrestre. Enquanto isso, os  oceanos experimentavam uma verdadeira revolução, que resultou em uma das  maiores ondas de extinção da história do mundo marinho, na qual,  acredita-se, desapareceu cerca de metade de toda a vida dos mares.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Até agora, acreditava-se que os culpados pelo extermínio de tantos  seres aquáticos eram os vulcões, que aumentaram em quantidade e  enfrentaram períodos de intensa atividade. No entanto, um artigo da  edição de hoje da revista especializada Science afirma que não foram  essas chaminés naturais as responsáveis pelo dramático evento, mas um  fenômeno bem conhecido da sociedade atual: as &lt;span id="CHAVE_1121" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1121/19 | 17701"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.  Para os pesquisadores, um rápido aquecimento na Terra causou uma  mudança em plantas e micro-organismos, base da cadeia alimentar, levando  à morte inúmeros animais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Para chegar a essa conclusão, especialistas da Universidade de  Copenhague, na Dinamarca, compararam fósseis de seres microscópicos que  viviam na região de Atlas, no Marrocos, e nos Alpes, na Suíça. No fim do  Triássico, essas áreas eram cobertas de água. "Muitos estudos  anteriores já haviam estudados esses microfósseis. O que fizemos foi  olhar mais fundo, na estrutura molecular dessas rochas que já foram  seres vivos", explica o líder do estudo, Micha Rhul, que analisou o  Zebrasporites interscriptus, uma espécie de esporo vegetal terrestre.  "Embora 50% das espécies aquáticas tenham sido eliminadas, as  características desse período também ficaram marcadas nos seres  terrestres", conta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A estrutura dos esporos, separados historicamente por cerca de 20 mil  anos, registram que no período houve uma intensa liberação de carbono na  atmosfera, o que gerou um aumento intenso na temperatura do planeta.  "Essa liberação sugere que a rápida mudança no ambiente, normalizada em  alguns milhares de anos, foi suficiente para ser catastrófica para os  oceanos", explica o especialista alemão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Diário de Pernambuco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-5327930253685776855?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/5327930253685776855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=5327930253685776855&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5327930253685776855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5327930253685776855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/calor-exterminou-peixes-ha-200-milhoes.html' title='Calor exterminou peixes há 200 milhões de anos'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dwBOOLMY-5s/TjLD6ypiXwI/AAAAAAAAACo/PcY1cvjxqjM/s72-c/15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-8166341881034799608</id><published>2011-07-28T12:47:00.003-03:00</published><updated>2011-07-28T12:53:03.199-03:00</updated><title type='text'>AP, PA e RR não têm plano de controle de poluição</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0EG9elEEZdo/TjGFABY8PYI/AAAAAAAAACg/dK009bpL2aI/s1600/poluicao.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634430844236742018" src="http://4.bp.blogspot.com/-0EG9elEEZdo/TjGFABY8PYI/AAAAAAAAACg/dK009bpL2aI/s400/poluicao.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 262px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 343px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Três Estados brasileiros ainda não conseguiram finalizar seu Plano de  Controle de Poluição Veicular (PCPV), entre eles Amapá, Pará e Roraima. A  elaboração do documento deveria ser concluída até o dia 30 de junho. O  atraso foi apontado em levantamento da Associação Brasileira de  Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A implantação desse projeto foi instituída em 2009 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), órgão ligado ao &lt;span id="CHAVE_460" style="color: navy; font-weight: bold;" title="460/27 | 17713"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;, com a meta de reduzir os índices de poluição nos grandes centros urbanos brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;De acordo com a norma de 2009, o Distrito Federal (DF) e os Estados  devem indicar quais medidas tomarão para melhorar a qualidade do ar de  suas cidades. Cabe aos planos, por exemplo, definir se é necessário ou  não implantar o programa de manutenção e inspeção veicular.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Para o presidente da Abema, Hélio Gurgel, o atraso de três Estados para  a conclusão dos PCPVs não deve ser encarado negativamente. A Secretaria  de Estado de Meio Ambiente do Estado do Pará informou que vai  apresentar seu plano até o dia 11 de setembro, conforme portaria  publicada pela própria Secretaria no Diário Oficial do Estado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O coordenador de Meio Ambiente do Instituto de Meio Ambiente e  Ordenamento Territorial (Imap) do Estado do Amapá, Paulo Couto, afirmou  que o PCPV do Estado ainda não possui previsão para ser finalizado. A  Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado de  Roraima também não tem previsão para o término do projeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Fonte: O Liberal Online&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-8166341881034799608?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/8166341881034799608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=8166341881034799608&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8166341881034799608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8166341881034799608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/ap-pa-e-rr-nao-tem-plano-de-controle-de.html' title='AP, PA e RR não têm plano de controle de poluição'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0EG9elEEZdo/TjGFABY8PYI/AAAAAAAAACg/dK009bpL2aI/s72-c/poluicao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-373406161285043258</id><published>2011-07-28T12:42:00.003-03:00</published><updated>2011-07-28T12:58:57.919-03:00</updated><title type='text'>Governo fará importação maciça de etanol anidro</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UmFuDEr2SQ4/TjGD9oKQmTI/AAAAAAAAACY/HOdqjzmw8fA/s1600/etanol.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634429703592909106" src="http://2.bp.blogspot.com/-UmFuDEr2SQ4/TjGD9oKQmTI/AAAAAAAAACY/HOdqjzmw8fA/s400/etanol.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 240px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 243px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;por Mauro Zanatta e Tarso Veloso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Ainda sob risco de desabastecimento interno, o governo decidiu ontem  apostar na importação maciça de etanol anidro para congelar a redução da  mistura desse biocombustível na gasolina. A presidente Dilma Rousseff  cobra uma solução antecipada para evitar uma crise de oferta semelhante à  ocorrida no início deste ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Em uma ampla reunião no Ministério das Minas e Energia, ficou decidido  que, ao menos até novembro, o governo tentará driblar os riscos com a  compra de 1 bilhão de litros de etanol no exterior. A ordem é adiar pelo  maior tempo possível a redução e, até mesmo, evitá-la se for possível.  Usinas e tradings já começaram a operar e têm 680 milhões de litros em  estoque ou sob contrato. Seria caro e contraproducente reduzir a mistura  agora, disse um integrante da reunião. Hoje, é mais barato importar  anidro do que gasolina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Por isso, o governo resolveu dar um voto de confiança aos usineiros. E  espera o cumprimento à risca do compromisso de abastecer, a preços  razoáveis, o mercado interno de etanol, anidro e hidratado. As usinas  queriam discrição para evitar uma forte alta nos preços do anidro nos  Estados Unidos, principal fornecedor brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O governo avalia que a redução da mistura, dos atuais 25% para 20% ou  18%, teria impacto nos preços da gasolina ao consumidor, geraria mais  pressão inflacionária, teria efeitos tributários relevantes, traria  problemas para a balança comercial e significaria prejuízos à Petrobras -  na importação de gasolina e na perda de produtividade de suas  refinarias. Na reunião, o presidente da Petrobras, José Sergio  Gabrielli, disse que a redução derrubaria em até 13% a produção da  petroleira. Haveria um recuo na produção de 50 mil barris/dia. Para  atender à demanda adicional, a Petrobras passaria a ter que importar o  equivalente a 30 ou 45 dias de gasolina - hoje, essa necessidade soma  quatro ou cinco dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Na reunião, que teve a presença dos ministros Edison Lobão (Minas e  Energia) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento), os especialistas do  governo avaliaram que o crescimento da economia está muito acima da  capacidade de abastecimento de etanol no mercado interno. O consumo só  aumenta e a frota flex fuel só cresce, disse um fonte do encontro. À  saída da reunião, o ministro Lobão afirmou que o mercado está abastecido  e estável. Para ele, as medidas adotadas até agora estabilizaram os  preços. Não vamos fazer alterações neste momento, mas marcamos outra  reunião para o dia 30 de agosto com possibilidade de antecipação, se  preciso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Lobão informou que o governo publicará, em dez dias, uma medida  provisória com linhas de financiamento para estimular a estocagem e a  produção de etanol. A MP deve contar com linhas com juros baixos para  estimular a produção. Além disso, está sendo avaliada a possibilidade de  benefícios à produção de etanol em detrimento ao açúcar. As linhas de  crédito serão do BNDES e do Banco do Brasil. A meta é ampliar a produção  de cana-de-açúcar. O governo estima uma capacidade ociosa para 150  milhões de toneladas nas usinas de cana, o equivalente a 20% da  capacidade total de moagem do país. Ele anunciou investimentos de US$  4,1 bilhões da Petrobras Biocombustíveis no prazo de três a quatro anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-373406161285043258?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/373406161285043258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=373406161285043258&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/373406161285043258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/373406161285043258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/governo-fara-importacao-macica-de.html' title='Governo fará importação maciça de etanol anidro'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-UmFuDEr2SQ4/TjGD9oKQmTI/AAAAAAAAACY/HOdqjzmw8fA/s72-c/etanol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-3677383918387171232</id><published>2011-07-28T12:39:00.002-03:00</published><updated>2011-07-28T12:59:45.124-03:00</updated><title type='text'>Os números do prejuízo do caos ambiental</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0BdUnL-oGxU/TjGDFFa71aI/AAAAAAAAACQ/kKKQTZW9J00/s1600/verde.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634428732194936226" src="http://3.bp.blogspot.com/-0BdUnL-oGxU/TjGDFFa71aI/AAAAAAAAACQ/kKKQTZW9J00/s400/verde.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 197px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 295px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cada mês de chuva em excesso equivale a perdas de R$1,3 bilhão, segundo pesquisa da Fiesp&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;b&gt;Renato Grandelle&lt;/b&gt; renato.grandelle@oglobo.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;SÃO PAULO. Natureza em fúria, prejuízos recordes. A tabelinha tem se  repetido com frequência crescente mundo afora - e o Brasil, infestado de  metrópoles de crescimento desordenado, já conta com seus exemplos.  Somente este ano, as inundações apuradas pela resseguradora Swiss Re no  Rio, em São Paulo e em Minas Gerais causaram perdas estimadas em R$1,9  bilhão, uma quantia quatro vezes superior à média registrada nos últimos  anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Não há sinais de que a enxurrada - de chuva ou recursos desperdiçados -  seja menor daqui para frente. As projeções climáticas são unânimes em  anunciar um Sudeste cada vez mais úmido nas próximas décadas. O risco de  tempestades fez a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo  (Fiesp) consultar 478 empresas sobre as suas perdas. De acordo com o  levantamento, cada mês de chuva em excesso equivale a perdas de R$1,3  bilhão. Os índices foram apresentados e debatidos ontem no Fórum  Internacional de Seguros para Jornalistas, promovido pela Allianz  Seguros em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Os eventos extremos fazem o país pagar a conta pela urbanização sem  planejamento vivida nas últimas três décadas. Em 1950, 26,2% da  população brasileira vivia nas cidades. No ano passado, este índice  atingiu 84,3%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;- O que levou mais de um século na Europa, aconteceu aqui em poucas  décadas - destaca Ricardo Ojima, pesquisador do Núcleo de Estudos de  População da Unicamp. - Nesta velocidade, era impossível identificar  áreas de risco ou conduzir uma urbanização planejada. Hoje, este  fenômeno está mais estável, o que possibilitou o aparecimento de  políticas públicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Os projetos governamentais, no entanto, ainda deixam a desejar. Muitas  prefeituras ignoram a orientação de investir em medidas preventivas para  contenção de encostas ou outros planos que serviriam de escudo contra  eventos climáticos extremos. Em vez disso, estes municípios preferem  esperar que a situação se torne emergencial para contar com aportes  generosos de recursos da União.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;- Hoje investe-se em inventários de emissões, políticas que estabelecem  metas para liberação de carbono. Mas ninguém sabe quanto desses planos  realmente saem do papel - ressalta Ojima. - Por isso, é preciso também  discutir adaptação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A aposta em urgências ou ter olhos só para programas com resultados a  longo prazo é arriscada. Medidas de curto e médio prazo devem ser  implantadas para evitar um futuro ainda mais problemático.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Basta conferir os dados fornecidos pelo governo federal ao Programa  Habitat, da ONU, em 2005. As 16.433 favelas do país concentravam, à  época, 52,3 milhões de pessoas - o equivalente a 28% da população. Estas  comunidades são os maiores símbolos da falta de planejamento urbano e  da vulnerabilidade a eventos extremos. E a projeção é que, em 2020, seus  moradores sejam ainda mais numerosos - contingente que ultrapassará os  55 milhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;- A ocupação territorial é desordenada, as leis não são seguidas.  Estamos sempre correndo atrás, em vez de nos anteciparmos - condena  Maria Luisa Castello Branco, coordenadora de Geografia da Diretoria de  Geociências do IBGE. - Não é um problema de legislação, isso nós já  temos o suficiente. O que falta é promover no cidadão comum um  comportamento sustentável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Além da falta de planejamento urbano - e de quantos estão sujeitos a  ele -, o próprio perfil demográfico do país chama atenção. Quanto mais  pessoas, maior é a emissão de carbono e a sujeição às &lt;span id="CHAVE_3536" style="color: navy; font-weight: bold;" title="3536/19 | 17701"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;.  A população brasileira continuará crescendo até 2040, quando atingirá  219 milhões; depois, passará a apresentar crescimento negativo, mas isso  não significa que chegaremos a uma solução.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;- A solução passa pela mudança de nossa forma de viver. Usar transporte  público em vez de carro, por exemplo. São pequenas adaptações que  exigem algum esforço, mas fazem a diferença - lembra Ojima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O repórter viajou a convite da Allianz Seguros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Fonte: O Globo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-3677383918387171232?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/3677383918387171232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=3677383918387171232&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3677383918387171232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3677383918387171232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/os-numeros-do-prejuizo-do-caos.html' title='Os números do prejuízo do caos ambiental'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0BdUnL-oGxU/TjGDFFa71aI/AAAAAAAAACQ/kKKQTZW9J00/s72-c/verde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-3478100929391781727</id><published>2011-07-25T15:59:00.013-03:00</published><updated>2011-07-25T16:19:26.390-03:00</updated><title type='text'>Anúncios criativos sobre o meio ambiente</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-3_tvnZ94buI/Ti29IqfNBOI/AAAAAAAAAAw/XcVmTxE7VNM/s1600/1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 208px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-3_tvnZ94buI/Ti29IqfNBOI/AAAAAAAAAAw/XcVmTxE7VNM/s400/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633366665452127458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;Essa campanha foi feita para a World Wildlife Fund. À medida que o papel acaba, o verde da América do Sul também vai embora, simbolizando o impacto ambiental que o uso de simples toalhas de papel é capaz de provocar, além de alertar para outros desperdícios que podem levar às mesmas consequências&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-1Lje30bwCjY/Ti29py5AbeI/AAAAAAAAAA4/4ILQFHkRq50/s1600/2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 283px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-1Lje30bwCjY/Ti29py5AbeI/AAAAAAAAAA4/4ILQFHkRq50/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633367234643520994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;Esse anúncio utiliza o movimento da sombra no cartaz para demonstrar como o aquecimento global levará ao aumento do nível dos oceanos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-9CEvgja8M88/Ti2-NSxdiwI/AAAAAAAAABA/8qqWdVaxztU/s1600/3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 275px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-9CEvgja8M88/Ti2-NSxdiwI/AAAAAAAAABA/8qqWdVaxztU/s400/3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633367844497230594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;A Prolam Y&amp;amp;R, de Santiago, criou um enorme outdoor mostrando refugiados fugindo de uma enchente na Ásia, com dúzias de ar condicionados sobre a superfície do cartaz, que diz a seguinte frase: "O ar que esfria sua casa aquece o mundo".&lt;br /&gt;O Greenpeace utilizou a canção You Are My Sunshine, de Charles Mitchell e Jimmy Davis, para fazer esse divertido comercial, que diz algo como: "Até que a luz saia da sua bunda, use lâmpadas fluorescentes".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-KRFXfgMplxA/Ti2-i25cGwI/AAAAAAAAABI/blbqqjI42hU/s1600/4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 260px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-KRFXfgMplxA/Ti2-i25cGwI/AAAAAAAAABI/blbqqjI42hU/s400/4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633368214971620098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;"Veja quanto monóxido de carbono você deixará de emitir se não dirigir por um dia". Essa é a mensagem que aparece na gigantesca nuvem preta presa ao cano de escape de um carro depois de passar o dia sendo inflada pela fumaça expelida pelo automóvel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-Sr6G1F_3I20/Ti2-y5J55_I/AAAAAAAAABQ/vFl1q84f8VE/s1600/5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 261px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Sr6G1F_3I20/Ti2-y5J55_I/AAAAAAAAABQ/vFl1q84f8VE/s400/5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633368490455459826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;Nesse anúncio, as árvores foram posicionadas para parecer pulmões. A área desmatada é um alerta, e a frase no canto diz: "Antes que seja tarde demais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-RTKMuXrZ5DI/Ti2_LOcXkrI/AAAAAAAAABY/NYHbdBWbdp0/s1600/6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 268px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-RTKMuXrZ5DI/Ti2_LOcXkrI/AAAAAAAAABY/NYHbdBWbdp0/s400/6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633368908486906546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;A mensagem desse anúncio diz: "Você não pode ser lento em uma emergência. Aja agora pelo planeta".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-TW3bx5N6CZI/Ti2_hOLsDaI/AAAAAAAAABg/xTc0mSt96wk/s1600/7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 349px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-TW3bx5N6CZI/Ti2_hOLsDaI/AAAAAAAAABg/xTc0mSt96wk/s400/7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633369286374067618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;Diesel, a fabricante italiana de roupas, colocou, no fim de janeiro, propagandas em jornais, revistas e outdoors que traziam modelos posando com roupas da marca em um mundo afetado pelo aquecimento global. Nas fotos acima, você vê o Cristo Redentor coberto de água até os pés e Nova York praticamente submersa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-mA_8Xqvlwv0/Ti2_x4WXu3I/AAAAAAAAABo/Ij2rC6k5ems/s1600/9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 286px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-mA_8Xqvlwv0/Ti2_x4WXu3I/AAAAAAAAABo/Ij2rC6k5ems/s400/9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633369572571069298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;SAFE é uma instituição de proteção aos animais que faz várias campanhas para expor e questionar a utilização desnecessária deles em experimentos e explorações comerciais. O anúncio acima tem como alvo o uso dos bichos como cachecóis, botas e outros produtos de couro e assim por diante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-9QebgEMi1TE/Ti3AIXDIPkI/AAAAAAAAABw/JnVAwdVm1Gw/s1600/10.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-9QebgEMi1TE/Ti3AIXDIPkI/AAAAAAAAABw/JnVAwdVm1Gw/s400/10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633369958768983618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;"Use a eletricidade com sabedoria". Esse anúncio é da companhia de energia Eskom, da África do Sul.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-zHHQdv9HyS4/Ti3AePBrxGI/AAAAAAAAAB4/6FM2Nv3hECU/s1600/11.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 336px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zHHQdv9HyS4/Ti3AePBrxGI/AAAAAAAAAB4/6FM2Nv3hECU/s400/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633370334572561506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;A campanha feita pela Sukle Advertising &amp;amp; Design, de Denver, tem como objetivo diminuir o desperdício de água. O slogan é: "A grama é burra. Regue dois minutos a menos. Seu gramado não vai notar".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-ngR0XuYjQ3w/Ti3AvAOvKCI/AAAAAAAAACA/Xv6R3BwaQjw/s1600/13.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 287px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ngR0XuYjQ3w/Ti3AvAOvKCI/AAAAAAAAACA/Xv6R3BwaQjw/s400/13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633370622658553890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;"Pense em quanto isso consome antes comprar". Imagens engraçadas de coisas "gordas" fazem propaganda de um site que permite calcular o consumo de energia desses aparelhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-8znnFVl5cq4/Ti3BAtfllVI/AAAAAAAAACI/fNOr-szQxzU/s1600/15.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-8znnFVl5cq4/Ti3BAtfllVI/AAAAAAAAACI/fNOr-szQxzU/s400/15.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633370926866601298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: tahoma;"&gt;"A moda faz mais vítimas do que você pensa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family: tahoma;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Da Agência O&amp;amp;M&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-3478100929391781727?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/3478100929391781727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=3478100929391781727&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3478100929391781727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/3478100929391781727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/anuncios-criativos-sobre-o-meio.html' title='Anúncios criativos sobre o meio ambiente'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3_tvnZ94buI/Ti29IqfNBOI/AAAAAAAAAAw/XcVmTxE7VNM/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-5283216967426734974</id><published>2011-07-21T12:17:00.004-03:00</published><updated>2011-07-21T16:36:51.501-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Reciclagem de pneus cria mercados</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rey1R3A_rzw/TihFuuqRCOI/AAAAAAAAAAY/sUONUquaxKM/s1600/17.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631828003128412386" src="http://2.bp.blogspot.com/-rey1R3A_rzw/TihFuuqRCOI/AAAAAAAAAAY/sUONUquaxKM/s400/17.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 194px; margin: 0 10px 10px 0; width: 259px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="noticia-texto"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="texto"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;por Felipe Datt, para o Valor , de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A criação do Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus  Inservíveis, em 1999, e a proibição da importação de pneus usados, em  2007, posicionaram os fabricantes nacionais e os importadores na linha  de frente entre os segmentos obrigados a adotar políticas de logística  reversa para o recolhimento de resíduos do meio ambiente. O setor  recolheu e reprocessou, de 1999 a abril deste ano, 1,65 milhão de  toneladas, o equivalente a 330 milhões de pneus de passeio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O sucesso dessa empreitada passa pela criação, em 2007, da Reciclanip,  entidade sem fins lucrativos criada pelos cinco maiores fabricantes de  pneus no Brasil- Bridgestone, G o o d y e a r, Michelin, Pirelli e  Continental. Há 702 postos de coleta em todos os Estados da federação  que, em sua maioria, foram criados por meio de parcerias com prefeituras  e parceiros privados em cidades com mais de 100 mil habitantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;"É responsabilidade do fabricante e do importador dar destinação aos  pneus inservíveis, mas toda cadeia tem responsabilidade na logística  reversa", diz o gerente geral da Reciclanip, César Faccio. Para cada  pneu comercializado, outro deve ser recolhido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A produção anual no Brasil é de 67,3 milhões de unidades, segundo a  Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip). O mercado de  reposição representa 45% desse total.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O avanço da reciclagem de pneus levou ao reaproveitamento total dos inservíveis e à criação de cadeias produtivas específicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os países trabalham com duas formas de destinação de  pneus: como fonte energética ou utilizando os materiais que compõem o  pneu para outras cadeias produtivas.&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Conforme a técnica especializada em resíduos perigosos do &lt;span id="CHAVE_1718" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1718/27 | 17713"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;, Mirtes Boralli, 64% dos pneus são usados como combustível na indústria de cimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Os outros 36% representam a utilização de materiais após a trituração  do pneu, utilizados para a fabricação de tapetes, mangueiras, borrachas  de vedação, solas de sapato e quadras poliesportivas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Umaalternativa é o asfalto emborrachado, ou ecológico. Outra tecnologia  que deve ganhar espaço é a pirólise, ou extração de óleo combustível do  pneu inservível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-5283216967426734974?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://fas.empauta.com/e/mostra_noticia.php?autolog=eJwzMDAwtjAyMDQ0MQJTBuZGhgApGwPs&amp;cod_noticia=994648363&amp;d=1&amp;x=1&amp;nojump=true&amp;utm_campaign=empauta+mail&amp;utm_medium=mail&amp;utm_source=empauta' title='Reciclagem de pneus cria mercados'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/5283216967426734974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=5283216967426734974&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5283216967426734974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/5283216967426734974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/reciclagem-de-pneus-cria-mercados.html' title='Reciclagem de pneus cria mercados'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rey1R3A_rzw/TihFuuqRCOI/AAAAAAAAAAY/sUONUquaxKM/s72-c/17.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-8360495284978307750</id><published>2011-07-21T11:57:00.002-03:00</published><updated>2011-07-21T16:35:33.206-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Brasil tem qualidade e quantidade de água satisfatórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Gt4-JS0lDJE/Tig_Pp5pqcI/AAAAAAAAAAQ/JJ4Z_6u8pfU/s1600/15.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631820872205052354" src="http://2.bp.blogspot.com/-Gt4-JS0lDJE/Tig_Pp5pqcI/AAAAAAAAAAQ/JJ4Z_6u8pfU/s400/15.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 198px; margin: 0 10px 10px 0; width: 255px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Dados atualizados sobre a situação dos  recursos hídricos no País foram lançados nesta terça-feira (19/7), no  auditório da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília. O Relatório  de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil - Informe 2011- revela  aspectos como a disponibilidade hídrica, qualidade e gestão da água em  diferentes regiões brasileiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Com informações consolidadas até dezembro de 2010, o levantamento  registra melhorias da qualidade da água em algumas bacias brasileiras  que receberam investimentos em tratamento de esgotos na última década.  De acordo com o relatório, 96% das bacias hidrográficas encontram-se em  estado satisfatório no que se refere às análises de quantidade e  qualidade da água.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Além disso, o estudo mostra que, em 2010, 19% dos municípios  brasileiros decretaram situação de emergência ou estado de calamidade  pública devido à ocorrência de cheias ou problemas com estiagem ou seca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;No mesmo ano, foram registrados 601 eventos críticos relacionados a  problemas com cheias e inundações no País. Já as ocorrências de secas e  estiagens somam 583 eventos, contra 914 registrados em 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Presente ao evento de lançamento, a ministra do Meio Ambiente, Izabella  Teixeira, afirmou que o relatório é uma ferramenta importante para que o  País conheça a realidade da condição de suas águas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;"O acompanhamento e a avaliação da situação dos recursos hídricos em  escala nacional pelo Relatório subsidiam a definição das ações e  intervenções necessárias para a melhoria da quantidade e da qualidade  das águas. Temos ainda o objetivo de ampliar a oferta de água, observar  as ações de vulnerabilidade e risco de &lt;span id="CHAVE_1638" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1638/19 | 17701"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt; e fomentar novas políticas públicas preventivas e estratégicas em relação aos recursos hídricos do País", afirma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Izabella Teixeira ressaltou ainda a importância dos dados sobre a  oferta de água e sua relação com o Código Florestal. "A oferta de água  também tem a ver com o debate do Código, em que assumimos a posição de  defender a manutenção de matas ciliares e de APPS. O estudo revela a  situação de estresse hídrico (falta de água) em regiões onde existem  assoreamento e degradação de matas ciliares e APPS", afirmou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A ministra disse também que 69% dos recursos hídricos em uso no Brasil  são destinados à irrigação, sendo que mais de 90% do volume de água  destinado a esta atividade são consumidos pelo setor privado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Os resultados dessa avaliação indicam um conjunto de bacias críticas,  onde há maior potencial para ocorrência de conflitos pelo uso da água,  que merecem atenção crescente por parte dos gestores de recursos  hídricos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O estudo da ANA, que atende a uma demanda do Conselho Nacional de  Recursos Hídricos, é uma ferramenta de acompanhamento anual e  sistemático da condição dos recursos hídricos e de sua gestão, em escala  nacional, por regiões hidrográficas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Aborda ainda temas fundamentais para o setor, como volume de chuvas;  ocorrência de eventos hidrológicos críticos (secas e cheias);  disponibilidade da água em diferentes regiões do Brasil; qualidade e  seus usos múltiplos (irrigação, saneamento e hidroeletricidade, por  exemplo), além do planejamento, regulação e cobrança pelo uso dos  recursos hídricos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Segundo o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, o Informe 2011  permite o acompanhamento dos desafios e da evolução do setor de recursos  hídricos no Brasil. "Por meio do Relatório de Conjuntura, os gestores  públicos têm um panorama da situação dos recursos hídricos do País, o  que permite a evolução da gestão de nossas águas", destaca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Para a elaboração do estudo, a ANA contou com a parceria da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do &lt;span id="CHAVE_3649" style="color: navy; font-weight: bold;" title="3649/27 | 17713"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;  (SRHU/MMA), Departamento Nacional de Obras contras as Secas (Dnocs), do  Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e de todos os órgãos  gestores estaduais de recursos hídricos e meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Entre 2010 e 2012, estão previstos Informes anuais que atualizam os dados do estudo. A publicação estará disponível em: &lt;b&gt;http://conjuntura.ana.gov.br/conjuntura/&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;por &lt;b&gt;MMA&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-8360495284978307750?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://fas.empauta.com/e/mostra_noticia.php?autolog=eJwzMDAwtjAyMDQ0MQJTBuZGhgApGwPs&amp;cod_noticia=994620669&amp;d=1&amp;x=1&amp;nojump=true&amp;utm_campaign=empauta+mail&amp;utm_medium=mail&amp;utm_source=empauta' title='Brasil tem qualidade e quantidade de água satisfatórias'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/8360495284978307750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=8360495284978307750&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8360495284978307750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8360495284978307750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/brasil-tem-qualidade-e-quantidade-de.html' title='Brasil tem qualidade e quantidade de água satisfatórias'/><author><name>Talita Martins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02982284045030889802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Gt4-JS0lDJE/Tig_Pp5pqcI/AAAAAAAAAAQ/JJ4Z_6u8pfU/s72-c/15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-8993800922309349217</id><published>2011-07-21T10:45:00.001-03:00</published><updated>2011-07-21T16:35:56.835-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Rios em péssimas condições</title><content type='html'>&lt;div class="TituloNoticiaAberta" style="color: #1d5cb3; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: bold; line-height: 20px; margin-bottom: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #5e5e5e; font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 14px;"&gt;&lt;i&gt;Brasil tem só 4% de recursos hídricos com qualidade ótima, segundo relatório&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="noticia-texto" style="color: #5e5e5e; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="texto" style="font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;b&gt;Catarina Alencastro&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;catarina.alencastro@bsb.oglobo.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;BRASÍLIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Com 12% da oferta de água do planeta, o Brasil tem apenas 4% de seus recursos hídricos com qualidade considerada ótima, percentual que caiu seis pontos de 2008 para 2009. Segundo avaliação do "Informe 2011 da Conjuntura dos Recursos Hídricos do Brasil", divulgado ontem pela Agência Nacional de Águas (ANA), cem rios estão em situação ruim ou péssima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;a href="http://141.imagens.empauta.com/view/imagem.php?code=eJyzNDY2MTQxrDE0NDGyqDEyMDTUNTDXNTKoMbYwAnMNzI0MAaDYCGw--3D" style="clear: right; float: right; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="1" src="http://141.imagens.empauta.com/view/imagem.php?code=eJyzNDY2MTQxrDE0NDGyqDEyMDTUNTDXNTKoMbYwAnMNzI0MAaDYCGw--3D&amp;amp;maxsize=180" /&gt;&lt;/a&gt;Para avaliar o índice de qualidade da água, a agência usa nove parâmetros, que levam em conta principalmente a contaminação dos rios pelo lançamento de esgoto. Essa centena de rios em situação precária não consegue depurar naturalmente a quantidade de resíduos que vêm recebendo. Embora o governo argumente que está fazendo investimentos em políticas públicas de saneamento, mais da metade das cidades do país - 2.926 municípios - não tem tratamento de esgoto. O relatório aponta que em 2009 foram investidos R$21,4 bilhões em saneamento e gestão da água, sendo R$13,2 bilhões em obras de tratamento de esgoto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A água de pior qualidade se concentra perto das regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador e das cidades de médio porte, como Campinas (SP) e Juiz de Fora (MG). Entre os rios cuja água é de péssima ou má qualidade, estão o Tietê, que corta a capital paulista, o Iguaçu, que forma as famosas Cataratas do Iguaçu, e o Guandu-Mirim, no Rio - os dois últimos ficam dentro de unidades de conservação, o Parque Nacional do Iguaçu e a Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Guandu, respectivamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Entre 2008 e 2009, a água de qualidade péssima no país se manteve em 2%; a ruim aumentou de 6% para 7%; a regular passou de 12% para 16% e a boa subiu de 70% para 71%. Nesse período, o número de pontos monitorados caiu de 1.812 para 1.747. O superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da agência, Ney Maranhão, mostrou-se satisfeito com os resultados do estudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;- Temos 90,6% dos rios num estado satisfatório de qualidade e de disponibilidade (quantidade de água). Apenas 2% não apresentam resultado satisfatório - avaliou Maranhão, que coordenou o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Estresse hídrico e agricultura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Maranhão ressaltou que as políticas públicas têm sido direcionadas para as bacias que estão em situação crítica, seja por apresentarem baixa disponibilidade ou qualidade de água. A maior parte dos rios e bacias com problema de oferta de água se encontra no Nordeste.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que, no futuro, o estresse hídrico (falta de água em algumas regiões do país) vai impactar na agricultura. Ao todo, 69% dos recursos consumidos pela população são usados em irrigação. Izabella aproveitou a ocasião para mandar um recado ao Congresso, onde tramita a reforma do Código Florestal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;- Quando estamos discutindo Código Florestal, não falamos apenas do uso do solo. Estamos falando de recursos hídricos e qualidade de vida. O relatório traz com muita propriedade o estresse hídrico com perda de mata ciliar (vegetação nativa às margens dos rios). Onde se desmata mata ciliar, há comprometimento dos recursos hídricos - afirmou a ministra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;O levantamento da ANA também levou em conta o problema das&amp;nbsp;&lt;span id="CHAVE_3309" style="color: navy; font-weight: bold;" title="3309/19 | 17701"&gt;mudanças climáticas&lt;/span&gt;, responsáveis por eventos naturais extremos em datas diferentes no ano passado: a estiagem na Amazônia; as enchentes em Alagoas, Pernambuco e em Minas Gerais; as cheias no Rio, em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Um exemplo do agravamento dessa situação: em 2006, foram registradas 135 situações de emergência ou de calamidade pública por conta de fortes chuvas. Em 2010, esse número de ocorrências subiu para 601. No total, quase 10% das cidades brasileiras - 563 municípios - decretaram situação de emergência devido a enchentes, inundações, enxurradas e alagamentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;No caso das secas, houve uma inversão: 2010 registrou menos casos de emergência (583) do que 2006 (914). Entre 2009 e 2010 houve diminuição de 20,8% no nível dos reservatórios de água construídos no Nordeste para combater estiagens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4602096733327262986-8993800922309349217?l=leitorenvolverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/feeds/8993800922309349217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4602096733327262986&amp;postID=8993800922309349217&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8993800922309349217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4602096733327262986/posts/default/8993800922309349217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/07/rios-em-pessimas-condicoes.html' title='Rios em péssimas condições'/><author><name>Dal Marcondes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06967482240144469309</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4602096733327262986.post-7330143355117003055</id><published>2011-07-21T10:29:00.001-03:00</published><updated>2011-07-21T10:29:22.753-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Conceito de lixo passa por revisão</title><content type='html'>&lt;div class="TituloNoticiaAberta" style="color: #1d5cb3; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: bold; line-height: 20px; margin-bottom: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #5e5e5e; font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 14px;"&gt;Rosangela Capozoli&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="noticia-texto" style="color: #5e5e5e; font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="texto" style="font-family: Tahoma, 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Para o Valor, de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;As quatro décadas que separam o sucesso do personagem Sujismundo da atual campanha lançada pelo&lt;span id="CHAVE_143" style="color: navy; font-weight: bold;" title="143/27 | 17713"&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;/span&gt;&amp;nbsp;(MMA) ilustram um salto enorme nos conceitos de lixo e de seu reaproveitamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Enquanto Sujismundo era um personagem que jogava lixo na rua, não tomava banho e vivia rodeado de mosquitos, a campanha "Separe o lixo e acerte na lat a" lembra a importância de separar o lixo orgânico do seco, que pode ser reciclado para evitar desperdício, e a importância desse processo para a preservação do meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2010, estima em R$ 8 bilhões as perdas do país com o não aproveitamento dos resíduos sólidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;"Oficialmente, a campanha termina dia 19 de julho, mas a intenção é criar um processo contínuo de propaganda com a participação da sociedade", diz Nabil Bonduki, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Para Bonduki, outra mensagem importante é sobre o papel dos catadores no processo da coleta seletiva. "O Brasil gera por dia cerca de 183 mil toneladas de resíduos. Deste total, estima-se que 30%, ou seja, 50 mil toneladas, seriam lixo seco. A coleta regular feita pelas prefeituras não deve abranger nem 2% desse total.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;"Mesmo somando-se outras formas de coletas não públicas (sucateiros e catadores), estamos longe de alcançar uma porcentagem significativa no volume recic l a d o", diz o secretário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="TextoNoticiaAberta"&gt;Apenas as latas de alumínio, que têm um retorno de 98%, e as garrafas pet, com cerca de 56%, "têm níveis elevados de reciclagem, considerando o conjunto do país". E isso se deve especialm
